Tudo o que você precisa saber sobre Lentes de Contato Esclerais

As lentes de contato esclerais são conhecidas por serem próprias para tratamentos de algumas doenças oculares, como ceratocone, miopia em graus elevados e Síndrome do Olho Seco.

Neste artigo, explicaremos o que são lentes de contato esclerais, como elas melhoram a visão e quais são suas indicações. Confira!

O que são lentes de contato esclerais?

As lentes esclerais são lentes de contato rígidas especiais que são maiores em diâmetro e preenchidas com soro fisiológico, o que faz com que ofereçam maior conforto e adaptação individual.

Diferentemente das lentes de contato rígidas “comuns”, elas são apoiadas sobre a esclera, que corresponde à parte branca do olho, que é muito menos sensível que a córnea.

As lentes esclerais são fabricadas com um material rígido, para não permitir que as irregularidades da córnea influenciem na qualidade óptica da lente.

Além disso, possuem alta permeabilidade, o que significa que o oxigênio consegue chegar até a córnea sem problemas, mantendo-a o mais saudável possível durante o uso diário e prolongado.

Outra vantagem das lentes esclerais é que elas são fabricadas individualmente, de forma customizada, levando em consideração as características próprias dos olhos de cada pessoa, já que cada córnea é única, como uma impressão digital.

Assim, elas se adaptam perfeitamente a cada olho, independente das condições da córnea.

Indicações

As lentes de contato esclerais são muito recomendadas para correção de problemas de refração em graus altos, como miopia e astigmatismo, por exemplo, e para pessoas que não se adaptaram às lentes rígidas e/ou gelatinosas tradicionais.

Nessas condições, as lentes de contato esclerais são indicadas em casos de ceratocone, ectasias corneanas, degeneração marginal pelúcida, ectasia pós-cirurgia refrativa e ceratoglobo, Síndrome do Olho Seco, pós-trauma corneano, pós-transplante de córnea, degeneração de Salzmann e outros tipos de irregularidades corneanas.

Além disso, as lentes esclerais são indicadas para atletas de esportes ao ar livre que necessitam de correção da visão, pois oferecem mais conforto e estabilidade.

Adaptação das lentes de contato esclerais

Conforme a Resolução CFM nº 1.965/11, a indicação, adaptação e acompanhamento do uso das lentes de contato são atos exclusivamente médicos.

Sendo assim, o processo de adaptação das lentes de contato esclerais deve ser realizado junto ao oftalmologista, para garantir o correto uso das lentes.

Através do exame de topografia de córnea, o oftalmologista avaliará o problema de visão e curvatura, e fará uma entrevista para saber sobre os hábitos de vida, a frequência pretendida do uso das lentes e outras questões que o médico julgar relevantes.

Com essas informações, o oftalmologista fará testes de adaptação, como avaliação da superfície da córnea e medida da curvatura, refração inicial para determinar o grau das lentes, colocação das lentes de teste, nova refração com o uso das lentes de teste, avaliação da adaptação com aparelhos específicos e a realização de modificações na adaptação, conforme necessidade.

O médico também irá passar recomendações de manuseio, limpeza e cuidados em geral, além de agendar consultas periódicas para acompanhar a adaptação.

De forma geral, as lentes de contato esclerais têm uma adaptação mais fácil do que as lentes gelatinosas e rígidas, já que possuem maior diâmetro e são apoiadas na esclera, fazendo com que o usuário não perceba o movimento das lentes.

Cuidados para quem usa ou vai iniciar a adaptação de lentes esclerais

Para aqueles que usam, estão iniciando ou irão iniciar a adaptação de lentes esclerais, é importante estar atento para algumas questões:

Utilize somente solução salina sem conservantes indicada pelo seu oftalmologista. Se for soro fisiológico, lembre-se de armazenar na geladeira e descartar antes de completar 7 dias depois de aberto.
A limpeza adequada das mãos antes de manipular suas lentes é muito importante para evitar a contaminação do soro ou mesmo da superfície da lente ao manipular a mesma.
A limpeza da lente deve ser feita de maneira “mecânica”, inicialmente com o dedo indicador ou mínimo de uma mão contra a palma da outra mão, fazendo movimento circular de fricção.
Antes de colocar a lente, preencha-a com o soro até próximo de sua borda e, após colocá-la, observe no espelho se não criou bolha na lente. A bolha pode comprometer a visão ao longo do dia e pode inclusive causar desconforto e olho vermelho.
Após as primeiras horas de uso, observe para ver se não há sinais de vermelhidão lateral, especialmente na porção branca dos olhos.
Ao longo do uso, observe se a visão não está deteriorando e perdendo a clareza, como uma visão mais embaçada ou com menos contraste.
Dor, olhos vermelhos, sensação de pálpebras quentes, visão túrgida, “arco-íris” e/ou embaçada não são normais e devem ser relatadas ao especialista.
Observe após retirar a lente se não ficou uma marca da lente na porção branca dos olhos. Neste caso, as lentes devem ser modificadas ou substituídas por lentes que pousem suavemente sobre a esclera sem causar pressão em ponto específico, como na região da borda.

Vale ressaltar que é fundamental fazer exames de acompanhamento da adaptação e de rotina regularmente. Nunca deixe para ir ao seu oftalmologista apenas quando tiver problemas evidentes.

Os exames de controle da adaptação são tão importantes quanto o exame inicial e a colocação das lentes!

Topógrafo de Córnea Eyetec!

O Topógrafo de Córnea realiza o mapeamento topográfico do relevo da córnea, onde analisa a curvatura em toda a sua extensão.

Desenvolvido com altos padrões de qualidade e tecnologia inovadora, o software do Topógrafo Eyetec é um dos mais completos do mercado, disponibilizando uma gama completa de mapas e relatórios, garantindo a qualidade de exames e tratamentos oftalmológicos.

Clique aqui e saiba mais sobre o Topógrafo de Córnea Eyetec!

Esperamos que estas dicas sejam úteis para quem está iniciando a adaptação de lentes esclerais!

Continue acompanhando nosso blog para mais novidades, até a próxima!

O uso de lentes de contato para o controle de doenças na córnea

O uso de lentes de contato é uma forma eficiente para oferecer qualidade visual aos pacientes, mas para isso é preciso que tenha acompanhamento de um especialista.

As lentes de contato também são utilizadas para o tratamento de algumas doenças que afetam a córnea, por exemplo, o ceratocone.

O ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.

À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.

Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:

Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.

É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.

Você pode ler mais sobre as doenças que podem afetar a córnea em: “Ectasias da córnea”.

Como as lentes de contato podem ajudar no tratamento do ceratocone?

O tratamento do ceratocone tem ganhado muito destaque nos últimos anos e pode envolver diversas medidas, que vão de colírios especializados às cirurgias corretivas.

Em muitos casos, o uso de lentes de contato especiais ajuda a amenizar a deformação da córnea e restabelece a visão normal do paciente.

Novas lentes de contato, com materiais e curvaturas com mais tecnologia e sofisticação, permitem aos portadores de ceratocone maior qualidade da visão.

Qualquer que seja o método de tratamento do ceratocone, o objetivo é a estabilidade e a melhora na visão.

Se na fase inicial do ceratocone os óculos não forem capazes de melhorar a visão, é possível o uso de lentes de contato.

Lente escleral

Existem vários tipos de lentes de contato. A mais recente é a lente escleral, que tem potencial de oferecer conforto visual aos pacientes que possuem ceratocone.

Devido ao seu material, a lente escleral oferece maior adaptabilidade para o paciente, oferecendo maiores chances de sucesso no tratamento.

Essa lente tem maior diâmetro e se acomoda na parte branca dos olhos, e não na córnea.

As lentes de contato escleral podem ser uma opção bem eficiente para casos graves de ceratocone, pois sua modelação tem como objetivo corrigir até as deformações mais importantes da córnea.

Em casos em que as lentes convencionais não tiveram os resultados esperados, as lentes de contato escleral podem oferecer excelentes resultados, evitando procedimentos mais invasivos e perigosos.

A adaptação das lentes de contato no tratamento do ceratocone já é percebida nas primeiras horas de uso, mas é preciso estar atento e acompanhar se a esclera altera sua cor ou se a visão fica embaçada, para evitar uma possível hipóxia da córnea.

É importante se atentar à higiene e ao correto posicionamento das lentes de contato escleral.

As lentes de contato só devem ser utilizadas para o tratamento do ceratocone com a recomendação de um oftalmologista.

Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiras no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

Desde o lançamento de nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaque e reconhecimento entre os profissionais da área.

Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos!

Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!

Em nosso site, você pode conferir mais sobre os nossos produtos.

Acompanhe nossas redes sociais e não fique de fora das novidades! 😊

Tudo o que você precisa saber sobre Lentes de Contato Esclerais

As lentes de contato esclerais são conhecidas por serem próprias para tratamentos de algumas doenças oculares, como ceratocone, miopia em graus elevados e Síndrome do Olho Seco.

Neste artigo, explicaremos o que são lentes de contato esclerais, como elas melhoram a visão e quais são suas indicações. Confira!

O que são lentes de contato esclerais?

As lentes esclerais são lentes de contato rígidas especiais, maiores em diâmetro e preenchidas com soro fisiológico, o que faz com que ofereçam maior conforto e adaptação individual.

Diferentemente das lentes de contato rígidas “comuns”, elas são apoiadas sobre a esclera, que corresponde à parte branca do olho, muito menos sensível que a córnea.

As lentes esclerais são fabricadas com um material rígido, para não permitir que as irregularidades da córnea influenciem na qualidade óptica da lente. Além disso, possuem alta permeabilidade, o que significa que o oxigênio consegue chegar até a córnea sem problemas, mantendo-a o mais saudável possível durante o uso diário e prolongado.

Outra vantagem das lentes esclerais é que elas são fabricadas individualmente, de forma customizada, levando em consideração as características próprias dos olhos de cada pessoa, já que cada córnea é única, como uma impressão digital. Assim, elas se adaptam perfeitamente a cada olho, independentemente das condições da córnea.

Indicações

As lentes de contato esclerais são muito recomendadas para correção de problemas de refração em graus altos, como miopia e astigmatismo, por exemplo, e para pessoas que não se adaptaram às lentes rígidas e/ou gelatinosas tradicionais.

Nessas condições, as lentes de contato esclerais são indicadas em casos de ceratocone, ectasias corneanas, degeneração marginal pelúcida, ectasia pós-cirurgia refrativa, ceratoglobo, Síndrome do Olho Seco, pós-trauma corneano, pós-transplante de córnea, degeneração de Salzmann e outros tipos de irregularidades corneanas.

Além disso, as lentes esclerais são indicadas para atletas de esportes ao ar livre que necessitam de correção da visão, pois oferecem mais conforto e estabilidade.

Adaptação das lentes de contato esclerais

Conforme a Resolução CFM nº 1.965/11, a indicação, adaptação e acompanhamento do uso das lentes de contato são atos exclusivamente médicos.

Sendo assim, o processo de adaptação das lentes de contato esclerais deve ser realizado junto ao oftalmologista, para garantir o correto uso das lentes.

Através do exame de topografia de córnea, o oftalmologista avaliará o problema de visão e curvatura, e fará uma entrevista para saber sobre os hábitos de vida, a frequência pretendida do uso das lentes e outras questões que julgar relevantes.

Com essas informações, o oftalmologista fará testes de adaptação, como avaliação da superfície da córnea e medida da curvatura; refração inicial para determinar o grau das lentes; colocação das lentes de teste; nova refração com o uso das lentes de teste; avaliação da adaptação com aparelhos específicos e realização de modificações, conforme necessidade.

O médico também irá passar recomendações de manuseio, limpeza e cuidados em geral, além de agendar consultas periódicas para acompanhar a adaptação.

De forma geral, as lentes de contato esclerais têm uma adaptação mais fácil do que as lentes gelatinosas e rígidas, já que possuem maior diâmetro e são apoiadas na esclera, fazendo com que o usuário não perceba o movimento das lentes.

Cuidados para quem usa ou vai iniciar a adaptação de lentes esclerais

Para aqueles que usam, estão iniciando ou irão iniciar a adaptação de lentes esclerais, é importante estar atento para algumas questões:

Utilize somente solução salina sem conservantes indicada pelo seu oftalmologista. Se for soro fisiológico, lembre-se de armazenar na geladeira e descartar antes de completar 7 dias depois de aberto.
A limpeza adequada das mãos antes de manipular suas lentes é muito importante para evitar a contaminação do soro ou da superfície da lente.
A limpeza da lente deve ser feita de maneira mecânica, inicialmente com o dedo indicador ou mínimo de uma mão contra a palma da outra mão, fazendo movimento circular de fricção.
Antes de colocar a lente, preencha-a com o soro até próximo de sua borda. Após colocá-la, observe no espelho se não criou bolha na lente, pois isso pode comprometer a visão ao longo do dia e causar desconforto ou olho vermelho.
Após as primeiras horas de uso, observe se há sinais de vermelhidão lateral, especialmente na porção branca dos olhos.
Ao longo do uso, observe se a visão não está deteriorando e perdendo a clareza, como visão mais embaçada ou com menos contraste.
Dor, olhos vermelhos, sensação de pálpebras quentes, visão turva, “arco-íris” e/ou embaçamento não são normais e devem ser relatados ao especialista.
Após retirar a lente, observe se ficou uma marca na porção branca dos olhos. Nesse caso, as lentes devem ser modificadas ou substituídas por lentes que se apoiem suavemente sobre a esclera, sem causar pressão em ponto específico.

Vale ressaltar que é fundamental fazer exames de acompanhamento da adaptação e de rotina regularmente. Nunca deixe para ir ao seu oftalmologista apenas quando tiver problemas evidentes.

Os exames de controle da adaptação são tão importantes quanto o exame inicial e a colocação das lentes!

Topógrafo de Córnea Eyetec!

O Topógrafo de Córnea realiza o mapeamento topográfico do relevo da córnea, analisando a curvatura em toda a sua extensão.

Desenvolvido com altos padrões de qualidade e tecnologia inovadora, o software do Topógrafo Eyetec é um dos mais completos do mercado, disponibilizando uma gama completa de mapas e relatórios, garantindo a qualidade de exames e tratamentos oftalmológicos.

Clique aqui e saiba mais sobre o Topógrafo de Córnea Eyetec!

Esperamos que estas dicas sejam úteis para quem está iniciando a adaptação de lentes esclerais!

Continue acompanhando nosso blog para mais novidades. Até a próxima!

O uso de lentes de contato para o controle de doenças na córnea

O uso de lentes de contato é uma forma eficiente para oferecer qualidade visual aos pacientes, mas para isso é preciso que tenha acompanhamento de um especialista.

As lentes de contato também são utilizadas para o tratamento de algumas doenças que afetam a córnea, por exemplo, o ceratocone.

O ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.

À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.

Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:

Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.

É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.

Você pode ler mais sobre as doenças que podem afetar a córnea em: “Ectasias da córnea”.

Como as lentes de contato podem ajudar no tratamento do ceratocone?

O tratamento do ceratocone tem ganhado muito destaque nos últimos anos e pode envolver diversas medidas, que vão de colírios especializados às cirurgias corretivas.

Em muitos casos, o uso de lentes de contato especiais ajuda a amenizar a deformação da córnea e restabelece a visão normal do paciente.

Novas lentes de contato, com materiais e curvaturas com mais tecnologia e sofisticação, permitem aos portadores de ceratocone maior qualidade da visão.

Qualquer que seja o método de tratamento do ceratocone, o objetivo é a estabilidade e a melhora na visão.

Se na fase inicial do ceratocone os óculos não forem capazes de melhorar a visão, é possível o uso de lentes de contato.

Lente escleral

Existem vários tipos de lentes de contato. A mais recente é a lente escleral, que tem potencial de oferecer conforto visual aos pacientes que possuem ceratocone.

Devido ao seu material, a lente escleral oferece maior adaptabilidade para o paciente, oferecendo maiores chances de sucesso no tratamento.

Essa lente tem maior diâmetro e se acomoda na parte branca dos olhos, e não na córnea.

As lentes de contato escleral podem ser uma opção bem eficiente para casos graves de ceratocone, pois sua modelação tem como objetivo corrigir até as deformações mais importantes da córnea.

Em casos em que as lentes convencionais não tiveram os resultados esperados, as lentes de contato escleral podem oferecer excelentes resultados, evitando procedimentos mais invasivos e perigosos.

Microscopia Especular da Córnea – tudo o que você precisa saber sobre esse exame!

O exame de microscopia especular da córnea tem como objetivo avaliar as células que revestem a camada profunda do olho, que são as células endoteliais, sendo possível detectar possíveis enfermidades da córnea.

A córnea é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.

Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que ela fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, por exemplo, a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras, também podem causar problemas na córnea.

Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e cuja curvatura permite a formação de imagens nítidas.

O que é o exame microscopia especular da córnea?

O exame de microscopia especular da córnea verifica a densidade e a qualidade das células presentes no endotélio corneano.

O endotélio da córnea é uma camada de células que reveste a superfície posterior da córnea. Seu papel fundamental é manter a hidratação da córnea através do sistema de transporte ativo de íons.

Quando esse processo não ocorre da maneira correta, devido a danos no endotélio, as células da córnea perdem a transparência, o que compromete a visão.

Teoricamente, as células endoteliais não se regeneram, e com o passar dos anos ocorrem mudanças celulares, o que pode ocasionar lesões na córnea. Por isso, é fundamental proteger essa camada de células.

A degeneração das células endoteliais agrava algumas doenças corneanas e do globo ocular. Em casos mais graves de destruição das células, é indicado que seja realizado o transplante de córnea para restituí-las.

Com isso, o exame de microscopia especular da córnea se torna fundamental, pois avalia a degeneração ou a distrofia das células do endotélio.

É importante ressaltar que o exame não leva em consideração apenas a quantidade dos organismos celulares, mas também a qualidade deles.

Como é realizado o exame microscopia especular da córnea?

Para a realização do exame, o paciente é colocado de frente para o microscópio digital que registrará a imagem do endotélio, aumentando-a em milhares de vezes.

Através da análise computadorizada da imagem refletida na parte posterior da córnea, é possível analisar as células de acordo com as áreas, formatos, tamanhos e se o endotélio está saudável.

É um exame indicado para pacientes que serão submetidos a procedimentos cirúrgicos como:

Correção de catarata;
Glaucoma;
Transplante de córnea;
Degenerações e distrofias da córnea.

Ou também para:

Pré-operatório de cirurgias intraoculares;
Adaptação de lentes de contato;
Edema de córnea;
Cicatrizes e opacidade da córnea;

CROSSLINK EYELINK®

O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, é possível retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.

Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA) associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.

No crosslinking ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.

Você pode saber mais sobre esse tratamento em: “Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!”.

Crosslink Eyelink®

Para atender às necessidades do mercado em relação ao tratamento crosslinking, desenvolvemos o Crosslink Eyelink®.

Nosso Eyelink® oferece total segurança para o paciente e médico. Possui uma câmera de alta resolução, que monitora e mostra em tempo real a imagem do olho e permite o cálculo do diâmetro da pupila, além de LEDs que auxiliam a focalização e mira para visualização do feixe.

Uma das principais características do Eyelink® é o software, que apresenta gráficos em tempo real. As medidas dos sensores são gravadas em arquivo log, podendo ser recuperadas em caso de interrupção para posterior reinício do procedimento. Isso é fundamental, pois traz mais conforto para o paciente e tranquilidade ao médico.

Conta com um sistema microprocessado de controle de potência com tela touch screen, fácil acesso ao banco de dados dos pacientes para usar como base de referências e auxílio no controle de segurança.

Nosso equipamento possui melhorias vistas pelos próprios doutores, como o sistema computadorizado para ajuste do diâmetro do feixe de luz UV de 4 a 12 mm, além de sensores independentes de acompanhamento.

O Sistema de Emissão de Luz Ultravioleta do Eyelink® da Eyetec atende aos protocolos já prescritos e estudados, conforme a literatura médica para este tipo de aplicação com segurança e eficácia.

O Eyelink® é indicado para o tratamento das seguintes doenças oculares:

Ceratoglobo;
Pós Anel Intra-Estromal;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratocone graus 1 e 2;
Ectasias corneanas pós cirurgia refrativa;
Ectasia iatrogênica;
Ceratoplastia bolhosa.

O Eyelink® da Eyetec é muito seguro, com design moderno e fácil de manusear.

É um equipamento que está disponível para venda e locação.

Somos a única empresa nacional que oferece assistência técnica permanente para equipamentos oftálmicos!

Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiras no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

Desde o lançamento de nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaque e reconhecimento entre os profissionais da área.

Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos!

Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!

Em nosso site, você pode conferir mais sobre os nossos produtos.

Acompanhe nossas redes sociais e não fique de fora das novidades!

Como diagnosticar as ectasias da córnea?

Ectasia da córnea é uma anomalia que causa o afinamento progressivo da córnea, podendo acontecer naturalmente ou após uma cirurgia refrativa. Com o passar do tempo, o afinamento da córnea deforma a curvatura do tecido.

As ectasias da córnea podem ser classificadas da seguinte forma:

Ceratocone;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratoglobo;
Ectasia pós Lasik.

Saiba mais sobre ectasias da córnea em: “Ectasias da córnea”.

Causas das ectasias da córnea

As causas das ectasias da córnea são variadas, podendo ser desenvolvidas de forma natural ou como resultado de uma cirurgia refrativa.

Entre os fatores de risco para o desenvolvimento da ectasia da córnea, estão os fatores hereditários e a idade, podendo se manifestar principalmente entre 20 e 30 anos.

Quando a ectasia da córnea é o resultado de uma cirurgia refrativa, é sinal de que a resistência biomecânica da córnea foi afetada após a operação, mas essa é a causa menos provável.

Já está comprovado cientificamente que esfregar os olhos de forma brusca está associado ao desenvolvimento de ceratocone, que é uma das doenças que surgem devido às ectasias da córnea.

É importante conscientizar as pessoas sobre esfregar os olhos. Se necessário, deve ser feito com delicadeza.

Como diagnosticar as ectasias da córnea?

A ectasia da córnea progride progressivamente e muitas vezes não é detectada em sua fase inicial. Geralmente, os sintomas se manifestam em estágios mais avançados da doença, quando já existe perda da acuidade visual.

Os principais sintomas são:

Visão turva e visão dupla;
Astigmatismo irregular;
Miopia progressiva;
Diminuição da acuidade visual.

O diagnóstico é feito através do exame de topografia de córnea. Caso o paciente apresente alguma ectasia, o resultado da topografia nos dois olhos será assimétrico.

A ceratometria, exame que mede a curvatura da superfície anterior da córnea, também é utilizada para o diagnóstico da ectasia corneana. Caso seja identificada alguma anomalia, o resultado produzirá valores altos.

A realização dos dois exames, associada aos sintomas do paciente, ajudará no diagnóstico da ectasia da córnea.

Tratamento

A ectasia da córnea não tem cura, mas existem algumas ações que podem ser tomadas para evitar a progressão da doença e melhorar a qualidade da visão do paciente.

Quanto mais cedo o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento.

Entre as opções de tratamento podemos citar o uso de óculos ou lentes de contato para diminuir a condição visual da miopia e astigmatismo. Em alguns casos, o oftalmologista pode recomendar o implante de segmentos intracorneais para melhorar a visão e interromper a ectasia.

Já os procedimentos cirúrgicos são variados, mas podemos destacar os seguintes:

Implantação de anéis de PMMA intracorneais: oferece melhora significativa na qualidade visual de pacientes com ceratocone. Esta técnica cirúrgica consiste na implantação do anel no interior da córnea, com objetivo de alterar a curvatura da córnea na quantidade necessária para correção.
Crosslinking: técnica que impregna a córnea com uma substância conhecida como riboflavina, seguida por radiação ultravioleta. Esse procedimento ajuda no aumento da rigidez do colágeno da córnea para interromper o progresso da ectasia.
Implantação de lentes fácias: indicada para compensação de ametropia.
Ceratoplastia: em casos mais avançados da ectasia corneana, o oftalmologista pode recomendar uma ceratoplastia, também conhecida como transplante de córnea.

Mantenha consultas regulares ao oftalmologista para diagnóstico e acompanhamento das ectasias da córnea!

Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiras no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

Desde o lançamento de nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaqu

Ectasias da córnea

As ectasias da córnea, também conhecidas como queratectasias, são alterações que causam o afinamento progressivo da córnea e geralmente são acompanhadas por miopia, astigmatismo, perda de acuidade visual, entre outros sintomas.

A córnea é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.

Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, como a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras condições, também podem causar problemas na córnea.

Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e cuja curvatura permite a formação de imagens nítidas.

O que é ectasia da córnea?

Ectasia da córnea é uma anomalia que causa o afinamento progressivo da córnea, podendo acontecer naturalmente ou após uma cirurgia refrativa. Com o passar do tempo, o afinamento da córnea deforma a curvatura do tecido.

As ectasias da córnea podem ser classificadas da seguinte forma:

Ceratocone;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratoglobo;
Ectasia pós Lasik.
Ceratocone

O ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.

À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.

Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:

Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.

É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.

Degeneração marginal pelúcida

A degeneração marginal pelúcida, também conhecida como DMP, é uma patologia que faz parte do grupo das ectasias da córnea.

É uma doença que afeta a córnea, deixando-a afinada e protusa. Diferente do ceratocone, é uma deformidade mais periférica.

Esse tipo de ectasia tem origem na parte inferior da córnea e faz com que o tecido tome a forma de um nódulo. O principal sintoma é a visão turva.

A DMP é de origem não inflamatória, geralmente bilateral, e os olhos podem ser acometidos de forma assimétrica.

Ainda não se sabe ao certo quais são as causas, mas sabe-se que existe um fator genético.

As pessoas que possuem esse tipo de ectasia precisam usar óculos de sol e lentes de contato.

Ceratoglobo

O ceratoglobo é uma das formas mais complicadas das ectasias da córnea, apresentando um comportamento semelhante ao do ceratocone de “distorção para a frente”.

Nesse caso, toda a curvatura da córnea é afetada, assumindo a forma de um globo.

Ectasia pós Lasik

A cirurgia a laser Lasik é realizada em pacientes que necessitam de correção de erros de refração.

A princípio, qualquer pessoa com miopia, hipermetropia e astigmatismo pode realizar esse tipo de cirurgia.

O risco desse tipo de procedimento é que o paciente pode desenvolver uma ectasia da córnea pós Lasik, que é a deformação progressiva da córnea, causando um aumento da miopia e do astigmatismo.

Esse risco permanece por anos após a correção refrativa.

O sucesso de todo tratamento oftalmológico depende do acompanhamento regular com o médico e do diagnóstico correto.

Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo, USP, por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiros no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

Desde o lançamento do nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaque e reconhecimento entre os profissionais da área.

Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.

Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!

Em nosso site, você pode conferir mais sobre os nossos produtos.

Se você tem alguma dúvida sobre as ectasias da córnea ou as doenças que podem afetar a córnea, deixe seu comentário que teremos satisfação em ajudar!

Acompanhe as nossas redes sociais e não fique de fora das novidades!

Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!

O crosslinking é um método cirúrgico inovador que tem apresentado ótimos resultados no tratamento do ceratocone.

Ceratocone

Ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.

À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.

Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:

Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.

É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.

O que é crosslinking?

O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, pode retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.

Embora essa técnica possa ser considerada recente, ela surgiu há quase vinte anos na Europa.

Há muito tempo os médicos vêm buscando uma maneira de minimizar os efeitos do ceratocone e manter a saúde visual dos pacientes.

A princípio, esse tratamento era utilizado apenas para a correção de miopia leve. Depois, passou a ser usado no tratamento de pacientes com ceratocone, para aumentar sua tolerância a lentes de contato.

Terapias combinadas e novas abordagens do crosslinking são consideradas inovadoras e estão em desenvolvimento, para reduzir o tempo de tratamento e o pós-operatório, proporcionando resultados mais satisfatórios.

Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA), associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.

No crosslinking, ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.

A realização do crosslinking corneano depende do avanço da doença e de fatores externos.

É indicado para pacientes com ceratocone em estágio inicial, pacientes jovens, adolescentes, casos em que a doença esteja em progressão e pacientes que já foram submetidos à cirurgia refrativa.

De forma geral, casos em estágio de leve a moderado apresentam bons resultados, mas alguns estudos estão comprovando a eficácia do tratamento em estágios mais avançados do ceratocone.

Em relação aos fatores externos, o tratamento não é indicado para gestantes, lactantes e pessoas que já tiveram alguma doença na superfície ocular.

É importante lembrar que cada caso deve ser avaliado pelo oftalmologista.

Lembrando que a função desse tratamento não é reduzir a doença, mas evitar a progressão.

Quais são os benefícios desse tratamento?

O crosslinking, mesmo sendo considerado um procedimento cirúrgico, é menos invasivo do que as demais cirurgias oftalmológicas.

Grande parte dos pacientes que são submetidos a esse tratamento conseguem estagnar a progressão da doença, e outros ainda conseguem controlar o avanço de forma bem significativa.

Outro benefício é que 25% dos pacientes que passam por esse tratamento apresentam a diminuição do grau de problemas oftalmológicos causados pelo ceratocone, como o astigmatismo e a miopia, embora esse não seja o objetivo principal do procedimento.

Pós-operatório

Essa é uma técnica minimamente invasiva, utilizada apenas com anestesia tópica com colírios. Tem aproximadamente 1 hora de duração e o paciente recebe alta logo após o procedimento, sem necessidade de internação.

Após o tratamento, é necessário que o paciente use medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios, por aproximadamente 20 dias, com acompanhamento médico.

O paciente pode apresentar algumas alterações temporárias, como inchaço, fotofobia, visão embaçada ou dupla, mas são sintomas que diminuem com o passar das semanas de recuperação.

Conheça a Eyetec!

Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.

Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!

Para mais informações de especificações, catálogos ou atendimento, acesse nosso site: https://www.eyetec.com.br.

Acompanhe as nossas redes sociais e não fique de fora das novidades!

Primeiro transplante de córnea artificial bem-sucedido do mundo!

Para que haja mais facilidade no entendimento do transplante de córnea, é preciso entender o que é e qual a função da córnea, e as doenças que podem afetá-la.

A córnea é um tecido transparente e resistente, localizado na parte da frente do olho. Pode ser simplificadamente imaginada como se fosse o “vidro de um relógio”. Ela é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.

Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, como, por exemplo, a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras condições também podem causar problemas na córnea.

Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e que sua curvatura permite a formação de imagens nítidas.

Transplante de córnea

Infelizmente, o olho como um todo não pode ser transplantado, apenas alguns tecidos oculares, como a córnea, suas células-tronco e a esclera.

Durante o transplante, parte da córnea opacificada é retirada e trocada por uma parte saudável.

Não são todas as doenças oculares que se beneficiam do transplante de córnea, apenas aquelas que a afetam diretamente. Em geral, os transplantes de córnea podem recuperar a visão de mais de 90% dos casos.

Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, a maior causa de transplante no Brasil é o ceratocone, uma doença degenerativa na córnea, que corresponde a 70% dos transplantes.

De acordo com uma matéria da Universo Visual, até 2019, anualmente surgem 1,5 milhão de novos casos de perda de visão por falta de transplante de córnea, que é o mais realizado mundialmente.

Esse número é devido à falta de doações de córnea, fazendo com que apenas 1 a cada 70 pessoas consiga realizar o procedimento. A fila de espera para a realização do procedimento depende do número de doações.

Um ato que pode mudar a vida de quem está aguardando esse transplante é a conscientização dos familiares em permitir a doação de órgãos.

Primeiro transplante de córnea artificial restaurou a visão de um idoso de 78 anos

Apesar de todas as dificuldades que estamos passando devido à crise da COVID-19, recentemente foi realizado e bem