CROSSLINK EYELINK®

O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, é possível retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.
Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA) associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.
No crosslinking ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.
Você pode saber mais sobre esse tratamento em: “Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!”.
Crosslink Eyelink®
Para atender às necessidades do mercado em relação ao tratamento crosslinking, desenvolvemos o Crosslink Eyelink®.
Nosso Eyelink® oferece total segurança para o paciente e médico. Possui uma câmera de alta resolução, que monitora e mostra em tempo real a imagem do olho e permite o cálculo do diâmetro da pupila, além de LEDs que auxiliam a focalização e mira para visualização do feixe.
Uma das principais características do Eyelink® é o software, que apresenta gráficos em tempo real. As medidas dos sensores são gravadas em arquivo log, podendo ser recuperadas em caso de interrupção para posterior reinício do procedimento. Isso é fundamental, pois traz mais conforto para o paciente e tranquilidade ao médico.
Conta com um sistema microprocessado de controle de potência com tela touch screen, fácil acesso ao banco de dados dos pacientes para usar como base de referências e auxílio no controle de segurança.
Nosso equipamento possui melhorias vistas pelos próprios doutores, como o sistema computadorizado para ajuste do diâmetro do feixe de luz UV de 4 a 12 mm, além de sensores independentes de acompanhamento.
O Sistema de Emissão de Luz Ultravioleta do Eyelink® da Eyetec atende aos protocolos já prescritos e estudados, conforme a literatura médica para este tipo de aplicação com segurança e eficácia.
O Eyelink® é indicado para o tratamento das seguintes doenças oculares:
Ceratoglobo;
Pós Anel Intra-Estromal;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratocone graus 1 e 2;
Ectasias corneanas pós cirurgia refrativa;
Ectasia iatrogênica;
Ceratoplastia bolhosa.
O Eyelink® da Eyetec é muito seguro, com design moderno e fácil de manusear.
É um equipamento que está disponível para venda e locação.
Somos a única empresa nacional que oferece assistência técnica permanente para equipamentos oftálmicos!
Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!
A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiras no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!
Desde o lançamento de nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaque e reconhecimento entre os profissionais da área.
Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.
Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos!
Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!
Em nosso site, você pode conferir mais sobre os nossos produtos.
Acompanhe nossas redes sociais e não fique de fora das novidades!
Como diagnosticar as ectasias da córnea?

Ectasia da córnea é uma anomalia que causa o afinamento progressivo da córnea, podendo acontecer naturalmente ou após uma cirurgia refrativa. Com o passar do tempo, o afinamento da córnea deforma a curvatura do tecido.
As ectasias da córnea podem ser classificadas da seguinte forma:
Ceratocone;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratoglobo;
Ectasia pós Lasik.
Saiba mais sobre ectasias da córnea em: “Ectasias da córnea”.
Causas das ectasias da córnea
As causas das ectasias da córnea são variadas, podendo ser desenvolvidas de forma natural ou como resultado de uma cirurgia refrativa.
Entre os fatores de risco para o desenvolvimento da ectasia da córnea, estão os fatores hereditários e a idade, podendo se manifestar principalmente entre 20 e 30 anos.
Quando a ectasia da córnea é o resultado de uma cirurgia refrativa, é sinal de que a resistência biomecânica da córnea foi afetada após a operação, mas essa é a causa menos provável.
Já está comprovado cientificamente que esfregar os olhos de forma brusca está associado ao desenvolvimento de ceratocone, que é uma das doenças que surgem devido às ectasias da córnea.
É importante conscientizar as pessoas sobre esfregar os olhos. Se necessário, deve ser feito com delicadeza.
Como diagnosticar as ectasias da córnea?
A ectasia da córnea progride progressivamente e muitas vezes não é detectada em sua fase inicial. Geralmente, os sintomas se manifestam em estágios mais avançados da doença, quando já existe perda da acuidade visual.
Os principais sintomas são:
Visão turva e visão dupla;
Astigmatismo irregular;
Miopia progressiva;
Diminuição da acuidade visual.
O diagnóstico é feito através do exame de topografia de córnea. Caso o paciente apresente alguma ectasia, o resultado da topografia nos dois olhos será assimétrico.
A ceratometria, exame que mede a curvatura da superfície anterior da córnea, também é utilizada para o diagnóstico da ectasia corneana. Caso seja identificada alguma anomalia, o resultado produzirá valores altos.
A realização dos dois exames, associada aos sintomas do paciente, ajudará no diagnóstico da ectasia da córnea.
Tratamento
A ectasia da córnea não tem cura, mas existem algumas ações que podem ser tomadas para evitar a progressão da doença e melhorar a qualidade da visão do paciente.
Quanto mais cedo o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento.
Entre as opções de tratamento podemos citar o uso de óculos ou lentes de contato para diminuir a condição visual da miopia e astigmatismo. Em alguns casos, o oftalmologista pode recomendar o implante de segmentos intracorneais para melhorar a visão e interromper a ectasia.
Já os procedimentos cirúrgicos são variados, mas podemos destacar os seguintes:
Implantação de anéis de PMMA intracorneais: oferece melhora significativa na qualidade visual de pacientes com ceratocone. Esta técnica cirúrgica consiste na implantação do anel no interior da córnea, com objetivo de alterar a curvatura da córnea na quantidade necessária para correção.
Crosslinking: técnica que impregna a córnea com uma substância conhecida como riboflavina, seguida por radiação ultravioleta. Esse procedimento ajuda no aumento da rigidez do colágeno da córnea para interromper o progresso da ectasia.
Implantação de lentes fácias: indicada para compensação de ametropia.
Ceratoplastia: em casos mais avançados da ectasia corneana, o oftalmologista pode recomendar uma ceratoplastia, também conhecida como transplante de córnea.
Mantenha consultas regulares ao oftalmologista para diagnóstico e acompanhamento das ectasias da córnea!
Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!
A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiras no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!
Desde o lançamento de nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaqu
Ectasias da córnea

As ectasias da córnea, também conhecidas como queratectasias, são alterações que causam o afinamento progressivo da córnea e geralmente são acompanhadas por miopia, astigmatismo, perda de acuidade visual, entre outros sintomas.
A córnea é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.
Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, como a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras condições, também podem causar problemas na córnea.
Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e cuja curvatura permite a formação de imagens nítidas.
O que é ectasia da córnea?
Ectasia da córnea é uma anomalia que causa o afinamento progressivo da córnea, podendo acontecer naturalmente ou após uma cirurgia refrativa. Com o passar do tempo, o afinamento da córnea deforma a curvatura do tecido.
As ectasias da córnea podem ser classificadas da seguinte forma:
Ceratocone;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratoglobo;
Ectasia pós Lasik.
Ceratocone
O ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.
À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.
Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:
Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.
É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.
Degeneração marginal pelúcida
A degeneração marginal pelúcida, também conhecida como DMP, é uma patologia que faz parte do grupo das ectasias da córnea.
É uma doença que afeta a córnea, deixando-a afinada e protusa. Diferente do ceratocone, é uma deformidade mais periférica.
Esse tipo de ectasia tem origem na parte inferior da córnea e faz com que o tecido tome a forma de um nódulo. O principal sintoma é a visão turva.
A DMP é de origem não inflamatória, geralmente bilateral, e os olhos podem ser acometidos de forma assimétrica.
Ainda não se sabe ao certo quais são as causas, mas sabe-se que existe um fator genético.
As pessoas que possuem esse tipo de ectasia precisam usar óculos de sol e lentes de contato.
Ceratoglobo
O ceratoglobo é uma das formas mais complicadas das ectasias da córnea, apresentando um comportamento semelhante ao do ceratocone de “distorção para a frente”.
Nesse caso, toda a curvatura da córnea é afetada, assumindo a forma de um globo.
Ectasia pós Lasik
A cirurgia a laser Lasik é realizada em pacientes que necessitam de correção de erros de refração.
A princípio, qualquer pessoa com miopia, hipermetropia e astigmatismo pode realizar esse tipo de cirurgia.
O risco desse tipo de procedimento é que o paciente pode desenvolver uma ectasia da córnea pós Lasik, que é a deformação progressiva da córnea, causando um aumento da miopia e do astigmatismo.
Esse risco permanece por anos após a correção refrativa.
O sucesso de todo tratamento oftalmológico depende do acompanhamento regular com o médico e do diagnóstico correto.
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Se você tem alguma dúvida sobre as ectasias da córnea ou as doenças que podem afetar a córnea, deixe seu comentário que teremos satisfação em ajudar!
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Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!

O crosslinking é um método cirúrgico inovador que tem apresentado ótimos resultados no tratamento do ceratocone.
Ceratocone
Ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.
À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.
Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:
Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.
É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.
O que é crosslinking?
O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, pode retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.
Embora essa técnica possa ser considerada recente, ela surgiu há quase vinte anos na Europa.
Há muito tempo os médicos vêm buscando uma maneira de minimizar os efeitos do ceratocone e manter a saúde visual dos pacientes.
A princípio, esse tratamento era utilizado apenas para a correção de miopia leve. Depois, passou a ser usado no tratamento de pacientes com ceratocone, para aumentar sua tolerância a lentes de contato.
Terapias combinadas e novas abordagens do crosslinking são consideradas inovadoras e estão em desenvolvimento, para reduzir o tempo de tratamento e o pós-operatório, proporcionando resultados mais satisfatórios.
Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA), associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.
No crosslinking, ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.
A realização do crosslinking corneano depende do avanço da doença e de fatores externos.
É indicado para pacientes com ceratocone em estágio inicial, pacientes jovens, adolescentes, casos em que a doença esteja em progressão e pacientes que já foram submetidos à cirurgia refrativa.
De forma geral, casos em estágio de leve a moderado apresentam bons resultados, mas alguns estudos estão comprovando a eficácia do tratamento em estágios mais avançados do ceratocone.
Em relação aos fatores externos, o tratamento não é indicado para gestantes, lactantes e pessoas que já tiveram alguma doença na superfície ocular.
É importante lembrar que cada caso deve ser avaliado pelo oftalmologista.
Lembrando que a função desse tratamento não é reduzir a doença, mas evitar a progressão.
Quais são os benefícios desse tratamento?
O crosslinking, mesmo sendo considerado um procedimento cirúrgico, é menos invasivo do que as demais cirurgias oftalmológicas.
Grande parte dos pacientes que são submetidos a esse tratamento conseguem estagnar a progressão da doença, e outros ainda conseguem controlar o avanço de forma bem significativa.
Outro benefício é que 25% dos pacientes que passam por esse tratamento apresentam a diminuição do grau de problemas oftalmológicos causados pelo ceratocone, como o astigmatismo e a miopia, embora esse não seja o objetivo principal do procedimento.
Pós-operatório
Essa é uma técnica minimamente invasiva, utilizada apenas com anestesia tópica com colírios. Tem aproximadamente 1 hora de duração e o paciente recebe alta logo após o procedimento, sem necessidade de internação.
Após o tratamento, é necessário que o paciente use medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios, por aproximadamente 20 dias, com acompanhamento médico.
O paciente pode apresentar algumas alterações temporárias, como inchaço, fotofobia, visão embaçada ou dupla, mas são sintomas que diminuem com o passar das semanas de recuperação.
Conheça a Eyetec!
Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.
Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.
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Para mais informações de especificações, catálogos ou atendimento, acesse nosso site: https://www.eyetec.com.br.
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Saiba mais sobre o Crosslink: tratamento de Ceratocone

Com tantos avanços tecnológicos, o setor de oftalmologia é um segmento que está sempre inovando e investindo em soluções de modo a prevenir possíveis problemas oculares e levar bem-estar para todos.
Sendo assim, uma das inovações é o crosslink, um método cirúrgico que vem se mostrando bastante esperançoso, a fim de minimizar a progressão da doença ceratocone (CID 10 – H18.6), que é uma deformação progressiva da curvatura da córnea, estrutura transparente que reveste a parte anterior do olho, provocando nela um afinamento em forma de cone.
No que consiste o tratamento – Crosslink?
O objetivo deste procedimento é induzir um aumento da rigidez e da resistência da córnea, permitindo que ela não se altere com o passar dos anos, diminuindo os impactos à visão e à qualidade de vida do paciente.
Por meio dessa técnica, é possível retardar os danos causados pelo ceratocone e evitar a perda da acuidade visual e até a necessidade de um futuro transplante.
No crosslinking, há um fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência corneana, diminui-se a elasticidade da córnea e, com isso, reduz-se a hipótese de progressão do abaulamento corneano, responsável pelo alto astigmatismo e baixa da visão.
Quando é indicado o tratamento?
Ceratocone em progressão documentada na população adulta;
No diagnóstico de ectasia pós-cirurgia refrativa;
No diagnóstico de ceratocone na população com menos de 18 anos;
Pacientes em qualquer idade podem optar apenas por acompanhamento da doença, pois o Crosslink também apresenta complicações. Todo tratamento cirúrgico deve ser discutido e esclarecido antes de determinar a conduta.
Como é o tratamento?
O tratamento é minimamente invasivo e pode ser feito apenas com anestesia tópica, por meio do uso de colírios anestésicos.
A técnica consiste na aplicação de um colírio especial à base de riboflavina, vitamina B2, que posteriormente é ativado por um feixe de luz ultravioleta. Isso estimula a contração e a união das fibras de colágeno, aumentando a resistência da córnea e reforçando sua estrutura.
O procedimento dura aproximadamente uma hora e, normalmente, não tem necessidade de internação.
Explicação do diagrama de blocos
O Eyelink foi desenvolvido atendendo às mais rígidas normas de segurança. Tem um sistema de controle que garante o erro máximo de 5% na potência de saída.
No diagrama de blocos abaixo, podemos observar os sensores de controle e realimentação do sistema. Possui 3 sensores: o corrente, o óptico principal e o ótico saída.
O equipamento tem um sistema de segurança onde é gravado a cada segundo a quantidade inserida de UV, garantindo assim a recuperação do tratamento mesmo em caso de emergência.
Protocolos de tratamentos – Eyelink
De acordo com a lei da reciprocidade de Bunsen-Roscoe, o mesmo efeito fotoquímico poderia ser alcançado com a redução do tempo de iluminação e correspondente aumento da intensidade de irradiação.
De forma que 10 minutos de irradiação a 9 mW/cm2 deveriam prover o mesmo efeito obtido com 30 minutos de irradiação a 3 mW/cm2. Uma vez que todas as combinações de tempo e intensidade resultam na mesma quantidade de energia 5,4 J/cm2.
1 – Protocolo Dresden
Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 3 mW/cm2.
2 – Protocolo Intermediário
Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.
3 – Protocolo Acelerado
Tempo de 10 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.
4 – Protocolo Ultra Acelerado
Tempo de 7,5 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.
5 – Protocolo Intermediário Pulsado
Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.
6 – Protocolo Acelerado Pulsado
Tempo de 20 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.
7 – Protocolo Ultra Acelerado Pulsado
Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.