Vale a pena equipar sua clínica através de locação de equipamentos?

Uma das grandes dúvidas que surgem no início da carreira dos profissionais de oftalmologia é de como começar um negócio do zero.
Isso porque sabemos que o investimento é alto e quanto mais especialidades você quiser oferecer para seus pacientes, mais aparelhos serão necessários.
Leia também: Quais requisitos preciso cumprir para abrir uma clínica oftalmológica?
Diante disso, comprar equipamentos talvez não seja tão viável nesse momento específico, já que a compra apresenta diversos pontos a serem levados em consideração, como a pesquisa de preço e de fornecedor, a avaliação de necessidade e demanda.
É preciso pensar também que o aparelho necessita ser de última geração e irá precisar de manutenção no futuro.
Por conta desse cenário, o serviço de locação de equipamentos tem sido muito buscado por profissionais da oftalmologia como uma alternativa para equipar uma clínica recém-aberta, sendo um bom modo de economizar dinheiro.
O que é e como funciona a locação de equipamentos?
Neste tipo de serviço, o cliente recebe o aparelho de acordo com o contrato que fez com o fornecedor, realiza o pagamento de mensalidades enquanto durar esse contrato e fica responsável por laudar os exames.
O custo de frete, instalação e treinamento, e eventual gasto de devolução, são cobrados somente às despesas, da mesma forma que é feito nos casos de venda.
Os principais aparelhos que se encaixam nesta categoria fazem parte de exames complexos, como o Topógrafo, Campímetro, Microscópio Especular e Crosslink.
Benefícios de locar equipamentos oftalmológicos
1 – Tem suporte vindo direto da empresa
O cliente recebe direto da empresa o treinamento e a consultoria especializados para o equipamento em questão.
Outra vantagem da locação de equipamentos é que não é preciso depender de alguma assistência técnica terceira para que a manutenção seja feita, já que a própria empresa oferece esse suporte.
Assim, a clínica não corre riscos de ficar muito tempo sem poder realizar determinado exame por falta do equipamento.
2 – É possível oferecer diversos serviços
Conforme já mencionamos, a clínica pode solicitar diversos equipamentos e, assim, oferecer para seus clientes atendimento em mais de uma especialidade.
Dessa forma, facilita para o paciente fazer vários exames em um mesmo local e, por consequência, atrai mais renda para a clínica, além da fidelização do cliente.
3 – É mais barato e mais rápido do que comprar
Também já mencionamos esse ponto, mas é importante reforçar que a opção de locação de equipamentos oftalmológicos sai bem mais barato do que comprar cada um dos aparelhos que seriam necessários.
Isto é, o aluguel do equipamento permite um atendimento completo ao paciente ao mesmo tempo, sem necessidade imediata da compra do mesmo, porém com a vantagem de usar o valor já investido como parte do pagamento em sua aquisição.
4 – Os aparelhos estão em excelente estado
Muitas pessoas podem achar que, por conta de serem equipamentos alugados, terão uma qualidade inferior ou serão equipamentos danificados. Mas os aparelhos alugados são considerados como de última geração no quesito de tecnologia e, por isso, estão em excelente estado, garantindo o bom uso do equipamento pela clínica!
5 – É bom para os iniciantes no mercado
É possível dizer que, com a opção de locar os equipamentos oftalmológicos, a competitividade do mercado fica, de certa forma, mais equilibrada, já que quem está começando na área da saúde pode equipar a sua clínica com diversos aparelhos logo no começo.
Desse modo, uma clínica recém-aberta é capaz de estar muito próxima do que uma clínica aberta há anos oferece.
6 – Sobra dinheiro para investir em outras áreas
Optando por alugar os equipamentos, não é preciso de um altíssimo investimento inicial. Assim, sobra dinheiro para que sejam feitos alguns investimentos em outras áreas da clínica, como reformas no ambiente e ampliação do espaço, por exemplo, melhorando o funcionamento da clínica.
Quer começar o próprio consultório sem precisar fazer altos investimentos?
Na Eyetec, você pode alugar os melhores equipamentos oftalmológicos do mercado, com o melhor custo-benefício e qualidade: topógrafos, campímetro, microscópio especular e crosslink.
Além disso, caso você opte por comprar o seu equipamento alugado, você pode usar o valor já investido como parte do pagamento em sua aquisição.
Conheça as vantagens que os planos de locação da Eyetec podem oferecer para sua clínica ou consultório. Fale agora mesmo com um dos nossos especialistas, clicando aqui.
Viu como o aluguel de equipamentos oftalmológicos pode ser uma opção bastante vantajosa para clínicas que estão começando no mercado?
Ou até mesmo para estabelecimentos consolidados que optam por uma estrutura mais econômica para o seu negócio! 😉
Continue acompanhando nosso Blog para mais informações e novidades. Tchau!
CROSSLINK EYELINK®

O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, é possível retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.
Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA) associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.
No crosslinking ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.
Você pode saber mais sobre esse tratamento em: “Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!”.
Crosslink Eyelink®
Para atender às necessidades do mercado em relação ao tratamento crosslinking, desenvolvemos o Crosslink Eyelink®.
Nosso Eyelink® oferece total segurança para o paciente e médico. Possui uma câmera de alta resolução, que monitora e mostra em tempo real a imagem do olho e permite o cálculo do diâmetro da pupila, além de LEDs que auxiliam a focalização e mira para visualização do feixe.
Uma das principais características do Eyelink® é o software, que apresenta gráficos em tempo real. As medidas dos sensores são gravadas em arquivo log, podendo ser recuperadas em caso de interrupção para posterior reinício do procedimento. Isso é fundamental, pois traz mais conforto para o paciente e tranquilidade ao médico.
Conta com um sistema microprocessado de controle de potência com tela touch screen, fácil acesso ao banco de dados dos pacientes para usar como base de referências e auxílio no controle de segurança.
Nosso equipamento possui melhorias vistas pelos próprios doutores, como o sistema computadorizado para ajuste do diâmetro do feixe de luz UV de 4 a 12 mm, além de sensores independentes de acompanhamento.
O Sistema de Emissão de Luz Ultravioleta do Eyelink® da Eyetec atende aos protocolos já prescritos e estudados, conforme a literatura médica para este tipo de aplicação com segurança e eficácia.
O Eyelink® é indicado para o tratamento das seguintes doenças oculares:
Ceratoglobo;
Pós Anel Intra-Estromal;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratocone graus 1 e 2;
Ectasias corneanas pós cirurgia refrativa;
Ectasia iatrogênica;
Ceratoplastia bolhosa.
O Eyelink® da Eyetec é muito seguro, com design moderno e fácil de manusear.
É um equipamento que está disponível para venda e locação.
Somos a única empresa nacional que oferece assistência técnica permanente para equipamentos oftálmicos!
Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!
A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiras no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!
Desde o lançamento de nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaque e reconhecimento entre os profissionais da área.
Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.
Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos!
Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!
Em nosso site, você pode conferir mais sobre os nossos produtos.
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Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!

O crosslinking é um método cirúrgico inovador que tem apresentado ótimos resultados no tratamento do ceratocone.
Ceratocone
Ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.
À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.
Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:
Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.
É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.
O que é crosslinking?
O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, pode retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.
Embora essa técnica possa ser considerada recente, ela surgiu há quase vinte anos na Europa.
Há muito tempo os médicos vêm buscando uma maneira de minimizar os efeitos do ceratocone e manter a saúde visual dos pacientes.
A princípio, esse tratamento era utilizado apenas para a correção de miopia leve. Depois, passou a ser usado no tratamento de pacientes com ceratocone, para aumentar sua tolerância a lentes de contato.
Terapias combinadas e novas abordagens do crosslinking são consideradas inovadoras e estão em desenvolvimento, para reduzir o tempo de tratamento e o pós-operatório, proporcionando resultados mais satisfatórios.
Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA), associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.
No crosslinking, ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.
A realização do crosslinking corneano depende do avanço da doença e de fatores externos.
É indicado para pacientes com ceratocone em estágio inicial, pacientes jovens, adolescentes, casos em que a doença esteja em progressão e pacientes que já foram submetidos à cirurgia refrativa.
De forma geral, casos em estágio de leve a moderado apresentam bons resultados, mas alguns estudos estão comprovando a eficácia do tratamento em estágios mais avançados do ceratocone.
Em relação aos fatores externos, o tratamento não é indicado para gestantes, lactantes e pessoas que já tiveram alguma doença na superfície ocular.
É importante lembrar que cada caso deve ser avaliado pelo oftalmologista.
Lembrando que a função desse tratamento não é reduzir a doença, mas evitar a progressão.
Quais são os benefícios desse tratamento?
O crosslinking, mesmo sendo considerado um procedimento cirúrgico, é menos invasivo do que as demais cirurgias oftalmológicas.
Grande parte dos pacientes que são submetidos a esse tratamento conseguem estagnar a progressão da doença, e outros ainda conseguem controlar o avanço de forma bem significativa.
Outro benefício é que 25% dos pacientes que passam por esse tratamento apresentam a diminuição do grau de problemas oftalmológicos causados pelo ceratocone, como o astigmatismo e a miopia, embora esse não seja o objetivo principal do procedimento.
Pós-operatório
Essa é uma técnica minimamente invasiva, utilizada apenas com anestesia tópica com colírios. Tem aproximadamente 1 hora de duração e o paciente recebe alta logo após o procedimento, sem necessidade de internação.
Após o tratamento, é necessário que o paciente use medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios, por aproximadamente 20 dias, com acompanhamento médico.
O paciente pode apresentar algumas alterações temporárias, como inchaço, fotofobia, visão embaçada ou dupla, mas são sintomas que diminuem com o passar das semanas de recuperação.
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Saiba mais sobre o Crosslink: tratamento de Ceratocone

Com tantos avanços tecnológicos, o setor de oftalmologia é um segmento que está sempre inovando e investindo em soluções de modo a prevenir possíveis problemas oculares e levar bem-estar para todos.
Sendo assim, uma das inovações é o crosslink, um método cirúrgico que vem se mostrando bastante esperançoso, a fim de minimizar a progressão da doença ceratocone (CID 10 – H18.6), que é uma deformação progressiva da curvatura da córnea, estrutura transparente que reveste a parte anterior do olho, provocando nela um afinamento em forma de cone.
No que consiste o tratamento – Crosslink?
O objetivo deste procedimento é induzir um aumento da rigidez e da resistência da córnea, permitindo que ela não se altere com o passar dos anos, diminuindo os impactos à visão e à qualidade de vida do paciente.
Por meio dessa técnica, é possível retardar os danos causados pelo ceratocone e evitar a perda da acuidade visual e até a necessidade de um futuro transplante.
No crosslinking, há um fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência corneana, diminui-se a elasticidade da córnea e, com isso, reduz-se a hipótese de progressão do abaulamento corneano, responsável pelo alto astigmatismo e baixa da visão.
Quando é indicado o tratamento?
Ceratocone em progressão documentada na população adulta;
No diagnóstico de ectasia pós-cirurgia refrativa;
No diagnóstico de ceratocone na população com menos de 18 anos;
Pacientes em qualquer idade podem optar apenas por acompanhamento da doença, pois o Crosslink também apresenta complicações. Todo tratamento cirúrgico deve ser discutido e esclarecido antes de determinar a conduta.
Como é o tratamento?
O tratamento é minimamente invasivo e pode ser feito apenas com anestesia tópica, por meio do uso de colírios anestésicos.
A técnica consiste na aplicação de um colírio especial à base de riboflavina, vitamina B2, que posteriormente é ativado por um feixe de luz ultravioleta. Isso estimula a contração e a união das fibras de colágeno, aumentando a resistência da córnea e reforçando sua estrutura.
O procedimento dura aproximadamente uma hora e, normalmente, não tem necessidade de internação.
Explicação do diagrama de blocos
O Eyelink foi desenvolvido atendendo às mais rígidas normas de segurança. Tem um sistema de controle que garante o erro máximo de 5% na potência de saída.
No diagrama de blocos abaixo, podemos observar os sensores de controle e realimentação do sistema. Possui 3 sensores: o corrente, o óptico principal e o ótico saída.
O equipamento tem um sistema de segurança onde é gravado a cada segundo a quantidade inserida de UV, garantindo assim a recuperação do tratamento mesmo em caso de emergência.
Protocolos de tratamentos – Eyelink
De acordo com a lei da reciprocidade de Bunsen-Roscoe, o mesmo efeito fotoquímico poderia ser alcançado com a redução do tempo de iluminação e correspondente aumento da intensidade de irradiação.
De forma que 10 minutos de irradiação a 9 mW/cm2 deveriam prover o mesmo efeito obtido com 30 minutos de irradiação a 3 mW/cm2. Uma vez que todas as combinações de tempo e intensidade resultam na mesma quantidade de energia 5,4 J/cm2.
1 – Protocolo Dresden
Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 3 mW/cm2.
2 – Protocolo Intermediário
Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.
3 – Protocolo Acelerado
Tempo de 10 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.
4 – Protocolo Ultra Acelerado
Tempo de 7,5 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.
5 – Protocolo Intermediário Pulsado
Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.
6 – Protocolo Acelerado Pulsado
Tempo de 20 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.
7 – Protocolo Ultra Acelerado Pulsado
Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.