Oftalmoscópio Direto e o Indireto: entenda as diferenças!

A terapia antiangiogênica é um procedimento cada vez mais utilizado no tratamento de doenças que afetam a retina.

Essa técnica surgiu nos anos 2000 e trata-se da aplicação de fármacos que diminuem a proliferação e a permeabilidade de vasos sanguíneos no interior dos olhos. Isto é, esse tratamento interrompe o crescimento de vasos anormais para dentro da retina.

Vamos conhecer um pouco sobre a terapia antiangiogênica? Continue lendo!

Leia também: Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina.

Como funciona?

O procedimento é simples e rápido, porém necessita de cuidado, pois é invasivo.

A aplicação é realizada com anestesia local, por meio de colírio ou anestésico injetado sob a conjuntiva, e raramente causa dor.

Além disso, o uso de um colírio com iodopovidona diminui consideravelmente o risco de endoftalmite, como é denominada a infecção no interior do olho.

O número de aplicações pode variar de acordo com a doença ocular e a resposta do paciente ao tratamento.

Geralmente, inicia-se o tratamento com 3 aplicações no olho afetado, em intervalos mensais. Depois, realiza-se nova avaliação no consultório, com exames complementares, para observar a necessidade de novas aplicações ou de acompanhamento periódico.

Doenças tratadas pela terapia

Muitas doenças são beneficiadas com o tratamento por meio da injeção intravítrea de antiangiogênico.

Listamos algumas que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Veja:

Degeneração macular relacionada à idade

Conhecida também como degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, essa doença ocorre quando a mácula, uma pequena área da retina responsável pela visão dos detalhes, acaba se degenerando graças à idade.

Nesta doença, são formados neovasos abaixo da retina, causando embaçamento visual e manchas pretas no centro da visão.

Retinopatia diabética

Uma das principais causadoras de cegueira em diabéticos, a retinopatia diabética consiste em alterações nos vasos sanguíneos da retina.

As anormalidades podem fazer com que os vasos se rompam, liberando sangue ou fluidos na cavidade vítrea e na região macular, causando graves problemas e até mesmo a perda total da visão.

Edema macular diabético

O edema macular diabético é uma complicação da doença citada acima.

Se o diabetes não for tratado, há possibilidade de a retinopatia evoluir para um edema. No início, não apresenta sintomas, mas é preciso ficar atento a imagens distorcidas, imagens borradas e dificuldade em enxergar cores.

Pós-terapia

O paciente é liberado depois do procedimento, com a recomendação de contatar imediatamente o seu oftalmologista caso tenha dor, diminuição da visão ou secreção ocular nos dias seguintes.

Se for o caso, o uso de antibióticos tópicos oculares é controverso. Como eles podem alterar a flora conjuntival e promover resistência bacteriana, a recomendação é não os utilizar.

Vantagens do procedimento

A retina é a parte mais isolada e de difícil acesso para medicamentos, devido à sua posição dentro do globo ocular.

Por isso, a principal vantagem deste tipo de procedimento é a eficácia da injeção para adentrar a cavidade intraocular.

Além disso, a recuperação é rápida, não é necessária internação e é rara a ocorrência de complicações.

A terapia antiangiogênica só pode ser aplicada por um retinólogo. Procure sempre um médico oftalmologista para realizar exames de rotina!

Eyetec – uma empresa 100% nacional!

A Eyetec conta com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico.

Estamos presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino. Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.

Acesse nosso site e saiba mais: https://www.eyetec.com.br.

O que achou do conteúdo? Esperamos que tenha gostado. 😊

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Terapia Antiangiogênica: Você conhece esse tratamento?

A terapia antiangiogênica é um procedimento cada vez mais utilizado no tratamento de doenças que afetam a retina.

Essa técnica surgiu nos anos 2000 e trata-se da aplicação de fármacos que diminuem a proliferação e a permeabilidade de vasos sanguíneos no interior dos olhos. Isto é, esse tratamento interrompe o crescimento de vasos anormais para dentro da retina.

Vamos conhecer um pouco sobre a terapia antiangiogênica? Continue lendo!

Leia também: Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina.

Como funciona?

O procedimento é simples e rápido, porém necessita de cuidado, pois é invasivo.

A aplicação é realizada com anestesia local, por meio de colírio ou anestésico injetado sob a conjuntiva, e raramente causa dor.

Além disso, o uso de um colírio com iodopovidona diminui consideravelmente o risco de endoftalmite, como é denominada a infecção no interior do olho.

O número de aplicações pode variar de acordo com a doença ocular e a resposta do paciente ao tratamento.

Geralmente, inicia-se o tratamento com 3 aplicações no olho afetado, em intervalos mensais. Depois, realiza-se nova avaliação no consultório, com exames complementares, para observar a necessidade de novas aplicações ou de acompanhamento periódico.

Doenças tratadas pela terapia

Muitas doenças são beneficiadas com o tratamento por meio da injeção intravítrea de antiangiogênico.

Listamos algumas que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Veja:

Degeneração macular relacionada à idade

Conhecida também como degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, essa doença ocorre quando a mácula, uma pequena área da retina responsável pela visão dos detalhes, acaba se degenerando graças à idade.

Nesta doença, são formados neovasos abaixo da retina, causando embaçamento visual e manchas pretas no centro da visão.

Retinopatia diabética

Uma das principais causadoras de cegueira em diabéticos, a retinopatia diabética consiste em alterações nos vasos sanguíneos da retina.

As anormalidades podem fazer com que os vasos se rompam, liberando sangue ou fluidos na cavidade vítrea e na região macular, causando graves problemas e até mesmo a perda total da visão.

Edema macular diabético

O edema macular diabético é uma complicação da doença citada acima.

Se o diabetes não for tratado, há possibilidade de a retinopatia evoluir para um edema. No início, não apresenta sintomas, mas é preciso ficar atento a imagens distorcidas, imagens borradas e dificuldade em enxergar cores.

Pós-terapia

O paciente é liberado depois do procedimento, com a recomendação de contatar imediatamente o seu oftalmologista caso tenha dor, diminuição da visão ou secreção ocular nos dias seguintes.

Se for o caso, o uso de antibióticos tópicos oculares é controverso. Como eles podem alterar a flora conjuntival e promover resistência bacteriana, a recomendação é não os utilizar.

Vantagens do procedimento

A retina é a parte mais isolada e de difícil acesso para medicamentos, devido à sua posição dentro do globo ocular.

Por isso, a principal vantagem deste tipo de procedimento é a eficácia da injeção para adentrar a cavidade intraocular.

Além disso, a recuperação é rápida, não é necessária internação e é rara a ocorrência de complicações.

A terapia antiangiogênica só pode ser aplicada por um retinólogo. Procure sempre um médico oftalmologista para realizar exames de rotina!

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Terapia Antiangiogênica: Você conhece esse tratamento?

A terapia antiangiogênica é um procedimento cada vez mais utilizado no tratamento de doenças que afetam a retina.

Essa técnica surgiu nos anos 2000 e trata-se da aplicação de fármacos que diminuem a proliferação e a permeabilidade de vasos sanguíneos no interior dos olhos. Isto é, esse tratamento interrompe o crescimento de vasos anormais para dentro da retina.

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Geralmente, inicia-se o tratamento com 3 aplicações no olho afetado, em intervalos mensais. Depois, realiza-se nova avaliação no consultório, com exames complementares, para observar a necessidade de novas aplicações ou de acompanhamento periódico.

Doenças tratadas pela terapia

Muitas doenças são beneficiadas com o tratamento por meio da injeção intravítrea de antiangiogênico.

Listamos algumas que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Veja:

Degeneração macular relacionada à idade

Conhecida também como degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, essa doença ocorre quando a mácula, uma pequena área da retina responsável pela visão dos detalhes, acaba se degenerando com a idade.

Nesta doença, são formados neovasos abaixo da retina, causando embaçamento visual e manchas pretas no centro da visão.

Retinopatia diabética

Uma das principais causadoras de cegueira em diabéticos, a retinopatia diabética consiste em alterações nos vasos sanguíneos da retina.

As anormalidades podem fazer com que os vasos se rompam, liberando sangue ou fluidos na cavidade vítrea e na região macular, causando graves problemas e até mesmo a perda total da visão.

Edema macular diabético

O edema macular diabético é uma complicação da doença citada acima.

Se o diabetes não for tratado, há possibilidade de a retinopatia evoluir para um edema. No início, não apresenta sintomas, mas é preciso ficar atento a imagens distorcidas, imagens borradas e dificuldade em enxergar cores.

Pós-terapia

O paciente é liberado depois do procedimento, com a recomendação de contatar imediatamente o seu oftalmologista caso tenha dor, diminuição da visão ou secreção ocular nos dias seguintes.

Se for o caso, o uso de antibióticos tópicos oculares é controverso. Como eles podem alterar a flora conjuntival e promover resistência bacteriana, a recomendação é não os utilizar.

Vantagens do procedimento

A retina é a parte mais isolada e de difícil acesso para medicamentos, devido à sua posição dentro do globo ocular.

Por isso, a principal vantagem deste tipo de procedimento é a eficácia da injeção para adentrar a cavidade intraocular.

Além disso, a recuperação é rápida, não é necessária internação e é rara a ocorrência de complicações.

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Maculopatia: O que é? E quais os tipos existentes?

A mácula é a região da retina responsável pela visão de alta resolução, que permite enxergar os detalhes. As doenças que afetam essa região, chamadas de maculopatias, podem criar uma mancha central na visão do paciente, reduzindo a qualidade dessa visão de alta resolução.

A mácula tem um papel importante na visão central e qualquer alteração pode comprometê-la.

Continue lendo e saiba mais sobre os tipos e as causas da maculopatia!

Maculopatia diabética

A maculopatia diabética, também conhecida como edema macular diabético, pode afetar apenas a mácula ou toda a retina. É uma consequência da retinopatia diabética, causada pelas complicações da diabetes.

Essa doença é a principal causa de cegueira em pessoas com diabetes devido às alterações que provocam nos vasos sanguíneos da retina.

O tratamento depende do estágio da doença, que pode ser por fotocoagulação a laser, associada ou não a injeções de medicações intraoculares, o que pode estabilizar e melhorar a visão.

Maculopatia degenerativa

A maculopatia degenerativa, ou degeneração macular relacionada à idade, também conhecida como DMRI, é considerada uma das principais causas da perda de visão de um ou dos dois olhos em pacientes acima de 65 anos.

Está dividida em duas formas:

Seca: representa cerca de 90% dos casos e tem uma progressão mais lenta. Acontece quando não ocorre o derrame de fluido e sangue na retina.
Úmida: representa cerca de 10% dos casos e tem uma progressão mais rápida. Alguns vasos sanguíneos anormais crescem debaixo da retina, podendo derramar fluido e sangue, ocasionando edemas e danos na mácula.

Nos estágios iniciais, a doença não apresenta sintomas e o diagnóstico pode ser obtido através do exame de fundo de olho e consultas regulares ao oftalmologista.

Em estágio mais avançado, o paciente pode perceber distorções em imagens e a visão central fica escura. Normalmente, esse paciente é submetido a tratamentos à base de injeção de antiangiogênicos intraoculares, periodicamente.

Maculopatia miópica

Essa é outra doença da retina, secundária à alta miopia, acima de 6 dioptrias, e que pode ocasionar diversas alterações no fundo do olho.

Ela também pode estar ligada a outras patologias oculares, como glaucoma, descolamento de retina, catarata ou doenças sistêmicas, como a Síndrome de Stickler, Marfan e Ehlers-Danlos.

Os pacientes com esse tipo de maculopatia se queixam da visão embaçada. O tratamento pode ser feito com substâncias antiangiogênicas, em geral, para os casos em que ocorre a formação de uma neovascularização abaixo da mácula.

Maculopatia pós facectomia

A maculopatia pós facectomia, também chamada de edema macular cistóide, é caracterizada pelo acúmulo de líquidos na região macular, em aspecto de favo de mel ou estrelar.

É comum em pacientes que tiveram algum tipo de complicação cirúrgica, como cirurgias de catarata, por exemplo. O principal sintoma é a baixa acuidade visual.

Saiba mais sobre acuidade visual em: O que é o teste de acuidade visual?

Para que o tratamento seja bem-sucedido, é importante que a doença seja diagnosticada o mais breve possível e dependerá da gravidade.

As intervenções podem ser feitas com remédios anti-inflamatórios, corticóides ou anti-inflamatórios não hormonais, em geral de uso tópico, como colírios, ou injeções intraoculares de corticóide.

Maculopatia traumática

É mais comum acontecer após algum tipo de trauma, podendo levar ao desenvolvimento de buraco na mácula.

Em alguns casos, está mais relacionado aos danos do que com a intensidade do traumatismo. Quando acontecem hemorragias, buraco na mácula ou descolamento da retina, há necessidade de intervenção cirúrgica.

Maculopatia solar

A maculopatia solar é uma lesão na retina, causada após a observação direta do sol por mais de 90 segundos, que é o tempo máximo para não ocasionar lesões.

Isso pode ocorrer em um dia normal ou durante um eclipse solar sem a devida proteção de óculos de sol. A exposição à solda elétrica também pode causar esse tipo de problema.

Pacientes com essa doença podem apresentar os seguintes sintomas: redução na acuidade visual, metamorfopsias, distorção da visão, fotofobia, discromatopsia, alteração na visão de cores, escotomas, perda momentânea total ou parcial da visão, e dor nos olhos nas primeiras horas após a exposição.

Embora a lesão possa desaparecer entre uma e duas semanas, ela pode evoluir para a maculopatia com baixa visão, tornando importante a consulta com um especialista para diagnosticar a gravidade da lesão.

O tratamento dependerá do tipo, estágio e da forma como essa doença avança.

Como o Campímetro Solaris pode ajudar no diagnóstico da maculopatia?

O Campímetro Solaris foi desenvolvido para avaliar o campo de visão do paciente.

Em algumas doenças, como maculopatias, o campo de visão fica reduzido, e a forma de estabelecer essa perda é através da avaliação do campo de visão, possibilitando identificar a posição e a intensidade da perda.

Esse equipamento é controlado por um software que determina a sensibilidade das áreas visuais de cada olho através de um gráfico.

Os resultados dos exames podem ser em 3D, coloridos, tons de cinza ou numérico. Possui uma interface amigável, de fácil compreensão e em português!

Você pode conferir todas as especificações técnicas do Campímetro Solaris em nosso site: https://www.eyetec.com.br.

Como vimos, existe uma grande variação nos tipos de maculopatias, suas causas e tratamentos. Por isso, é importante obter equipamentos de empresas confiáveis, garantindo o diagnóstico correto e precoce de doenças oculares.

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