Medicina oftalmológica: como a tecnologia mudou esse mercado?

Assim como em diversas outras áreas da medicina, a oftalmologia também tem as suas subespecialidades divididas, isso porque as partes que envolvem a nossa visão são muito mais complexas do que podemos imaginar.
A neuroftalmologia e a oftalmologia, por exemplo, são dois ramos diferentes, que tratam a saúde dos olhos de forma distinta.
Pensando nisso, selecionamos quatro principais distúrbios neuro-oftálmicos que todo oftalmologista deve estar atento, pois podem representar risco de vida ao paciente. Confira a seguir!
Qual a diferença entre neuroftalmologia e oftalmologia?
Resumidamente, podemos dizer que o médico oftalmologista trata das doenças, problemas e alterações que acontecem nos olhos e que têm origem na região da visão.
Já o neuro-oftalmologista é o médico que trata das manifestações oculares relacionadas a problemas do sistema nervoso central que afetam o nervo óptico.
O nosso globo ocular é conectado ao sistema nervoso central por meio do nervo óptico, e toda e qualquer alteração que ocorre nesse sistema é especialidade do neuroftalmologista.
4 principais problemas de neuroftalmologia que todo oftalmologista deve estar atento!
1 – Perda de visão aguda e dolorosa
A perda de visão geralmente considerada aguda se desenvolve dentro de alguns minutos a alguns dias. Ela pode afetar um ou ambos os olhos ou parte de um campo visual.
A perda visual aguda requer avaliação e tratamento urgentes. Nestas circunstâncias, é essencial identificar se a perda visual é devida a um distúrbio ocular, especialmente uma doença da retina, ou a uma neuropatia óptica.
Os sintomas mais comuns são perda visual intermitente ou constante, novas dores de cabeça, claudicação do maxilar e sensibilidade no couro cabeludo.
2 – Hemianopsia bitemporal dolorosa aguda
A hemianopsia bitemporal dolorosa aguda é a perda total ou parcial da metade lateral de ambos os campos visuais, sem atravessar a mediana vertical.
A hemianopsia bitemporal é sentida quando os lados externos dos olhos apresentam perda de visão repentina.
Isso ocorre quando a lesão cerebral está localizada onde os nervos ópticos se cruzam.
3 – Oftalmoplegia dolorosa aguda
A oftalmoplegia internuclear é o comprometimento dos movimentos horizontais dos olhos causado por lesão em certas conexões entre os centros nervosos no tronco cerebral, parte inferior do cérebro.
Pode ser unilateral ou bilateral.
Os primeiros sintomas incluem sensibilidade nos seios da face, dores de cabeça e rinorreia sangrenta ou purulenta.
4 – Anisocoria dolorosa aguda
A anisocoria é uma condição em que uma das pupilas fica maior do que a outra, mesmo quando existe o mesmo estímulo em ambas.
Quando a anisocoria ocorre, costuma apresentar sintomas como dores de cabeça, febre, desmaios, baixa da visão e outros.
Vale lembrar que esta lista traz apenas alguns exemplos das doenças que podem acometer os olhos e suas estruturas.
Por isso, em qualquer suspeita de alteração visual, o oftalmologista deve encaminhar seus pacientes ao neuro-oftalmologista para que ele possa diagnosticar e tratar o quanto antes a patologia.
Gostou do conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para mais informações e novidades sobre o universo da oftalmologia!
Tchau!
Dicas de Neuroftalmologia que todo Oftalmologista deve saber!

Assim como em diversas outras áreas da medicina, a oftalmologia também tem as suas subespecialidades divididas, isso porque as partes que envolvem a nossa visão são muito mais complexas do que podemos imaginar.
A neuroftalmologia e a oftalmologia, por exemplo, são dois ramos diferentes, que tratam a saúde dos olhos de forma distinta.
Pensando nisso, selecionamos quatro principais distúrbios neuro-oftálmicos que todo oftalmologista deve estar atento, pois podem representar risco de vida ao paciente. Confira a seguir!
Qual a diferença entre neuroftalmologia e oftalmologia?
Resumidamente, podemos dizer que o médico oftalmologista trata das doenças, problemas e alterações que acontecem nos olhos e que têm origem na região da visão.
Já o neuro-oftalmologista é o médico que trata das manifestações oculares relacionadas a problemas do sistema nervoso central que afetam o nervo óptico.
O nosso globo ocular é conectado ao sistema nervoso central por meio do nervo óptico, e toda e qualquer alteração que ocorre nesse sistema é especialidade do neuroftalmologista.
4 principais problemas de neuroftalmologia que todo oftalmologista deve estar atento!
1 – Perda de visão aguda e dolorosa
A perda de visão geralmente considerada aguda se desenvolve dentro de alguns minutos a alguns dias. Ela pode afetar um ou ambos os olhos ou parte de um campo visual.
A perda visual aguda requer avaliação e tratamento urgentes. Nestas circunstâncias, é essencial identificar se a perda visual é devida a um distúrbio ocular, especialmente uma doença da retina, ou a uma neuropatia óptica.
Os sintomas mais comuns são perda visual intermitente ou constante, novas dores de cabeça, claudicação do maxilar e sensibilidade no couro cabeludo.
2 – Hemianopsia bitemporal dolorosa aguda
A hemianopsia bitemporal dolorosa aguda é a perda total ou parcial da metade lateral de ambos os campos visuais, sem atravessar a mediana vertical.
A hemianopsia bitemporal é sentida quando os lados externos dos olhos apresentam perda de visão repentina.
Isso ocorre quando a lesão cerebral está localizada onde os nervos ópticos se cruzam.
3 – Oftalmoplegia dolorosa aguda
A oftalmoplegia internuclear é o comprometimento dos movimentos horizontais dos olhos causado por lesão em certas conexões entre os centros nervosos no tronco cerebral, parte inferior do cérebro.
Pode ser unilateral ou bilateral.
Os primeiros sintomas incluem sensibilidade nos seios da face, dores de cabeça e rinorreia sangrenta ou purulenta.
4 – Anisocoria dolorosa aguda
A anisocoria é uma condição em que uma das pupilas fica maior do que a outra, mesmo quando existe o mesmo estímulo em ambas.
Quando a anisocoria ocorre, costuma apresentar sintomas como dores de cabeça, febre, desmaios, baixa da visão e outros.
Vale lembrar que esta lista traz apenas alguns exemplos das doenças que podem acometer os olhos e suas estruturas.
Por isso, em qualquer suspeita de alteração visual, o oftalmologista deve encaminhar seus pacientes ao neuro-oftalmologista para que ele possa diagnosticar e tratar o quanto antes a patologia.
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Tudo o que você precisa saber sobre as principais doenças oculares!

As doenças oculares são problemas oftalmológicos causados por inúmeros motivos, que vão desde causas genéticas até os maus hábitos do dia a dia. A visão é um dos sentidos mais importantes que possuímos, e é responsável por 85% das atividades processadas pelo cérebro. No Brasil, o último Censo Demográfico (IBGE 2010) identificou mais de 35 […]
Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!

O crosslinking é um método cirúrgico inovador que tem apresentado ótimos resultados no tratamento do ceratocone.
Ceratocone
Ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.
À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.
Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:
Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.
É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.
O que é crosslinking?
O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, pode retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.
Embora essa técnica possa ser considerada recente, ela surgiu há quase vinte anos na Europa.
Há muito tempo os médicos vêm buscando uma maneira de minimizar os efeitos do ceratocone e manter a saúde visual dos pacientes.
A princípio, esse tratamento era utilizado apenas para a correção de miopia leve. Depois, passou a ser usado no tratamento de pacientes com ceratocone, para aumentar sua tolerância a lentes de contato.
Terapias combinadas e novas abordagens do crosslinking são consideradas inovadoras e estão em desenvolvimento, para reduzir o tempo de tratamento e o pós-operatório, proporcionando resultados mais satisfatórios.
Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA), associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.
No crosslinking, ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.
A realização do crosslinking corneano depende do avanço da doença e de fatores externos.
É indicado para pacientes com ceratocone em estágio inicial, pacientes jovens, adolescentes, casos em que a doença esteja em progressão e pacientes que já foram submetidos à cirurgia refrativa.
De forma geral, casos em estágio de leve a moderado apresentam bons resultados, mas alguns estudos estão comprovando a eficácia do tratamento em estágios mais avançados do ceratocone.
Em relação aos fatores externos, o tratamento não é indicado para gestantes, lactantes e pessoas que já tiveram alguma doença na superfície ocular.
É importante lembrar que cada caso deve ser avaliado pelo oftalmologista.
Lembrando que a função desse tratamento não é reduzir a doença, mas evitar a progressão.
Quais são os benefícios desse tratamento?
O crosslinking, mesmo sendo considerado um procedimento cirúrgico, é menos invasivo do que as demais cirurgias oftalmológicas.
Grande parte dos pacientes que são submetidos a esse tratamento conseguem estagnar a progressão da doença, e outros ainda conseguem controlar o avanço de forma bem significativa.
Outro benefício é que 25% dos pacientes que passam por esse tratamento apresentam a diminuição do grau de problemas oftalmológicos causados pelo ceratocone, como o astigmatismo e a miopia, embora esse não seja o objetivo principal do procedimento.
Pós-operatório
Essa é uma técnica minimamente invasiva, utilizada apenas com anestesia tópica com colírios. Tem aproximadamente 1 hora de duração e o paciente recebe alta logo após o procedimento, sem necessidade de internação.
Após o tratamento, é necessário que o paciente use medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios, por aproximadamente 20 dias, com acompanhamento médico.
O paciente pode apresentar algumas alterações temporárias, como inchaço, fotofobia, visão embaçada ou dupla, mas são sintomas que diminuem com o passar das semanas de recuperação.
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Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.
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O que é o teste de acuidade visual?

Doenças oculares
As doenças oculares são problemas oftalmológicos causados por diversos motivos, sejam eles genéticos ou devido aos hábitos e estilo de vida. Com o passar do tempo, essas doenças podem evoluir, causando dificuldade na visão e, em casos mais graves, levar à cegueira.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há no mundo cerca de 285 milhões de pessoas que sofrem com algum tipo de doença ocular, sendo que de 60 a 80% dessas doenças poderiam ser evitadas ou tratadas.
De acordo com o último Censo Demográfico (IBGE 2010), no Brasil, cerca de 35 milhões de pessoas possuem alguma dificuldade visual.
A visão é responsável por 85% das atividades processadas pelo cérebro, e é um dos sentidos mais importantes do corpo humano.
Apesar dessa importância, em 2019, uma pesquisa realizada pelo Ibope mostrou que 34% dos brasileiros nunca foram ao oftalmologista. Infelizmente, esse tipo de consulta só é realizado quando há real necessidade de usar óculos ou com o surgimento de algum incômodo nos olhos.
Alguns sintomas de doenças oculares são: visão embaçada, tremor nos olhos, dificuldades em se adaptar à luz, olhos vermelhos e lacrimejando.
Consultas periódicas ao oftalmologista podem prevenir algumas doenças e o tratamento precoce pode evitar a evolução de muitos casos.
Adotar alguns hábitos para o conforto e qualidade dos olhos, como evitar exposição ao sol sem usar óculos apropriado, prevenir exposição excessiva a telas, como TV, computador e celular, e poupar coçar os olhos, também podem evitar doenças.
Teste de acuidade visual: o que é, como funciona e por que é importante?
Acuidade é a capacidade de percepção de um indivíduo. Quando falamos em acuidade visual, é a grande capacidade que a pessoa tem em enxergar o dia a dia com nitidez, conseguindo distinguir as cores, as formas, os contornos, entre outros.
O teste de acuidade visual é o mais utilizado para identificar qual o grau de refração de um paciente, e é capaz de identificar algum tipo de problema ocular em qualquer idade.
Os erros de refração mais comuns e identificados com esse tipo de teste são as ametropias: miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia.
O método mais prático para a realização do exame é com a tabela de Snellen, existente desde 1862, que foi desenvolvida pelo oftalmologista Herman Snellen. Ela é composta por várias linhas e letras de diferentes tamanhos.
O paciente deverá ficar a uma distância padrão da tabela, de 6 metros, e falar até onde consegue ler com facilidade, com cada olho. A relação entre a distância e a linha alcançada com nitidez mostra a acuidade visual daquele olho.
Se a baixa acuidade é detectada nesse exame, outros exames devem ser solicitados para melhor entendimento do caso.
Outra forma de medir a acuidade visual é através da Medida do Potencial de Acuidade (PAM), utilizada em pacientes que já apresentam alguma doença ocular. Também é possível identificar se há uma boa função da mácula.
Geralmente é utilizado antes da cirurgia de catarata ou transplante de córnea. Nesse caso, a tabela é projetada no fundo do olho do paciente através de um aparelho com um laser. O único preparatório para o exame é a dilatação das pupilas.
O teste de acuidade visual é o primeiro passo de uma consulta ao oftalmologista e deve ser feito em praticamente todas as consultas e doenças oculares. Assim sendo, o teste de acuidade visual é uma medida importante para saber o quão bem você enxerga, de forma rápida e simples.
Por isso, é importante manter as consultas e exames em dia, evitando o avanço de doenças ou descobertas tardias.
Tela de Acuidade Slim – um novo conceito em instrumentos para a medição da acuidade visual!
O objetivo do teste de acuidade visual é identificar como as pessoas enxergam as cores, as formas e os contornos dos objetos, ou seja, como elas enxergam o dia a dia.
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