Como funciona o aluguel de equipamentos oftalmológicos?

Se você tem um consultório ou trabalha em um hospital, já deve ter ouvido falar sobre as vantagens dos aluguéis de equipamentos oftalmológicos.

Além de ser vantajoso pela questão financeira, essa escolha é uma alternativa interessante para quem deseja ter recursos tecnológicos como benefício para seus pacientes, mas esses são apenas dois pontos.

Por isso, se você deseja saber o que deve analisar antes de locar equipamentos médicos, leia este artigo até o final e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

Como funciona o aluguel de equipamentos oftalmológicos?

Nesta forma de serviço, o cliente recebe o aparelho de acordo com o contrato que fez com o fornecedor e realiza os exames em seu serviço, sem ter apoio na interpretação dos exames com laudo à distância.

Assim, empresas que não têm o dinheiro necessário para fazer o investimento da compra podem usufruir do equipamento. Contudo, nessa modalidade, o cliente também fica responsável por laudar os exames.

Qual é o melhor momento para alugar equipamentos oftalmológicos?

Já comentando isso no tópico acima, não importa se você tem uma clínica, consultório ou hospital: a escolha do aluguel de equipamentos pode trazer inúmeros benefícios para o seu negócio a médio e longo prazo.

Mas, antes de tudo, a sua estratégia de aluguel deve estar alinhada às principais necessidades da sua empresa.

Digamos que a sua unidade de atendimento percebe um aumento de demanda e deseja ampliar sua oferta de exames, mas não tem recursos suficientes para comprar novos aparelhos. A locação é uma ótima alternativa.

No mesmo sentido, se os gastos com manutenções ou com equipe clínica para emissão de laudos estão muito altos, o aluguel também é muito indicado para equilibrar as receitas.

Quais são as vantagens?

As vantagens são muitas, principalmente quando comparadas às adversidades presentes na rotina de um hospital ou consultório.

Essa escolha vai desde a troca de máquinas que estão se tornando obsoletas após anos de utilização, até a modernização da estrutura, a reorganização de equipamentos parados que geram custos sem agregar valor, e assim por diante.

Ou seja, o ideal é avaliar a situação do seu negócio de saúde e determinar em quais pontos o aluguel de equipamentos médicos é capaz de suprir as suas necessidades e desejos em relação à qualidade do seu serviço.

Alugue seu equipamento na Eyetec!

Pioneira no mercado oftalmológico, a Eyetec está há mais de 20 anos oferecendo produtos e serviços inovadores.

Alugamos uma linha completa de equipamentos para cada especialidade, com todas as novidades e tecnologias do mercado mundial.

Para saber mais sobre os benefícios do aluguel de equipamentos médicos, entre em contato com a nossa equipe especializada e transforme sua clínica ou consultório em referência.

Este artigo tirou as suas dúvidas a respeito deste assunto? Esperamos que sim! Continue acompanhando nosso Blog e até a próxima! 😊

Entenda o uso da telemedicina na área da oftalmologia!

A telemedicina já é uma realidade no Brasil, sendo uma solução para consultas oftalmológicas aos pacientes que moram em locais afastados dos centros urbanos, já que ela permite o exercício da medicina à distância.

Neste texto vamos explicar o conceito de telemedicina e os benefícios que ela proporciona aos pacientes e clínicas oftalmológicas. Confira!

O conceito da telemedicina

A telemedicina é uma forma de atendimento médico muito efetiva, que gera um diagnóstico e tomada de condutas baseada em informações colhidas com o paciente através de sistemas de telecomunicação e avaliação de exames complementares.

Um ponto importante é que ela coloca o paciente ainda mais participativo na atenção médica, pois ele deve entender as vantagens e desvantagens desta modalidade de atendimento, e ficar ainda mais atento aos sintomas e tratamentos realizados. Por isso, o paciente fica ainda mais proativo no cuidado com sua própria saúde.

Diversas formas de autoexame estão em constante avaliação e podem ter indicação de serem aplicados a algumas doenças, como degeneração macular, membrana epirretiniana e retinopatia diabética com edema macular.

Além disso, aplicativos de celular e sites estão trazendo cada vez mais maneiras de acompanhamento das doenças e, assim, o médico consegue acessar esses dados e avaliar mudanças de conduta que sejam necessárias.

As aplicações da telemedicina em oftalmologia

A telemedicina pode acontecer de diversas maneiras, inclusive na troca de informações entre médicos.

No primeiro caso, a transmissão de dados sobre o paciente pode ser recebida em tempo real e contar com o auxílio de um profissional da saúde ou outra pessoa qualificada para enviar e receber as informações.

Já a interação entre dois médicos ocorre com a presença física de um oftalmologista junto ao paciente, que transmite informações eletrônicas a um médico especialista, como um retinólogo que se encontra em outro local, para que ele emita uma opinião de acordo com a qualidade e quantidade de dados recebidos.

Veja algumas modalidades de realização da telemedicina
1 – Teleorientação

Médicos interagem com o paciente através de uma anamnese convencional e realizam orientação de condutas à distância, incluindo a prescrição de medicamentos e solicitação de exames complementares.

2 – Telemonitoramento

O médico faz a avaliação de exames e o acompanhamento do tratamento instituído em uma consulta presencial.

Nesta modalidade, o paciente já foi em uma consulta presencial com o médico, que fez o diagnóstico e prescreveu o tratamento. Numa outra oportunidade, o paciente e seus exames são reavaliados de maneira remota.

3 – Teleinterconsulta

É realizada quando dois médicos interagem entre si e um envia informações sobre o paciente para um segundo, geralmente um especialista no assunto.

Podemos citar como exemplo um oftalmologista que é o médico assistente do paciente entra em contato com um especialista em retina para que este participe da avaliação do paciente com solicitação e avaliação de exames e formulação do diagnóstico.

Caso seja necessário, o paciente é encaminhado para avaliação presencial com o especialista.

4 – Telediagnóstico

Já regulamentada de longa data, é a emissão de laudos à distância com o médico avaliando as imagens de um exame.

Muito usada quando técnicos treinados fazem a captura das imagens juntamente com o paciente, e médicos especialistas emitem o laudo em outro local.

5 – Inteligência artificial

É a utilização de softwares para realizar diagnósticos, substituindo o trabalho manual do homem.

Dentro da oftalmologia, a inteligência artificial tem sido muito estudada principalmente em doenças da retina, como retinopatia diabética.

Através da imagem do fundo de olho de um paciente, o computador identifica sinais da doença e sugere o encaminhamento do paciente para uma avaliação com o especialista em retina.

Benefícios da telemedicina para a oftalmologia

A telemedicina beneficia não só os pacientes como também os gestores e profissionais da área de oftalmologia.

As principais vantagens que o atendimento remoto proporciona são:

Armazenamento na nuvem;
Aumento da produtividade;
Exame realizado por um especialista;
Redução de custos.

Como vimos, o avanço da tecnologia permite grandes inovações no atendimento oftalmológico, um deles se refere à implantação da telemedicina.

Vale lembrar que os profissionais devem priorizar a segurança das informações e privacidade dos pacientes!

Gostou deste artigo? Acompanhe nosso blog para mais conteúdos sobre esse e outros assuntos que envolvem o universo da oftalmologia.

Até a próxima!

Certificação Digital: O que é e por que o médico precisa ter a sua?

A certificação digital é uma estratégia de segurança eletrônica para uma empresa, já que é responsável por confirmar sua identidade e mediar o acesso às informações.

Apesar de ser um recurso muito utilizado, ainda é pouco explorado em hospitais e, menos ainda, em clínicas e consultórios. Apenas 11% dos médicos brasileiros sabem o que é Certificação Digital e suas funcionalidades.

Então, leia este artigo até o final, entenda o que é o Certificado Digital e conheça as suas principais funcionalidades. Acompanhe!

O que é um certificado digital?

Na prática, um certificado digital equivale a uma carteira de identidade virtual que possibilita emitir documentos e notas fiscais eletrônicas.

Ele permite ainda que empresas, pessoas e entidades realizem operações na internet.

Nele você encontra:

Nome do titular;
Identidade civil;
Nome e assinatura da Autoridade Certificadora que o emitiu.

Com um certificado, você protege suas informações no mundo digital, oferecendo segurança, autenticidade, confidencialidade e integridade.

Uma carteira de identidade que garante a proteção contra terceiros das partes envolvidas.

Para que serve?

As aplicações do Certificado Digital são inúmeras. As principais são:

Contratos;
Laudos;
Petições;
Procurações;
Notas fiscais;
Recibos;
Promissórias;
Transações bancárias;
Acessar funcionalidades da Receita Federal.

Perceba que a principal funcionalidade do Certificado Digital é a garantia da veracidade e da segurança de atividades eletrônicas. Por isso, a certificação é uma tendência no mercado!

Por que devo fazer um certificado digital?

Hoje, com o avanço da tecnologia, muitas clínicas oftalmológicas já fazem uso de processos digitais para cuidar, certificar e transmitir prontuários eletrônicos.

E também são usados para cuidar dos aspectos administrativos, como, por exemplo, declaração de imposto de renda. Todos esses processos, e muitos outros mais, são agilizados com uma certificação digital.

Afinal, o Certificado Digital traz maior segurança para as rotinas jurídicas e contábeis da empresa, bem como reduz custos e investimento de tempo.

Assim, você pode dedicar mais tempo para seus pacientes, humanizando seu atendimento.

Como obtenho o meu certificado?

Vamos lá! Para obter o seu certificado você precisa:

Escolha uma Autoridade Certificadora da ICP-Brasil;
Solicite a emissão de certificado digital à autoridade escolhida. A AC também pode informar sobre aplicações, custos, formas de pagamento, equipamentos, documentos necessários e demais exigências;
Após ter solicitado, é preciso ir pessoalmente a uma Autoridade de Registro com os documentos necessários para validação presencial das informações passadas;
Com essas etapas cumpridas, você pode configurar seu token ou smartcard com certificado digital.
Quais são os tipos de certificado?

Hoje há dois tipos de certificados. Escolha de acordo com suas necessidades:

e-CPF: um CPF virtual, que pode ser usado para entrega de declarações e outros documentos digitais. Exige assinatura digital;
e-CNPJ: serve para emitir notas fiscais eletrônicas, transmitir escrituração fiscal digital e outras obrigatoriedades.

A Certificação Digital é mais uma dentre tantas outras facilidades que a tecnologia agregou à medicina e ao dia a dia do oftalmologista.

Pesquise sempre as melhores formas de oferecer o melhor atendimento possível, facilitando o seu trabalho!

Continue acompanhando o Blog da Eyetec para mais novidades e informações sobre oftalmologia. Tchau!

Inclusão Social: tecnologia assistiva e inovações para pessoas com deficiência visual

Dia 21 de setembro é celebrado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência no Brasil.

Esta data foi criada com o objetivo de conscientizar sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.

O preconceito e a inacessibilidade pública também são dois pontos centrais a serem debatidos durante esta data, e que são responsáveis por dificultar a vida dessas pessoas.

Pensando nisso, elaboramos este post para você conhecer recursos e serviços que proporcionam ou ampliam habilidades funcionais de pessoas com deficiência visual. E, dessa maneira, contribuir bastante para a inclusão social desse segmento, promovendo uma vida mais independente e com mais qualidade!

O que é tecnologia assistiva?

Tecnologias assistivas ou ajudas técnicas são produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.

Para a pessoa com deficiência visual, dentro do panorama de recursos existentes, destacam-se os equipamentos eletrônicos e de informática com contínuo desenvolvimento tecnológico e que proporcionam recursos para a promoção do desempenho na realização de tarefas.

A pessoa com baixa visão dispõe de recursos eletrônicos e de informática que podem oferecer ampliações maiores e substituição da visão por meio de interfaces sonoras e táteis. Assim, auxiliam a pessoa com deficiência visual profunda e cegueira quanto ao acesso à informação.

Ampliação eletrônica da imagem

O principal auxílio eletrônico para ampliação da imagem é conhecido como CCTV, circuito fechado de televisão, ou auxílios de videoampliação, também chamados de SVA ou videomagnificação.

Podem ser modelos de mesa, portáteis e montados em armações.

Informática

Soluções de acessibilidade estão presentes em praticamente todas as plataformas e aparelhos que dependem da tecnologia da informática, desde computadores pessoais e dispositivos móveis até eletrodomésticos.

Os recursos de informática para pessoas com deficiência visual funcionam mediante interfaces que representam a informação através de diversos sentidos: visuais, sonoros, hápticos, tato, propriocepção ou uma combinação deles.

Inovações tecnológicas
A inteligência artificial já permite o reconhecimento de objetos, pessoas e ambientes em tempo real a partir do celular por meio de aplicativos como o Seeing AI®, da Microsoft, ou sistemas autônomos vestíveis como o OrCam My Eye 2®, da OrCam;
A realidade aumentada sobrepõe nas telas de celulares e outros dispositivos vestíveis imagens do mundo real e objetos virtuais, o que permite colocar dados suplementares sobre o mundo real ao alcance do usuário, inclusive das pessoas com deficiência visual;
A internet das coisas e as cidades inteligentes colocam computadores em objetos do mundo real, como televisores, eletrodomésticos e locais físicos na infraestrutura das cidades, todos ligados à internet. Ou seja, os computadores vão estar cada vez mais presentes nos objetos do nosso entorno.

A informática é fundamental para assegurar o acesso à informação de forma geral, à cultura, à comunicação, à educação, ao trabalho e ao lazer.

Dessa forma, é importante incentivar pessoas com deficiência visual a aprender a usar as tecnologias de informação e comunicação modernas para garantir sua independência, autonomia e inclusão plena na sociedade!

Benefícios da tecnologia assistiva

A aplicação das tecnologias assistivas para a realização de atividades traz uma série de vantagens, e a descomplicação das barreiras diárias pode ser sentida pelas pessoas que utilizam esses produtos em seu dia a dia.

Veja alguns exemplos:

Desempenho de tarefas cotidianas;
Mobilidade e funções manuais;
Comunicação;
Leitura;
Acessibilidade ao computador.

Como vimos, a tecnologia assistiva tem contribuído muito para que a pessoa com deficiência visual tenha cada vez mais autonomia e qualidade de vida.

Além de facilitar as atividades cotidianas, esses dispositivos acabam proporcionando o acesso aos recursos oferecidos pelo meio social e a apropriação das experiências da própria cultura, fundamentais nos processos de aprendizagem e desenvolvimento.

A tecnologia assistiva está em constante aprimoramento, passando sempre por inovações. E, além de ser um direito, a acessibilidade favorece as interações e o combate aos preconceitos!

Gostou do conteúdo? Aproveite e leia: Quais requisitos preciso cumprir para abrir uma clínica oftalmológica?

Continue acompanhando nosso blog para mais informações e conteúdos e até a próxima!

Atendimento Humanizado: o que é e por que faz diferença no tratamento?

Na maioria das vezes, ao buscar uma clínica oftalmológica ou qualquer outra instituição de saúde, o paciente está fragilizado e inseguro. Logo, a forma como ele é acolhido no atendimento, desde o primeiro contato, faz toda diferença!

No conteúdo de hoje, vamos falar sobre o conceito do atendimento humanizado ao paciente e te mostrar como algumas atitudes do médico impactam nos resultados dos tratamentos. Acompanhe!

Leia também: Paciente cirúrgico: o que ele busca em uma clínica oftalmológica?

O que é a humanização no atendimento?

Para entender melhor a importância da humanização no atendimento, é preciso entender que muitas vezes o paciente não busca apenas uma solução para o seu problema de saúde ocular, mas também o alívio e conforto pessoal.

Isso porque, quando uma pessoa tem determinada doença ou mesmo um desconforto simples, ela pode ficar emocionalmente desestabilizada, gerando consequências emocionais, econômicas, sociais e espirituais, em maior ou menor grau.

Em vista disso, o atendimento humanizado está ligado à forma como o paciente é tratado, desde a sua entrada em uma unidade de saúde até a sua saída.

Isto é, o atendimento humanizado é a forma como os oftalmologistas atendem os pacientes, pensando na união entre qualidade de atendimento e clínica, oferecendo conforto, tranquilidade e segurança.

O médico deve ser capaz de sentir e lidar com todas as preocupações e inseguranças do paciente, dando atenção verdadeira e esclarecendo dúvidas e incômodos, por menores que eles sejam em relação ao quadro clínico.

Aqui cabe uma observação extremamente importante: a humanização do atendimento ao cliente não é uma responsabilidade exclusiva do médico, mas de toda a equipe que está trabalhando no momento.

É preciso que todos os funcionários da clínica ou consultório proporcionem um tratamento individualizado e respeitoso ao paciente, oferecendo, além de atenção e respeito, uma infraestrutura adequada para atendimento às necessidades específicas.

Qual é a importância do atendimento humanizado?

A relação do médico e paciente, no geral, se resume em consultas, exames, diagnósticos e procedimentos. Porém, como citamos acima, o paciente nem sempre busca apenas uma maneira rápida de solucionar seu problema. Ele também espera que o médico o atenda de forma amigável, confiável e única, respeitando suas particularidades.

Segundo o Ministério da Saúde, a humanização é a valorização dos usuários, trabalhadores e gestores no processo de produção de saúde, por meio da criação de vínculos solidários, da responsabilidade compartilhada e da participação coletiva nos processos de trabalho, objetivando a mudança na cultura da atenção aos pacientes.

Existem alguns pontos muito positivos que definem o atendimento humanizado. Veja a seguir!

Entender a dor do paciente

Cada pessoa que passa pelo consultório ou clínica tem suas dificuldades em particular, e ter empatia para compreender isso, oferecendo assim um atendimento personalizado e eficiente, é o principal pilar do atendimento humanizado.

Pode ter certeza de que uma pessoa que sente confiança no profissional certamente terá resultados melhores com os tratamentos propostos. Por isso, é essencial explicar muito bem ao paciente qual a doença em questão, as causas e as formas de tratamento.

Assim, o paciente tem a certeza de que terá uma boa experiência, independentemente do momento em que ele possa estar.

Melhorar as respostas aos tratamentos propostos

Um atendimento humanizado também deixa o paciente mais otimista em relação aos tratamentos.

Então, se ele for encorajado a enfrentar todas as etapas com otimismo, é possível que ele consiga ter um procedimento médico muito mais seguro e eficiente.

Quando a equipe trata o paciente com carinho e considera suas questões individuais, como condição familiar, histórico psicológico, razões socioculturais, medos, angústias e limitações, consegue que ele abrace o tratamento oferecido com maior confiança e abertura!

O que deve ser oferecido no atendimento humanizado?

É importante entender que o atendimento humanizado envolve não apenas bons profissionais, como também procedimentos, normas, regras e infraestrutura que atendam às necessidades dos pacientes.

Confira a seguir os pontos que devem ser apresentados aos usuários nesse processo de atendimento:

Ética profissional;
Tratamento individualizado;
Cuidado realizado com empatia;
Respeito à intimidade e às diferenças;
Infraestrutura adequada.
Como implementar esse conceito?

Agora que entendemos o quanto é importante e fundamental o tratamento humanizado, é preciso garantir que o tratamento seja feito conforme as expectativas e necessidades de cada paciente.

Portanto, para que o cuidado seja efetivo e traga resultados positivos, além de estabelecer uma comunicação com o paciente, ouvir, compreender e buscar proximidade e confiança necessária para realizar o melhor tratamento, existem outras ações indispensáveis para implementar o atendimento humanizado nas clínicas ou consultórios de oftalmologia.

Entre elas, podemos destacar:

Oferecer vários canais de atendimento;
Treinar constantemente a equipe de atendimento;
Reduzir filas e tempo de espera;
Permitir acompanhamento dos familiares;
Garantir que os direitos dos pacientes sejam assegurados;
Facilitar e ampliar o acesso à informação para os pacientes.

Como vimos, o atendimento humanizado nas clínicas e consultórios pode fazer toda diferença!

O seu consultório já oferece um atendimento humanizado ou você ainda está buscando implementar essa prática?

Aproveite que agora você já conhece tudo sobre a humanização no atendimento à saúde e não poupe esforços para melhorar a vida dos pacientes!

Saiba que todas as mudanças vão ensinar e somar à carreira dos médicos oftalmologistas, recepcionistas, profissionais da limpeza, seguranças e outros.

Até a próxima! 😊

Medicina oftalmológica: como a tecnologia mudou esse mercado?

Assim como em diversas outras áreas da medicina, a oftalmologia também tem as suas subespecialidades divididas, isso porque as partes que envolvem a nossa visão são muito mais complexas do que podemos imaginar.

A neuroftalmologia e a oftalmologia, por exemplo, são dois ramos diferentes, que tratam a saúde dos olhos de forma distinta.

Pensando nisso, selecionamos quatro principais distúrbios neuro-oftálmicos que todo oftalmologista deve estar atento, pois podem representar risco de vida ao paciente. Confira a seguir!

Qual a diferença entre neuroftalmologia e oftalmologia?

Resumidamente, podemos dizer que o médico oftalmologista trata das doenças, problemas e alterações que acontecem nos olhos e que têm origem na região da visão.

Já o neuro-oftalmologista é o médico que trata das manifestações oculares relacionadas a problemas do sistema nervoso central que afetam o nervo óptico.

O nosso globo ocular é conectado ao sistema nervoso central por meio do nervo óptico, e toda e qualquer alteração que ocorre nesse sistema é especialidade do neuroftalmologista.

4 principais problemas de neuroftalmologia que todo oftalmologista deve estar atento!
1 – Perda de visão aguda e dolorosa

A perda de visão geralmente considerada aguda se desenvolve dentro de alguns minutos a alguns dias. Ela pode afetar um ou ambos os olhos ou parte de um campo visual.

A perda visual aguda requer avaliação e tratamento urgentes. Nestas circunstâncias, é essencial identificar se a perda visual é devida a um distúrbio ocular, especialmente uma doença da retina, ou a uma neuropatia óptica.

Os sintomas mais comuns são perda visual intermitente ou constante, novas dores de cabeça, claudicação do maxilar e sensibilidade no couro cabeludo.

2 – Hemianopsia bitemporal dolorosa aguda

A hemianopsia bitemporal dolorosa aguda é a perda total ou parcial da metade lateral de ambos os campos visuais, sem atravessar a mediana vertical.

A hemianopsia bitemporal é sentida quando os lados externos dos olhos apresentam perda de visão repentina.

Isso ocorre quando a lesão cerebral está localizada onde os nervos ópticos se cruzam.

3 – Oftalmoplegia dolorosa aguda

A oftalmoplegia internuclear é o comprometimento dos movimentos horizontais dos olhos causado por lesão em certas conexões entre os centros nervosos no tronco cerebral, parte inferior do cérebro.

Pode ser unilateral ou bilateral.

Os primeiros sintomas incluem sensibilidade nos seios da face, dores de cabeça e rinorreia sangrenta ou purulenta.

4 – Anisocoria dolorosa aguda

A anisocoria é uma condição em que uma das pupilas fica maior do que a outra, mesmo quando existe o mesmo estímulo em ambas.

Quando a anisocoria ocorre, costuma apresentar sintomas como dores de cabeça, febre, desmaios, baixa da visão e outros.

Vale lembrar que esta lista traz apenas alguns exemplos das doenças que podem acometer os olhos e suas estruturas.

Por isso, em qualquer suspeita de alteração visual, o oftalmologista deve encaminhar seus pacientes ao neuro-oftalmologista para que ele possa diagnosticar e tratar o quanto antes a patologia.

Gostou do conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para mais informações e novidades sobre o universo da oftalmologia!

Tchau!

Dicas de Neuroftalmologia que todo Oftalmologista deve saber!

Assim como em diversas outras áreas da medicina, a oftalmologia também tem as suas subespecialidades divididas, isso porque as partes que envolvem a nossa visão são muito mais complexas do que podemos imaginar.

A neuroftalmologia e a oftalmologia, por exemplo, são dois ramos diferentes, que tratam a saúde dos olhos de forma distinta.

Pensando nisso, selecionamos quatro principais distúrbios neuro-oftálmicos que todo oftalmologista deve estar atento, pois podem representar risco de vida ao paciente. Confira a seguir!

Qual a diferença entre neuroftalmologia e oftalmologia?

Resumidamente, podemos dizer que o médico oftalmologista trata das doenças, problemas e alterações que acontecem nos olhos e que têm origem na região da visão.

Já o neuro-oftalmologista é o médico que trata das manifestações oculares relacionadas a problemas do sistema nervoso central que afetam o nervo óptico.

O nosso globo ocular é conectado ao sistema nervoso central por meio do nervo óptico, e toda e qualquer alteração que ocorre nesse sistema é especialidade do neuroftalmologista.

4 principais problemas de neuroftalmologia que todo oftalmologista deve estar atento!
1 – Perda de visão aguda e dolorosa

A perda de visão geralmente considerada aguda se desenvolve dentro de alguns minutos a alguns dias. Ela pode afetar um ou ambos os olhos ou parte de um campo visual.

A perda visual aguda requer avaliação e tratamento urgentes. Nestas circunstâncias, é essencial identificar se a perda visual é devida a um distúrbio ocular, especialmente uma doença da retina, ou a uma neuropatia óptica.

Os sintomas mais comuns são perda visual intermitente ou constante, novas dores de cabeça, claudicação do maxilar e sensibilidade no couro cabeludo.

2 – Hemianopsia bitemporal dolorosa aguda

A hemianopsia bitemporal dolorosa aguda é a perda total ou parcial da metade lateral de ambos os campos visuais, sem atravessar a mediana vertical.

A hemianopsia bitemporal é sentida quando os lados externos dos olhos apresentam perda de visão repentina.

Isso ocorre quando a lesão cerebral está localizada onde os nervos ópticos se cruzam.

3 – Oftalmoplegia dolorosa aguda

A oftalmoplegia internuclear é o comprometimento dos movimentos horizontais dos olhos causado por lesão em certas conexões entre os centros nervosos no tronco cerebral, parte inferior do cérebro.

Pode ser unilateral ou bilateral.

Os primeiros sintomas incluem sensibilidade nos seios da face, dores de cabeça e rinorreia sangrenta ou purulenta.

4 – Anisocoria dolorosa aguda

A anisocoria é uma condição em que uma das pupilas fica maior do que a outra, mesmo quando existe o mesmo estímulo em ambas.

Quando a anisocoria ocorre, costuma apresentar sintomas como dores de cabeça, febre, desmaios, baixa da visão e outros.

Vale lembrar que esta lista traz apenas alguns exemplos das doenças que podem acometer os olhos e suas estruturas.

Por isso, em qualquer suspeita de alteração visual, o oftalmologista deve encaminhar seus pacientes ao neuro-oftalmologista para que ele possa diagnosticar e tratar o quanto antes a patologia.

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Tchau!

Quais requisitos preciso cumprir para abrir uma clínica oftalmológica?

Se você é um oftalmologista, concluiu sua residência e pensa abrir a própria clínica oftalmológica, é importante ter em mente que esse é um desafio que exige muita preparação e conhecimento.

Isso porque, para abrir um consultório, clínica ou hospital oftalmológico, existem diversas necessidades legais que precisam ser cumpridas!

Ficou interessado no assunto? Neste texto falaremos, especificamente, sobre a abertura da clínica oftalmológica para atendimento de consultas e exames complementares, como campo visual, topografia, paquimetria, etc.

Continue a leitura e confira nossas dicas!

Primeiro, elabore um bom planejamento

Uma dica importante para abrir uma clínica oftalmológica é ter um planejamento muito bem feito e ter em mente o que se pretende para o presente e para o futuro, evitando gastos desnecessários.

Por isso, antes de dar início ao seu negócio, coloque todos os gastos iniciais necessários e elabore uma planilha de quanto será preciso disponibilizar. Isso é importante para ter controle do investimento, seus gastos e lucros.

Escolha um bom local

A escolha do local para sua clínica de oftalmologia é fundamental e muito importante. Por isso, leve em consideração um espaço que ofereça fácil acesso, incluindo uma estrutura com estacionamento e que possibilite uma expansão em suas dependências, para evitar uma mudança de endereço no futuro.

Pense em um espaço funcional, com ambientes para recepção, sala de espera, salas para as consultas, setor para administração e um pequeno estoque, bem como uma copa.

Tudo isso tornará o ambiente mais dinâmico e organizado, melhorando a experiência do oftalmologista e dos pacientes!

Atenção às exigências legais e sanitárias

Após definir o local da clínica, é essencial adequá-la de acordo com as exigências legais e sanitárias. Alguns requisitos são fundamentais e obrigatórios. Veja a seguir:

O que é preciso para conseguir uma licença de consultório médico para atendimento de consulta oftalmológica?

São necessários:

Requerimento do médico, dirigido à autoridade sanitária competente, solicitando a licença, com indicação completa do endereço;
Termo de responsabilidade do médico. Geralmente, existem formulários já prontos nos órgãos de vigilância sanitária;
Cópia da carteira de CRM do Estado em que o médico for trabalhar;
Cópia heliográfica da planta baixa do consultório, na escala 1:50. Observar as determinações da Portaria nº 1.884/94;
Relação das atividades que serão realizadas pelo profissional;
Alvará da Vigilância Sanitária, fornecido pela Secretaria Municipal de Saúde. Observar as determinações da Portaria nº 236, de 29/5/92;
Cópia do Alvará de Licença e Localização expedido pela Prefeitura.
O que é fiscalizado pela Vigilância Sanitária para liberação do alvará?
Área física mínima. Este espaço dependerá dos equipamentos que serão utilizados;
Lavabo com acessórios para higienização das mãos do profissional. Deverão ser observadas técnicas adequadas para esta higienização;
Manual de normas e rotinas para todos os procedimentos: manutenção, higienização, desinfecção, etc.;
Controle de desinfecção e esterilização. Deve ser observado o Manual de Orientação Técnica;
Autoclave para esterilização de materiais;
Local para guarda de materiais;
Revestimento lavável de piso, parede e teto.
Quais os itens obrigatórios e opcionais a serem preenchidos na área física?
Sala de espera para pacientes e acompanhantes;
Área para registro de pacientes e marcação de atendimentos;
Sanitário para pacientes e público;
Sanitário para funcionários;
Depósito de material de limpeza;
Copa;
Área para guarda de maca e cadeira de rodas.
Alguns itens também são opcionais, como:
Sala própria para dilatação pupilar;
Sala específica para adaptação de lentes de contato, com lavabo;
Área de curativos;
Área para aparelhos complementares, como paquímetros, topógrafo, etc.;
Sala de exame com distância correta para o projetor de optótipos;
Local adequado para informatização;
Sala de reuniões, biblioteca e estacionamento.

Vale lembrar que todos os ambientes da clínica oftalmológica estão sujeitos à Norma NBR 9050, que trata da adequação das edificações e do mobiliário urbano à pessoa deficiente, da ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Cumprindo todas as obrigações legais e físicas, é preciso ficar atento à qualidade e aos cuidados prestados ao cliente, como conforto, atendimento personalizado e uma equipe de trabalho qualificada, eficiente e motivada, trabalhando em uma engrenagem perfeita.

Gostou do conteúdo? Esperamos que essas dicas possam ajudar você a montar uma clínica oftalmológica. 😊

Continue acompanhando nosso blog para mais informações e até a próxima!

Clínicas oftalmológicas pós-crise: o que mudou?

Estamos no meio de 2021 e já conseguimos visualizar o cenário das clínicas oftalmológicas pós-pandemia.

Todos os setores foram afetados, de alguma forma, pela aceleração de uma tendência que vinha se solidificando há anos: a digitalização dos serviços. E uma coisa é certa: voltar aos velhos padrões de comportamento já não é mais possível!

A área da saúde talvez tenha sido um dos setores mais atingidos e modificados. A telemedicina veio para ficar e o paciente ganhou uma nova categoria de compreensão sobre a importância do serviço de saúde. Além de digital, o cliente se tornou mais exigente em relação à qualidade de entrega.

Para se ajustar ao novo momento é fundamental compreender as novas maneiras de consumir informação.

Leia também: 5 passos para guardar dinheiro e abrir a sua clínica

O que se leva de aprendizado neste pós-crise?

Apesar de tudo, para as clínicas oftalmológicas, as perspectivas são boas para o próximo ano, especialmente para quem tiver percepção e visão de futuro.

Conforme as pessoas retomam suas rotinas normais, a procura por serviços de saúde julgados como “não essenciais” ou “urgentes” será maior, como é o caso da oftalmologia.

Pensando nisso, separamos 5 conquistas e aprendizados que te ajudarão a seguir com mais segurança para os anos seguintes!

Sensação de segurança

A sensação de segurança foi uma das principais mudanças causada pela COVID-19. A partir de agora, os olhos estarão o tempo todo atentos a normas, protocolos de higiene, uso correto de EPIs e muitos outros termos que a população geral sequer havia tido contato anteriormente.

Nas clínicas oftalmológicas isso não pode ser perdido de vista! Manter a inflexibilidade com normas de higiene e segurança será ainda mais valorizado.

Além disso, passar informações precisas e tratar o paciente como protagonista da sua própria condição de saúde será fundamental.

Muitas pessoas passaram a ter um interesse maior por temas que envolvem a saúde e, quanto mais informações você passar, maior será a sensação de segurança no tratamento do seu paciente.

Hábito de compartilhar

O compartilhamento é uma tendência que ainda segue forte, porém modificada. A prática de compartilhar carros, serviços, espaços e equipamentos foi afetada pela sensação de que tudo que é dividido pode ser fonte de contaminação.

Eventualmente, esse hábito irá voltar assim que o ápice do vírus passar. Contudo, evoluir em padrões de higiene para que a sensação de segurança se mantenha é necessário e muito importante.

Sendo assim, esse pensamento vale para tudo que não for descartável e possa ser compartilhado entre os pacientes. Áreas comuns, equipamentos, aparatos não descartáveis, etc. Tudo deve ser exaustivamente higienizado e, de preferência, na frente do paciente!

Relação de proximidade

Depois que o digital foi estabelecido como parte de nossas vidas, sentimos a necessidade de estarmos próximos, mesmo com a distância.

Lives, vídeos e até mesmo consultas podem ser feitas diretamente da casa de cada médico, gerando uma sensação de proximidade e segurança, o que agrada os pacientes.

Por isso, o oftalmologista que pretende se destacar nos novos tempos precisa passar ao paciente a sensação de proximidade, para o que precisar, ao alcance de um clique.

Novas tecnologias

Precisamos entender que o conceito de “quanto mais digital melhor” é uma ideia que vai permanecer, provavelmente, para sempre.

Para as clínicas oftalmológicas, essa concepção vai muito além das teleconsultas.

Desde a marcação de consultas, confirmação, pagamento e receituário, tudo hoje pode, e deve, ser digital!

Dar acesso e autonomia, oferecer dados e trabalhar com estatísticas agrada o paciente do futuro.

Gastos em saúde

Uma boa notícia é que, junto dessas mudanças, os gastos em saúde devem aumentar.

O susto com tudo o que aconteceu, e está acontecendo, acendeu um alerta nas pessoas sobre a necessidade de cuidar com urgência da própria saúde.

Estar bem fisicamente está mais “na moda” do que nunca! Um bom médico oftalmologista precisa entender esse movimento e oferecer serviços para esse novo paciente e, dessa forma, estabelecer uma relação duradoura de confiança.

E você, está se preparando para os próximos anos? Uma coisa sabemos, mesmo com todas as dificuldades, nosso departamento não pode parar!

Espero que você tenha gostado do conteúdo. Continue acompanhando nosso blog para mais informações e até a próxima! 😊

Paciente cirúrgico: o que ele busca em uma clínica oftalmológica?

Nos dias atuais, devido ao enorme acesso à internet, o paciente cirúrgico é muito informado. E, com toda informação disponível, é muito difícil que o paciente não chegue na clínica já sabendo sobre a sua doença e até das opções de tratamento que ele tem.

Além disso, ele entra no site da clínica para ver o que ela oferece e para analisar melhor a equipe médica. Tudo isso vai criando uma confiança antecipada!

Um outro ponto a respeito desse paciente é a ansiedade. São pessoas que querem ser atendidas rapidamente, assim que chegam no consultório. Também buscam saber de tudo o que pode acontecer antes, durante e após a cirurgia.

Todas essas características influenciam diretamente no atendimento que o médico precisa dar ao paciente cirúrgico, que é, normalmente, mais exigente que os demais.

Pensando nisso, elaboramos algumas dicas que irão te ajudar a ser bem-sucedido no contato. Confira!

Leia também: Entenda o que é e como funciona a cirurgia refrativa.

Primeiras impressões

O paciente que busca uma clínica oftalmológica já com indicação de cirurgia quase sempre foi encaminhado por um médico ou recebeu a sugestão de outro paciente que foi operado com sucesso no mesmo lugar.

Por isso, a primeira impressão é crucial: ela pode confirmar as boas recomendações ou negá-las de maneira irreversível.

Todos que fazem parte da instituição precisam estar muito bem treinados, já que essas pessoas também podem surpreender positivamente o paciente com um tratamento cordial e informações.

Por exemplo, primeiro o paciente passa pela telefonista para marcar um horário. Depois ele chega à recepção, entra em contato com a enfermagem e demais profissionais envolvidos no atendimento.

Além disso, o aspecto físico da clínica, como iluminação, sinalização, ambientação e higiene, é outra frente que não pode ser descuidada, bem como a atenção dada aos acompanhantes do paciente.

Relação médico-paciente

Esse é um verdadeiro diferencial! Um atendimento, principalmente o primeiro, feito com real interesse pelo paciente é, na maioria das vezes, o que determina a escolha e a preferência pela clínica.

A primeira coisa que o paciente cirúrgico vê é se o médico responde às perguntas de maneira clara, detalhada, com firmeza, sem deixar o paciente em dúvida.

Além disso, a boa didática para explicar doenças e procedimentos pode ser decisiva até para “convencer” o paciente de que ele precisa ser operado.

Por exemplo, se um paciente tem catarata, mas não acha que ela está incomodando, ele só vai entender o incômodo a partir do momento que a catarata for retirada. Por isso, é preciso mostrar a ele, de maneira clara e objetiva, a necessidade da cirurgia.

Equipamentos de qualidade

A maioria dos pacientes cirúrgicos de oftalmologia são leigos em relação à especialidade e, por isso, uma explicação sobre a qualidade dos equipamentos utilizados na cirurgia provavelmente não fará sentido para quem será operado.

Sendo assim, a qualidade dos equipamentos e instalações vão interferir diretamente no resultado da cirurgia e, consequentemente, no boca a boca positivo ou negativo sobre sua clínica.

Logo, o que conta para o paciente é a recomendação feita por outro médico ou por outro paciente operado com sucesso.

Por isso, é fundamental que a clínica esteja em constante busca por conhecimento sobre tecnologias de ponta, que mantenha a equipe médica atualizada e que renove o parque tecnológico quando necessário.

Pós-operatório: continuação de qualidade

Igualmente ao primeiro atendimento, a qualidade do pós-operatório é essencial para a satisfação do paciente cirúrgico.

Uma dica é entregar um kit pós-operatório com colírio e óculos de proteção para aumentar a sensação de acolhimento e segurança, além de fornecer informações da consulta de retorno.

O importante aqui é o paciente saber e sentir que o atendimento não finaliza quando acaba a cirurgia e nem mesmo depois que ele já está totalmente recuperado.

Afinal, a saúde visual dele deve ser cuidada e acompanhada por toda a vida e os médicos precisam estar sempre a postos para fazer isso com a máxima qualidade!

Sempre escute o paciente!

Não importa se a pesquisa será por meio de formulários deixados na recepção, por e-mail, telefone ou outro meio de contato entre a clínica e o paciente.

O fundamental é que todas as considerações enviadas à clínica, positivas ou negativas, sejam levadas em conta, e que o paciente tenha uma devolutiva.

Quando um paciente está satisfeito, ele traz outros cinco. Já um paciente insatisfeito leva 25!

Viu como os pacientes devem receber o melhor de uma clínica oftalmológica? Aproveite o momento para visitar nosso blog e conferir outros conteúdos!