Como comprar os melhores equipamentos oftalmológicos para sua clínica?

Saber como escolher os equipamentos oftalmológicos para sua clínica não é tão simples assim.

Afinal, a inovação tecnológica não para. A todo momento, novos equipamentos médicos são lançados, deixando para trás as versões anteriores. E, obviamente, na área da oftalmologia isso também acontece.

Pensando nisso, elaboramos algumas recomendações para te ajudar nesse processo. Continue a leitura e saiba como comprar os melhores equipamentos oftalmológicos para sua clínica!

O que considerar na hora da compra?

Essa dica é bem importante: no momento de adquirir o produto, não se esqueça de certificar se os itens comercializados são aprovados por institutos de regulamentação, como Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e Inmetro, Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, por exemplo.

Lembre-se de que seu trabalho está diretamente ligado à vida das pessoas, por isso é fundamental estar cem por cento atento!

Como escolher a empresa?

Conforme comentamos acima, a profissão do oftalmologista é cuidar da saúde ocular do paciente. Por isso, na hora de escolher a empresa da qual você irá comprar os equipamentos oftalmológicos, não seja conduzido apenas por preços atrativos.

Tente entender o valor da aquisição e não apenas o quanto ela vai custar.

Confira algumas dicas e opte pela empresa que:

Te oriente sobre soluções obsoletas, comercialmente frágeis ou arriscadas;
Tenha conhecimento das tecnologias que existem no mercado mundial;
Te mostre os detalhes sobre a operação do equipamento adquirido;
Ofereça materiais de orientação aos clientes;
Ofereça assistência técnica.
Como analisar as propostas?

O ideal é avaliar as propostas do ponto de vista médico e financeiro. Primeiramente, procure entender os benefícios que a solução oferecida irá trazer à imagem do seu negócio e, claro, aos pacientes.

Já em relação ao caixa do consultório, é importante ficar atento aos custos que estão por trás do equipamento, como o operacional e de manutenção, insumos, peças, consumo de energia e também aqueles relacionados à instalação, frete e impostos.

Bons hábitos pós-compra

É bem importante, após a aquisição do produto, registrar todo o processo de compra dos aparelhos que equipam sua clínica ou consultório.

Com isso, você terá um histórico sobre todas as etapas da compra, desde o começo até o final.

Além disso, guarde toda a documentação dos equipamentos em um arquivo. Assim, caso algum item apresente algum problema, será mais fácil encontrar as informações sobre o que fazer ou a quem procurar.

Escolha uma empresa que facilite sua compra!

Como citamos acima, comprar um equipamento oftalmológico apenas “porque é barato” nem sempre é a melhor solução.

Precisamos ter em mente que adquirir um aparelho de alta qualidade será um investimento, além de trazer segurança tanto para o doutor quanto para o paciente.

Pensando em te ajudar, agora você pode comprar os produtos Eyetec com financiamento do BNDES!

É uma forma ágil e segura de financiar seu investimento e garantir seu equipamento oftalmológico de primeira qualidade.

Os juros são menores e o prazo de amortização é maior, assim como a carência. Em outras palavras, as taxas são baixas e as empresas têm mais tempo tanto para quitar a dívida quanto para começar a pagar.

Consegue ver como essas condições de pagamento facilitam o fluxo de caixa da sua empresa e permitem o crescimento da sua clínica ou consultório?

Veja a opção mais adequada ao seu negócio e faça uma simulação!

Agora, se você gostou desta leitura, que tal aproveitar a visita e conferir também: Consultório básico: equipamentos essenciais Eyetec para quem está começando.

Oftalmologia na prática: o que você precisa saber antes de se especializar

Você sabia que a oftalmologia é a 9ª especialidade com mais médicos no Brasil? De acordo com a pesquisa Demografia Médica no Brasil 2020, apenas na última década, estima-se que 180 mil novos médicos estejam registrados nos conselhos regionais de medicina.

Consequentemente, com o aumento do número de profissionais se formando em graduação, o número de vagas em Residência Médica também cresceu: 80% entre 2010 e 2019. Isto é, para aqueles que querem se tornar especialistas, inclusive em oftalmologia, a concorrência é grande.

Por isso, quanto mais cedo a escolha da área a seguir for feita, melhor o acadêmico pode se preparar.

Preparamos um guia para te ajudar a entender se a residência em oftalmologia é a certa para você. Confira!

Você também pode se interessar: 5 passos para guardar dinheiro e abrir sua clínica.

A importância do oftalmologista

A especialização médica em oftalmologia é atribuída ao estudo e tratamento de doenças e problemas de refração apresentados pelo olho. Logo, o oftalmologista é o médico responsável por estudar, diagnosticar e tratar as disfunções do sistema visual.

Isto é, assim como os outros médicos, o oftalmologista é responsável por cuidar da saúde do paciente. Porém, diferente dos outros médicos, este especialista não apenas oferece apenas uma vida mais saudável, mas também permite que a pessoa veja o mundo de outra forma.

Por essa e várias outras razões é que o oftalmologista, também chamado de oftalmo, pode fazer muita diferença na vida de uma pessoa!

Formação profissional e residência

Em primeiro lugar, para se tornar um oftalmologista é necessário cursar medicina. A graduação dura 6 anos e engloba capacidades profissionais por meio de aulas teóricas e práticas.

O outro requisito para completar a formação é concluir a residência médica. Neste caso, é uma residência de acesso direto, sem pré-requisitos, e dura 3 anos.

Durante esse período, o médico terá contato com as diferentes formas de atuação dentro da especialidade: atendimento ambulatorial, emergencial, cirurgias de refração, catarata, glaucoma, entre outras.

Além disso, ao longo da formação, os residentes têm matérias como:

Anatomia;
Optometria;
Microbiologia;
Neuroanatomia;
Técnica cirúrgica;
Cirurgia oftalmológica;
Óptica física/fisiológica;
Oftalmologia preventiva;
Imunologia e parasitologia;
Fisiologia do olho e da visão.
Atuação e mercado de trabalho

O oftalmologista pode atuar na área clínica ou hospitalar, em redes públicas e privadas. Uma outra opção é seguir carreira acadêmica, realizando pesquisas e exercendo atividades em universidades.

Existem, também, as chamadas subespecialidades em que o médico pode se dedicar, como, por exemplo, a oftalmopediatria, plástica ocular e cirurgia refrativa.

Além disso, o profissional pode aprofundar conhecimentos em doenças orbitárias, doenças das vias lacrimais, estrabismo, glaucoma, catarata e em problemas da retina.

Vale lembrar que a prática da oftalmologia demanda gosto pela medicina e pelas ciências biológicas, da faculdade até a rotina de trabalho. Por isso, um profissional da saúde tem que ter disponibilidade para o estudo, facilidade e sensibilidade para lidar com as pessoas e capacidade de observação. Assim, é possível acompanhar os pacientes e fazer a diferença no dia a dia!

Quanto ganha um oftalmologista?

Atualmente, a média salarial de um Médico Oftalmologista é de R$ 5.088,12 para uma jornada de trabalho de 19 horas semanais, de acordo com pesquisas realizadas com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o CAGED.

Oftalmologista x oculista

É bem comum que a atividade do oftalmologista seja confundida com a de um oculista. Porém, existem diferenças significativas entre as duas profissões.

Conforme mencionamos acima, o médico especializado em oftalmologia analisa as doenças relacionadas ao olho e à visão. Assim, ele receita os possíveis tratamentos.

Já o oculista é responsável por ler e interpretar essas receitas. Ele produz e cuida da manutenção das lentes e dos óculos, além de orientar os pacientes sobre as características do produto para melhor adaptação de acordo com prescrição médica.

Gostou do texto? Continue acompanhando nosso blog para mais conteúdos como esse!

Até a próxima! 😊

Oftalmoscópio Binocular Indireto – Sistema de vídeo inovador!

O Oftalmoscópio Binocular Indireto (OBI) é um equipamento usado no exame de mapeamento de retina, que permitirá a avaliação da retina, parte interna do globo ocular, dos vasos, nervo óptico, área macular e periferia da retina.

O médico utiliza o OBI, que é preso em sua cabeça, e com um jogo de lentes, diafragmas e condensadores, ele obtém uma imagem invertida, porém com uma área maior da região ocular.

O objetivo desse exame é detectar presença de opacidade de meios, como vitreíte e hemorragia vítrea, defeitos ou rasgos retinianos, acompanhados ou não de descolamento de retina, presença de tumores, névus e vasculopatias.

Oftalmoscópio binocular indireto Eyetec

O OBI da Eyetec é um equipamento leve e confortável que está disponível em três modelos:

Oftalmoscópio OSF 1.0;
Oftalmoscópio OBI LED;
Oftalmoscópio OBI – OSF.

Os três modelos possuem mecanismos reforçados que garantem controles macios e precisos para ajustes suaves de todos os seus movimentos, além de um capacete leve e confortável.

Sistema de vídeo EyeCam

EyeCam é o sistema de vídeo Eyetec, que pode ser acoplado em qualquer um dos nossos modelos atuais.

Realiza o mapeamento auxiliado por um software que garante economia de tempo e praticidade!

Além disso, os vídeos podem ser gravados no computador ou no cartão de memória para análises posteriores, e os desenhos e anotações podem ser feitos direto no software.

Tecnologia LED

Uma das grandes vantagens do OBI Eyetec é a sua baixa manutenção e maior durabilidade, já que seu dispositivo de iluminação não é lâmpada incandescente, com filamento, e sim um potente LED, o Super LED.

Possui também feixe luminoso com 2 baterias recarregáveis de alta duração e aparato em resina de alto impacto, que oferece ampla e nítida imagem do fundo do olho, possibilitando excelente diagnóstico.

Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores.

Com constantes investimentos e parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!

Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

No nosso site você pode conferir todas as especificações técnicas do Oftalmoscópio Binocular Indireto.

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Oftalmoscópio Direto e o Indireto: entenda as diferenças!

A terapia antiangiogênica é um procedimento cada vez mais utilizado no tratamento de doenças que afetam a retina.

Essa técnica surgiu nos anos 2000 e trata-se da aplicação de fármacos que diminuem a proliferação e a permeabilidade de vasos sanguíneos no interior dos olhos. Isto é, esse tratamento interrompe o crescimento de vasos anormais para dentro da retina.

Vamos conhecer um pouco sobre a terapia antiangiogênica? Continue lendo!

Leia também: Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina.

Como funciona?

O procedimento é simples e rápido, porém necessita de cuidado, pois é invasivo.

A aplicação é realizada com anestesia local, por meio de colírio ou anestésico injetado sob a conjuntiva, e raramente causa dor.

Além disso, o uso de um colírio com iodopovidona diminui consideravelmente o risco de endoftalmite, como é denominada a infecção no interior do olho.

O número de aplicações pode variar de acordo com a doença ocular e a resposta do paciente ao tratamento.

Geralmente, inicia-se o tratamento com 3 aplicações no olho afetado, em intervalos mensais. Depois, realiza-se nova avaliação no consultório, com exames complementares, para observar a necessidade de novas aplicações ou de acompanhamento periódico.

Doenças tratadas pela terapia

Muitas doenças são beneficiadas com o tratamento por meio da injeção intravítrea de antiangiogênico.

Listamos algumas que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Veja:

Degeneração macular relacionada à idade

Conhecida também como degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, essa doença ocorre quando a mácula, uma pequena área da retina responsável pela visão dos detalhes, acaba se degenerando graças à idade.

Nesta doença, são formados neovasos abaixo da retina, causando embaçamento visual e manchas pretas no centro da visão.

Retinopatia diabética

Uma das principais causadoras de cegueira em diabéticos, a retinopatia diabética consiste em alterações nos vasos sanguíneos da retina.

As anormalidades podem fazer com que os vasos se rompam, liberando sangue ou fluidos na cavidade vítrea e na região macular, causando graves problemas e até mesmo a perda total da visão.

Edema macular diabético

O edema macular diabético é uma complicação da doença citada acima.

Se o diabetes não for tratado, há possibilidade de a retinopatia evoluir para um edema. No início, não apresenta sintomas, mas é preciso ficar atento a imagens distorcidas, imagens borradas e dificuldade em enxergar cores.

Pós-terapia

O paciente é liberado depois do procedimento, com a recomendação de contatar imediatamente o seu oftalmologista caso tenha dor, diminuição da visão ou secreção ocular nos dias seguintes.

Se for o caso, o uso de antibióticos tópicos oculares é controverso. Como eles podem alterar a flora conjuntival e promover resistência bacteriana, a recomendação é não os utilizar.

Vantagens do procedimento

A retina é a parte mais isolada e de difícil acesso para medicamentos, devido à sua posição dentro do globo ocular.

Por isso, a principal vantagem deste tipo de procedimento é a eficácia da injeção para adentrar a cavidade intraocular.

Além disso, a recuperação é rápida, não é necessária internação e é rara a ocorrência de complicações.

A terapia antiangiogênica só pode ser aplicada por um retinólogo. Procure sempre um médico oftalmologista para realizar exames de rotina!

Eyetec – uma empresa 100% nacional!

A Eyetec conta com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico.

Estamos presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino. Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.

Acesse nosso site e saiba mais: https://www.eyetec.com.br.

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Terapia Antiangiogênica: Você conhece esse tratamento?

A terapia antiangiogênica é um procedimento cada vez mais utilizado no tratamento de doenças que afetam a retina.

Essa técnica surgiu nos anos 2000 e trata-se da aplicação de fármacos que diminuem a proliferação e a permeabilidade de vasos sanguíneos no interior dos olhos. Isto é, esse tratamento interrompe o crescimento de vasos anormais para dentro da retina.

Vamos conhecer um pouco sobre a terapia antiangiogênica? Continue lendo!

Leia também: Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina.

Como funciona?

O procedimento é simples e rápido, porém necessita de cuidado, pois é invasivo.

A aplicação é realizada com anestesia local, por meio de colírio ou anestésico injetado sob a conjuntiva, e raramente causa dor.

Além disso, o uso de um colírio com iodopovidona diminui consideravelmente o risco de endoftalmite, como é denominada a infecção no interior do olho.

O número de aplicações pode variar de acordo com a doença ocular e a resposta do paciente ao tratamento.

Geralmente, inicia-se o tratamento com 3 aplicações no olho afetado, em intervalos mensais. Depois, realiza-se nova avaliação no consultório, com exames complementares, para observar a necessidade de novas aplicações ou de acompanhamento periódico.

Doenças tratadas pela terapia

Muitas doenças são beneficiadas com o tratamento por meio da injeção intravítrea de antiangiogênico.

Listamos algumas que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Veja:

Degeneração macular relacionada à idade

Conhecida também como degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, essa doença ocorre quando a mácula, uma pequena área da retina responsável pela visão dos detalhes, acaba se degenerando graças à idade.

Nesta doença, são formados neovasos abaixo da retina, causando embaçamento visual e manchas pretas no centro da visão.

Retinopatia diabética

Uma das principais causadoras de cegueira em diabéticos, a retinopatia diabética consiste em alterações nos vasos sanguíneos da retina.

As anormalidades podem fazer com que os vasos se rompam, liberando sangue ou fluidos na cavidade vítrea e na região macular, causando graves problemas e até mesmo a perda total da visão.

Edema macular diabético

O edema macular diabético é uma complicação da doença citada acima.

Se o diabetes não for tratado, há possibilidade de a retinopatia evoluir para um edema. No início, não apresenta sintomas, mas é preciso ficar atento a imagens distorcidas, imagens borradas e dificuldade em enxergar cores.

Pós-terapia

O paciente é liberado depois do procedimento, com a recomendação de contatar imediatamente o seu oftalmologista caso tenha dor, diminuição da visão ou secreção ocular nos dias seguintes.

Se for o caso, o uso de antibióticos tópicos oculares é controverso. Como eles podem alterar a flora conjuntival e promover resistência bacteriana, a recomendação é não os utilizar.

Vantagens do procedimento

A retina é a parte mais isolada e de difícil acesso para medicamentos, devido à sua posição dentro do globo ocular.

Por isso, a principal vantagem deste tipo de procedimento é a eficácia da injeção para adentrar a cavidade intraocular.

Além disso, a recuperação é rápida, não é necessária internação e é rara a ocorrência de complicações.

A terapia antiangiogênica só pode ser aplicada por um retinólogo. Procure sempre um médico oftalmologista para realizar exames de rotina!

Eyetec – uma empresa 100% nacional!

A Eyetec conta com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico.

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Como as Doenças Reumáticas podem afetar os olhos?

As doenças reumáticas, geralmente conhecidas como reumatismo, são um grupo de patologias que afetam o sistema locomotor, ou seja, as articulações, os ossos, os músculos, os tendões e os ligamentos.

Porém, algumas doenças reumáticas também comprometem outros sistemas, como o cardiovascular, o renal, o respiratório, a pele e, até mesmo, a visão.

Existem mais de 100 doenças reumatológicas descritas. Por isso, a finalidade deste post é informar como esse grupo de doenças pode afetar a visão e, principalmente, alertar sobre os seus sintomas. Afinal, conhecer os sinais é fundamental para evitar sérias consequências para a saúde ocular. Confira!

Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre as principais doenças oculares.

Quais as doenças reumatológicas que afetam a visão?

Algumas doenças reumatológicas que podem ter manifestações oculares são:

1 – Artrite reumatoide, psoriática e juvenil

A artrite, que é a inflamação das articulações, também pode afetar os olhos causando alterações como conjuntivite, esclerite e uveíte.

Além da própria doença ter implicações oculares, os remédios como hidroxicloroquina e cloroquina podem ter efeitos colaterais que se manifestam nos olhos. Por isso, é necessário que a pessoa que tem artrite faça o exame de fundo de olho a cada seis meses.

2 – Lúpus eritematoso

As pessoas com lúpus já possuem maior risco de ter a síndrome do olho seco, que se manifesta através de sintomas como ardência e dor nos olhos, coceira, sensação de areia nos olhos e ressecamento ocular.

Porém, os medicamentos corticoides utilizados no tratamento dessa doença podem ter efeitos colaterais nos olhos, podendo causar catarata e glaucoma.

3 – Síndrome de Sjögren

É uma doença em que o próprio corpo ataca as células que produzem saliva e lágrimas, deixando a boca e os olhos muito ressecados. Sendo comum a síndrome do olho seco, aumenta o risco de conjuntivite crônica.

A pessoa apresenta os olhos sempre secos, avermelhados, tem sensibilidade à luz e a sensação de areia nos olhos pode ser frequente.

4 – Espondilite anquilosante

Esta é uma doença em que existe inflamação nos tecidos, inclusive nos olhos, causando uveíte, geralmente em apenas um olho.

O olho pode ficar vermelho e inchado e, se a doença perdurar por meses, o outro olho também pode ser afetado, havendo maior risco de complicações na córnea e catarata.

5 – Síndrome de Behçet

Muito rara no Brasil, a Síndrome de Behçet é caracterizada pela inflamação nos vasos sanguíneos, geralmente diagnosticada na adolescência, mas que pode afetar gravemente os olhos, causando uveíte com pus nos dois olhos e inflamação no nervo óptico.

O tratamento pode ser feito com imunossupressores como azatioprina, ciclosporina A e ciclofosfamida para controlar os sintomas.

6 – Polimialgia reumática

A polimialgia reumática é caracterizada pela dor nos ombros, costas e dificuldade de movimentar-se devido à rigidez no quadril e na articulação dos ombros, sendo comum dor em todo o corpo.

Quando há envolvimento das artérias oculares, pode ocorrer visão turva, visão dupla e até mesmo cegueira, que pode afetar somente um ou os dois olhos.

7 – Síndrome de Reiter

É um tipo de artrite que causa dor e inflamação nas articulações, mas que também pode causar inflamação na parte branca dos olhos e nas pálpebras, levando ao surgimento de conjuntivite ou uveíte, por exemplo.

Apesar de ser mais comum a pessoa descobrir a doença reumática primeiro, é possível que o comprometimento ocular possa indicar a presença de doenças reumáticas.

Mas, para chegar a este diagnóstico, é preciso realizar uma série de exames, como, por exemplo, raio-x das articulações, ressonância magnética e teste genético para identificar o fator reumatoide.

Como tratar as complicações oculares causadas pelo reumatismo?

O tratamento para as doenças oculares que estão diretamente relacionadas às doenças reumatológicas deve ser orientado pelo oftalmologista e pelo reumatologista, pois podem incluir o uso de remédios, colírios e pomadas para aplicar nos olhos.

Quando essas doenças ocorrem devido ao efeito colateral de medicamentos, o médico poderá indicar que este seja trocado por outro para melhorar a qualidade da visão da pessoa. Mas, geralmente, só é preciso tratar a doença reumatológica para que haja melhora dos sintomas oculares.

Dessa forma, se houver desconforto nos olhos ou alguma dificuldade para enxergar, deve-se procurar o médico oftalmologista urgente, principalmente se o paciente já souber que é portador de doença reumática.

Conheça a Eyetec!

A Eyetec é pioneira no Brasil no desenvolvimento de produtos oftalmológicos!

Conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais, conquistando cada vez mais posição de destaque e reconhecimento entre os oftalmologistas, desde o lançamento do primeiro produto.

Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos. Por isso, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico e estamos presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

Para maiores informações, acesse nosso site.

E então, entendeu como as doenças reumáticas podem acometer a visão? Continue acompanhando nosso blog para mais conteúdos exclusivos e até a próxima! 😊

Topógrafo de Córnea Eyetec – Software mais completo do mercado!

A topografia corneana ou topografia de córnea é um exame de oftalmologia que serve para analisar o relevo e curvatura da córnea em toda a sua superfície, ou seja, desde o centro até a sua periferia.

Esse exame permite criar uma espécie de “mapa tridimensional” ou “mapeamento” de toda a superfície da córnea, mostrando eventuais irregularidades na espessura ou relevo e curvatura da córnea.

Uma vez que a córnea é normalmente responsável por cerca de 70% do poder de refração do olho, a sua topografia é de fundamental importância na avaliação e diagnóstico de diversas doenças dos olhos ou em avaliações pré-operatórias em algumas cirurgias.

A topografia da córnea é um exame que também é importante no acompanhamento e avaliação da eficácia do tratamento de algumas doenças oculares.

Leia também: Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!

Topógrafo de Córnea Eyetec

O Topógrafo de Córnea Eyetec é um moderno equipamento de diagnóstico rápido e preciso para a avaliação da curvatura da córnea.

É composto por iluminação Super LED, sistema manual joystick e semiautomático e 32 anéis. Além da garantia de 1 ano!

Com um dos softwares mais completos do mercado, possibilita uma gama completa de mapas e relatórios, como:

Mapa colorido

Os valores dos raios de curvatura em cada ponto, que vão da superfície da córnea até o eixo óptico, determinam as diferentes curvaturas que são mostradas através de uma escala de cores com intervalos que podem variar de 0,5 a 1,5 D ou ainda serem personalizados.

Esta visualização utiliza a escala do tipo relativa.

Mapa 3D

Este mapa plota as dioptrias da córnea em relação a um plano, sem considerar suas elevações, podendo ser útil para melhor entendimento sobre a conformação da córnea.

Esta visualização utiliza a escala do tipo relativa.

Mapa diferencial

O mapa diferencial informa a resultante da diferença do raio de curvatura, obtido através da subtração de dois mapas de um mesmo paciente, realizados em momentos distintos.

É de grande valor na análise do efeito induzido pelo procedimento cirúrgico refrativo e transplante de córnea.

Mapa numérico

O mapa numérico dispõe de valores ceratométricos observados ao longo da superfície da córnea.

O sistema calcula o valor médio de todos os pontos nos meridianos da zona óptica de 3 mm, para identificar o meridiano de maior curvatura. O meridiano mais plano é obtido a 90º do mais curvo.

Os meridianos são então descritos quanto ao seu poder dióptrico, ao raio de curvatura e ao eixo. As dioptrias são plotadas numericamente a cada 20º para os anéis detectados. As cores dos valores acompanham as cores da escala relativa.

Modelos

Saturn 32A

Com uma movimentação automatizada, o modelo Saturn 32A permite, via software, tornar os exames mais práticos e confiáveis.

Contém 3 câmeras de alta resolução que capturam imagens de altíssima qualidade e facilitam a focalização e o alinhamento do eixo do olho.

Saturn 32M

A movimentação manual deste modelo possui um sistema de alinhamento e focalização manual com auxílio de imagens no computador.

Além disso, conta com um sistema de processamento otimizado para qualquer tipo de córnea: o exclusivo e patenteado software de processamento SFD, Smart Fast Detect, que permite três níveis de detecção.

Para saber mais sobre o Topógrafo de Córnea Eyetec, confira nosso catálogo.

A Eyetec!

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Você também pode falar com a nossa equipe e tirar todas as suas dúvidas, acesse: https://www.eyetec.com.br/contato.

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Entenda o que é e como funciona a Cirurgia Refrativa

O que é cirurgia refrativa?

A cirurgia refrativa é um procedimento cirúrgico para corrigir erros de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo.

A refração representa o fenômeno que ocorre quando um feixe de luz vindo de um ambiente externo penetra no globo ocular e forma a imagem.

Logo, o erro de refração acontece quando o feixe é desviado e chega desfocado na retina, provocando a falta de nitidez da visão.

Selecionamos informações relevantes sobre a cirurgia refrativa, o que é, as suas funções e como funciona. Continue lendo e saiba mais!

Leia também: “Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina.”

Como é feita a cirurgia refrativa?

A cirurgia é simples e rápida, com duração média de 20 minutos, por isso não requer internação.

O procedimento é realizado com um equipamento que utiliza uma luz ultravioleta com o objetivo de remodelar suavemente a superfície da córnea. Assim, sua curvatura é alterada para que os erros de refração sejam corrigidos.

Antes da operação, é necessário passar por uma consulta com o oftalmologista para avaliação pré-operatória, por meio de um exame oftalmológico completo.

Essa avaliação tem como objetivo analisar as necessidades específicas e condições oculares. São verificados pontos como:

Acuidade visual;
Espessura e formato da córnea;
Presença de doença ocular;
Pressão ocular.

Essas informações são analisadas de forma precisa e servem para determinar se o paciente apresenta condições favoráveis ao procedimento, bem como para direcioná-lo.

A avaliação é fundamental, pois garante o sucesso da cirurgia e os resultados esperados.

Quais são as técnicas mais utilizadas?

Após a avaliação pré-operatória, com base em exames oftalmológicos, é feita uma análise das condições oculares para definir se o paciente está apto a se submeter à cirurgia.

Além disso, é estabelecida a melhor técnica para cada caso, visando o melhor resultado.

Há diversas técnicas para realizar a cirurgia refrativa. Veja como os procedimentos são efetuados em cada uma delas:

Lasik (Laser Assisted In Situ Keratomileusis)

Com essa técnica, é criado um flap, um fino corte no epitélio, para a aplicação do laser na sua camada mais interna. Ao final da cirurgia, o flap é reposicionado.

Intralase

Esse método é semelhante ao Lasik, porém não utiliza uma lâmina para a criação do flap corneano. Então, é considerado mais seguro e menos invasivo.

Cirurgia refrativa customizada

A cirurgia refrativa personalizada é um tratamento que faz um exame de última geração para avaliar não só a córnea, mas também a câmara anterior do olho, a íris e o cristalino.

Essa nova tecnologia para cirurgias refrativas foi criada com base no sistema de comprimento de ondas, conhecido como Wave-Front.

O procedimento customizado proporciona um tratamento personalizado e mais preciso para cada olho.

Procure uma clínica especializada!

Seja qual for o seu distúrbio de refração, é preciso consultar um especialista para entender as suas particularidades e indicar o tratamento que melhor se encaixa.

Procure sempre oftalmologistas de confiança para quaisquer desses procedimentos.

Eyetec é pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

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Em nosso site, você pode conferir mais sobre os nossos produtos.

Entendeu como a cirurgia refrativa não é complexa? Agora você já sabe o que é e como ela funciona!

Gostou desse texto? Continue acompanhando nosso blog para mais artigos e novidades.

Até a próxima!

Tudo o que você precisa saber sobre Lentes de Contato Esclerais

As lentes de contato esclerais são conhecidas por serem próprias para tratamentos de algumas doenças oculares, como ceratocone, miopia em graus elevados e Síndrome do Olho Seco.

Neste artigo, explicaremos o que são lentes de contato esclerais, como elas melhoram a visão e quais são suas indicações. Confira!

O que são lentes de contato esclerais?

As lentes esclerais são lentes de contato rígidas especiais que são maiores em diâmetro e preenchidas com soro fisiológico, o que faz com que ofereçam maior conforto e adaptação individual.

Diferentemente das lentes de contato rígidas “comuns”, elas são apoiadas sobre a esclera, que corresponde à parte branca do olho, que é muito menos sensível que a córnea.

As lentes esclerais são fabricadas com um material rígido, para não permitir que as irregularidades da córnea influenciem na qualidade óptica da lente.

Além disso, possuem alta permeabilidade, o que significa que o oxigênio consegue chegar até a córnea sem problemas, mantendo-a o mais saudável possível durante o uso diário e prolongado.

Outra vantagem das lentes esclerais é que elas são fabricadas individualmente, de forma customizada, levando em consideração as características próprias dos olhos de cada pessoa, já que cada córnea é única, como uma impressão digital.

Assim, elas se adaptam perfeitamente a cada olho, independente das condições da córnea.

Indicações

As lentes de contato esclerais são muito recomendadas para correção de problemas de refração em graus altos, como miopia e astigmatismo, por exemplo, e para pessoas que não se adaptaram às lentes rígidas e/ou gelatinosas tradicionais.

Nessas condições, as lentes de contato esclerais são indicadas em casos de ceratocone, ectasias corneanas, degeneração marginal pelúcida, ectasia pós-cirurgia refrativa e ceratoglobo, Síndrome do Olho Seco, pós-trauma corneano, pós-transplante de córnea, degeneração de Salzmann e outros tipos de irregularidades corneanas.

Além disso, as lentes esclerais são indicadas para atletas de esportes ao ar livre que necessitam de correção da visão, pois oferecem mais conforto e estabilidade.

Adaptação das lentes de contato esclerais

Conforme a Resolução CFM nº 1.965/11, a indicação, adaptação e acompanhamento do uso das lentes de contato são atos exclusivamente médicos.

Sendo assim, o processo de adaptação das lentes de contato esclerais deve ser realizado junto ao oftalmologista, para garantir o correto uso das lentes.

Através do exame de topografia de córnea, o oftalmologista avaliará o problema de visão e curvatura, e fará uma entrevista para saber sobre os hábitos de vida, a frequência pretendida do uso das lentes e outras questões que o médico julgar relevantes.

Com essas informações, o oftalmologista fará testes de adaptação, como avaliação da superfície da córnea e medida da curvatura, refração inicial para determinar o grau das lentes, colocação das lentes de teste, nova refração com o uso das lentes de teste, avaliação da adaptação com aparelhos específicos e a realização de modificações na adaptação, conforme necessidade.

O médico também irá passar recomendações de manuseio, limpeza e cuidados em geral, além de agendar consultas periódicas para acompanhar a adaptação.

De forma geral, as lentes de contato esclerais têm uma adaptação mais fácil do que as lentes gelatinosas e rígidas, já que possuem maior diâmetro e são apoiadas na esclera, fazendo com que o usuário não perceba o movimento das lentes.

Cuidados para quem usa ou vai iniciar a adaptação de lentes esclerais

Para aqueles que usam, estão iniciando ou irão iniciar a adaptação de lentes esclerais, é importante estar atento para algumas questões:

Utilize somente solução salina sem conservantes indicada pelo seu oftalmologista. Se for soro fisiológico, lembre-se de armazenar na geladeira e descartar antes de completar 7 dias depois de aberto.
A limpeza adequada das mãos antes de manipular suas lentes é muito importante para evitar a contaminação do soro ou mesmo da superfície da lente ao manipular a mesma.
A limpeza da lente deve ser feita de maneira “mecânica”, inicialmente com o dedo indicador ou mínimo de uma mão contra a palma da outra mão, fazendo movimento circular de fricção.
Antes de colocar a lente, preencha-a com o soro até próximo de sua borda e, após colocá-la, observe no espelho se não criou bolha na lente. A bolha pode comprometer a visão ao longo do dia e pode inclusive causar desconforto e olho vermelho.
Após as primeiras horas de uso, observe para ver se não há sinais de vermelhidão lateral, especialmente na porção branca dos olhos.
Ao longo do uso, observe se a visão não está deteriorando e perdendo a clareza, como uma visão mais embaçada ou com menos contraste.
Dor, olhos vermelhos, sensação de pálpebras quentes, visão túrgida, “arco-íris” e/ou embaçada não são normais e devem ser relatadas ao especialista.
Observe após retirar a lente se não ficou uma marca da lente na porção branca dos olhos. Neste caso, as lentes devem ser modificadas ou substituídas por lentes que pousem suavemente sobre a esclera sem causar pressão em ponto específico, como na região da borda.

Vale ressaltar que é fundamental fazer exames de acompanhamento da adaptação e de rotina regularmente. Nunca deixe para ir ao seu oftalmologista apenas quando tiver problemas evidentes.

Os exames de controle da adaptação são tão importantes quanto o exame inicial e a colocação das lentes!

Topógrafo de Córnea Eyetec!

O Topógrafo de Córnea realiza o mapeamento topográfico do relevo da córnea, onde analisa a curvatura em toda a sua extensão.

Desenvolvido com altos padrões de qualidade e tecnologia inovadora, o software do Topógrafo Eyetec é um dos mais completos do mercado, disponibilizando uma gama completa de mapas e relatórios, garantindo a qualidade de exames e tratamentos oftalmológicos.

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Esperamos que estas dicas sejam úteis para quem está iniciando a adaptação de lentes esclerais!

Continue acompanhando nosso blog para mais novidades, até a próxima!

Microscópio Especular de não contato Vorocell – equipamento preciso para o diagnóstico do endotélio e paquimetria!

O exame realizado pelo microscópio especular de não contato Vorocell é a microscopia especular da córnea, que tem como objetivo avaliar as células que revestem a camada profunda do olho, que são as células endoteliais, sendo possível detectar possíveis enfermidades da córnea.

Esse exame é bastante utilizado para acompanhamento de pacientes com lentes de contato e avaliação pré e pós-operatórias de cirurgias de catarata, glaucoma, transplante de córnea, entre outras.

Com esse exame, o oftalmologista pode determinar protocolos para proteger as células do endotélio e prevenir possíveis complicações cirúrgicas.

Saiba mais em: “Microscopia Especular da Córnea – tudo o que você precisa saber sobre esse exame!”

Microscópio especular de não contato Vorocell

O microscópio especular de não contato Vorocell foi desenvolvido para capturar imagens das células endoteliais da córnea, que são processadas pelo software de forma automática.

Com o Vorocell, é possível capturar uma sequência de até 300 imagens de maneira muito rápida, selecionando e processando quantas imagens o usuário desejar, resultando em uma média dos valores obtidos.

A sequência de imagens do endotélio é ampliada em 200 vezes, proporcionando mais liberdade ao médico na escolha da região a ser processada.

O laudo completo pode ser impresso com as imagens, curva com relação à idade, gráficos de polimorfismo e polimegatismo, bem como os dados histológicos e estatísticos.

Equipamento com alta tecnologia aplicada
Processa várias imagens, gerando uma média;
Regulagem precisa da intensidade da luz;
Impressão de mapas coloridos e laudos em PDF;
Possibilidade de editar, adicionar ou remover células;
Processamento inteligente com algoritmo rápido e confiável;
Software em português com contagem automática ou manual.
Equipamento com hardware completo
Equipamento de não contato;
Hardware e software que seguem as referências internacionais;
Botão de captura joystick;
Velocidade da câmera de 60 frames por segundo;
Área fotografada de 0,25 mm – 0,54 mm, ajustável;
Captura de imagem em qualquer região da córnea;
Ajuste linear da luz de fenda para cada tipo de córnea.

O microscópio especular de não contato Vorocell é um equipamento preciso para o diagnóstico do endotélio e paquimetria. Está disponível para venda e locação, com assistência técnica permanente.

Somos a única empresa nacional que oferece assistência técnica preventiva e corretiva permanente!

Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo (USP) por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiras no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

Desde o lançamento de nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaque e reconhecimento entre os profissionais da área.

Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos!

Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!

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