Você sabe quais são os principais direitos das pessoas com deficiência visual?

No dia 13 de dezembro é comemorado o Dia do Cego no Brasil, data essa que foi criada com a principal finalidade de diminuir o preconceito e a discriminação que os deficientes visuais sofrem muitas vezes por falta de informações.
Por isso, é muito importante que você conheça os principais direitos das pessoas com deficiência visual.
Os direitos das pessoas com deficiência visual no Brasil são garantidos por leis federais, mesmo assim muitas pessoas desconhecem esse assunto, até mesmo aquelas que mais poderiam usufruir de seus direitos.
Nós preparamos esse guia completo para que você conheça detalhadamente quais são os principais direitos das pessoas com deficiência visual no Brasil, e também a importância deles para a sociedade.
Dia Nacional do Cego: a importância para a visibilidade dos direitos das pessoas com deficiência visual
Em 1961, o presidente Jânio Quadros apresentou, através do decreto número 51.405, o Dia Nacional do Cego, que é celebrado anualmente no dia 13 de dezembro.
Essa é uma data importante, pois foi a partir dela que a sociedade pôde abrir o debate para diminuição dos preconceitos que atingem diretamente os portadores de deficiência visual.
O Dia Nacional do Cego atrai uma maior visibilidade para questões cotidianas que atingem pessoas com deficiência visual no Brasil, grupo esse que é altamente vulnerável tanto economicamente como socialmente.
Essa é uma data em que precisamos conhecer e também divulgar quais são os principais direitos das pessoas com deficiência visual, e principalmente como elas podem usufruir plenamente desses direitos para que tenham uma maior qualidade de vida e uma maior inclusão na sociedade.
Nós preparamos esse guia completo onde você vai conhecer as principais leis que apoiam as pessoas com maior amparo judicial.
Conheça quais são os principais direitos das pessoas com deficiência visual
Quando falamos dos principais direitos das pessoas com deficiência visual, estamos falando com um grupo altamente vulnerável na sociedade e que, para que tenha uma maior qualidade de vida, assim como seus direitos preservados e inclusão social, devem conhecer quais são as leis que os amparam.
1 – Inclusão
A primeira esfera que afeta diretamente a vida de uma pessoa com deficiência visual no Brasil é a questão da inclusão, essa que foi contemplada nos direitos fundamentais garantidos por uma lei federal.
As pessoas com deficiência visual podem adentrar assim como permanecer em ambientes coletivos acompanhadas de seu cão guia, mesmo que o estabelecimento normalmente não permita a entrada de animais.
O Brasil assinou a convenção internacional que garante os direitos das pessoas com deficiência e comprometeu a democratizar de forma direta a comunicação para o deficiente visual através do uso do braille, dos caracteres inteligentes e também da comunicação tátil.
As pessoas com deficiência visual também podem utilizar as filas preferenciais, para que possam circular nas ruas com segurança. Os semáforos para pedestres devem obrigatoriamente contar com mecanismos inteligentes que sejam capazes de emitir um sinal sonoro suave ou um guia de orientação para a travessia de pessoas com deficiência visual.
Os deficientes visuais também têm garantido por leis maiores facilidades na hora de fazer um financiamento ou um empréstimo bancário.
2 – Educação
Uma das maiores e mais importantes esferas na vida de qualquer cidadão é o direito à educação. Para os deficientes visuais, é garantido por lei alguns direitos fundamentais para que tenham plena inserção no sistema educacional.
Primeiramente, nenhuma instituição de ensino, seja ela pública ou privada, pode negar a matrícula de pessoas com deficiência visual.
Além disso, elas devem, dentro de um limite razoável, oferecer tanto os recursos humanos como os materiais indispensáveis para as necessidades educacionais de pessoas com deficiência, sem cobrar nenhum custo adicional por isso.
O Pronatec, que é o programa nacional de acesso ao ensino técnico e emprego em parceria com o Senai, oferece para deficientes visuais vagas gratuitas em diversos cursos técnicos e de formação inicial.
Instituições como o Instituto de Cegos de Natal servem para deficientes visuais com cursos de braille, música, locomoção e também atividades físicas, além de estimulação precoce, que são essenciais para o desenvolvimento pleno de deficientes visuais de até 4 anos de idade que se beneficiam no tratamento.
3 – Trabalho
As empresas com 100 ou mais empregados oferecem de 2 a 5% dos seus cargos a pessoas com deficiência visual.
Além disso, elas devem ter um tratamento diferenciado para ter condições de realizar provas não somente de concursos públicos, mas também de vestibulares.
Dia do Cego e o diagnóstico precoce
Você já conhece quais são os principais direitos das pessoas com deficiência visual, mas é importante também conscientizarmos sobre a importância do diagnóstico precoce, que pode ser feito através de equipamentos oftalmológicos desenvolvidos para uma análise mais precisa.
Isso pode fazer toda a diferença no tratamento e desenvolvimento do deficiente visual!
Quais fatores influenciam na hora do paciente escolher o oftalmologista ideal?

A visão é um dos sentidos mais importantes para a qualidade de vida da população. Por isso, existem diversos fatores que influenciam a escolha do profissional qualificado para realizar essa importante tarefa!
No post de hoje, elaboramos uma lista para te ajudar a identificar o que pode interferir na tomada de decisão do paciente na hora de escolher o oftalmologista ideal. Confira!
1º – Indicação e referência
É fato que a maioria das pessoas optam pela indicação de amigos e familiares quando vão marcar uma consulta com um oftalmologista.
Por isso, um bom profissional deve se atentar às suas referências e priorizar por um atendimento de qualidade para que seus pacientes passem adiante sua imagem de credibilidade e confiança.
Leia também: Certificação digital: o que é e por que o médico precisa ter a sua?
2º – Currículo médico
Um bom oftalmologista está constantemente investindo em sua carreira. É indispensável criar experiências e ter domínio das informações mais atuais, através de especializações, treinamentos e certificações.
Quando o paciente já conhece seu diagnóstico ou tem alguma suspeita sobre seu problema, ele tende a procurar por um especialista.
Hoje em dia, a pesquisa na internet pelo currículo dos profissionais facilita essa busca, pois é possível encontrar todo registro de estudos e trabalhos realizados pelo médico.
Investir constantemente na qualidade e excelência no exercício desta função faz toda diferença.
3º – Atendimento humanizado
Todo paciente está em busca de um bom atendimento. É importante que ele tenha uma experiência única e positiva.
Sem dúvidas, a pontualidade do médico é o primeiro passo para que tudo caminhe bem.
Na sequência, o oftalmologista deve priorizar consultas de qualidade, tratar seu paciente como alguém especial, dar atenção a cada detalhe do seu caso, ser ágil na realização de processos e efetuar um atendimento personalizado a cada um.
A anamnese inicial é uma ferramenta indispensável para a realização deste atendimento de qualidade e personalizado.
Esta entrevista médico/paciente permite ao profissional traçar um plano de atendimento para melhor solucionar os problemas que envolvem histórico familiar, ações do cotidiano, dentre outros.
A falta de diálogo em uma consulta pode camuflar informações relevantes, tornando o tratamento menos eficiente.
4º – Localização e instalações
O local e estrutura da clínica oftalmológica é fundamental para encantar o paciente e garantir que ele realize seu tratamento lá.
As pessoas estão sempre em busca de atendimento em uma localização segura e de fácil acesso.
Além disso, investir em tecnologia e modernidade, disponibilizando equipamentos novos para a realização de exames de vista completos, traz agilidade e transmite confiança.
5º – Custo-benefício
De acordo com uma pesquisa feita pelo Ibope, um paciente espera, em média, 56 dias por uma consulta e 78 dias para marcar um exame no SUS. Por isso, cada vez mais pessoas têm optado pela adesão a planos de saúde diversos.
Ter uma variedade de opções em um consultório oftalmológico para atendimento de convênios é um atrativo aos pacientes.
Outro fator ainda mais relevante é a combinação de atendimento de qualidade e preços acessíveis!
6º – Equipamentos de última geração
Esse é um ponto crucial! A eficiência de um consultório oftalmológico vai depender muito dos seus equipamentos.
Na hora de montar seu espaço, é preciso contar com equipamentos de altíssima tecnologia, que irão garantir a segurança dos pacientes e serão capazes de diagnosticar com muito mais precisão e conforto as condições oculares.
Além disso, é muito importante adquirir equipamentos desenvolvidos por marcas conceituadas e líderes de mercado, como a Eyetec.
A Eyetec está presente no mercado com produtos e serviços inovadores. Somos pioneiros no Brasil no desenvolvimento de produtos oftalmológicos e conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais.
Levamos até você os melhores equipamentos para cada necessidade! Fale com os nossos especialistas e tire todas as suas dúvidas. 😊
Entenda o uso da telemedicina na área da oftalmologia!

A telemedicina já é uma realidade no Brasil, sendo uma solução para consultas oftalmológicas aos pacientes que moram em locais afastados dos centros urbanos, já que ela permite o exercício da medicina à distância.
Neste texto vamos explicar o conceito de telemedicina e os benefícios que ela proporciona aos pacientes e clínicas oftalmológicas. Confira!
O conceito da telemedicina
A telemedicina é uma forma de atendimento médico muito efetiva, que gera um diagnóstico e tomada de condutas baseada em informações colhidas com o paciente através de sistemas de telecomunicação e avaliação de exames complementares.
Um ponto importante é que ela coloca o paciente ainda mais participativo na atenção médica, pois ele deve entender as vantagens e desvantagens desta modalidade de atendimento, e ficar ainda mais atento aos sintomas e tratamentos realizados. Por isso, o paciente fica ainda mais proativo no cuidado com sua própria saúde.
Diversas formas de autoexame estão em constante avaliação e podem ter indicação de serem aplicados a algumas doenças, como degeneração macular, membrana epirretiniana e retinopatia diabética com edema macular.
Além disso, aplicativos de celular e sites estão trazendo cada vez mais maneiras de acompanhamento das doenças e, assim, o médico consegue acessar esses dados e avaliar mudanças de conduta que sejam necessárias.
As aplicações da telemedicina em oftalmologia
A telemedicina pode acontecer de diversas maneiras, inclusive na troca de informações entre médicos.
No primeiro caso, a transmissão de dados sobre o paciente pode ser recebida em tempo real e contar com o auxílio de um profissional da saúde ou outra pessoa qualificada para enviar e receber as informações.
Já a interação entre dois médicos ocorre com a presença física de um oftalmologista junto ao paciente, que transmite informações eletrônicas a um médico especialista, como um retinólogo que se encontra em outro local, para que ele emita uma opinião de acordo com a qualidade e quantidade de dados recebidos.
Veja algumas modalidades de realização da telemedicina
1 – Teleorientação
Médicos interagem com o paciente através de uma anamnese convencional e realizam orientação de condutas à distância, incluindo a prescrição de medicamentos e solicitação de exames complementares.
2 – Telemonitoramento
O médico faz a avaliação de exames e o acompanhamento do tratamento instituído em uma consulta presencial.
Nesta modalidade, o paciente já foi em uma consulta presencial com o médico, que fez o diagnóstico e prescreveu o tratamento. Numa outra oportunidade, o paciente e seus exames são reavaliados de maneira remota.
3 – Teleinterconsulta
É realizada quando dois médicos interagem entre si e um envia informações sobre o paciente para um segundo, geralmente um especialista no assunto.
Podemos citar como exemplo um oftalmologista que é o médico assistente do paciente entra em contato com um especialista em retina para que este participe da avaliação do paciente com solicitação e avaliação de exames e formulação do diagnóstico.
Caso seja necessário, o paciente é encaminhado para avaliação presencial com o especialista.
4 – Telediagnóstico
Já regulamentada de longa data, é a emissão de laudos à distância com o médico avaliando as imagens de um exame.
Muito usada quando técnicos treinados fazem a captura das imagens juntamente com o paciente, e médicos especialistas emitem o laudo em outro local.
5 – Inteligência artificial
É a utilização de softwares para realizar diagnósticos, substituindo o trabalho manual do homem.
Dentro da oftalmologia, a inteligência artificial tem sido muito estudada principalmente em doenças da retina, como retinopatia diabética.
Através da imagem do fundo de olho de um paciente, o computador identifica sinais da doença e sugere o encaminhamento do paciente para uma avaliação com o especialista em retina.
Benefícios da telemedicina para a oftalmologia
A telemedicina beneficia não só os pacientes como também os gestores e profissionais da área de oftalmologia.
As principais vantagens que o atendimento remoto proporciona são:
Armazenamento na nuvem;
Aumento da produtividade;
Exame realizado por um especialista;
Redução de custos.
Como vimos, o avanço da tecnologia permite grandes inovações no atendimento oftalmológico, um deles se refere à implantação da telemedicina.
Vale lembrar que os profissionais devem priorizar a segurança das informações e privacidade dos pacientes!
Gostou deste artigo? Acompanhe nosso blog para mais conteúdos sobre esse e outros assuntos que envolvem o universo da oftalmologia.
Até a próxima!
Inclusão Social: tecnologia assistiva e inovações para pessoas com deficiência visual

Dia 21 de setembro é celebrado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência no Brasil.
Esta data foi criada com o objetivo de conscientizar sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.
O preconceito e a inacessibilidade pública também são dois pontos centrais a serem debatidos durante esta data, e que são responsáveis por dificultar a vida dessas pessoas.
Pensando nisso, elaboramos este post para você conhecer recursos e serviços que proporcionam ou ampliam habilidades funcionais de pessoas com deficiência visual. E, dessa maneira, contribuir bastante para a inclusão social desse segmento, promovendo uma vida mais independente e com mais qualidade!
O que é tecnologia assistiva?
Tecnologias assistivas ou ajudas técnicas são produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.
Para a pessoa com deficiência visual, dentro do panorama de recursos existentes, destacam-se os equipamentos eletrônicos e de informática com contínuo desenvolvimento tecnológico e que proporcionam recursos para a promoção do desempenho na realização de tarefas.
A pessoa com baixa visão dispõe de recursos eletrônicos e de informática que podem oferecer ampliações maiores e substituição da visão por meio de interfaces sonoras e táteis. Assim, auxiliam a pessoa com deficiência visual profunda e cegueira quanto ao acesso à informação.
Ampliação eletrônica da imagem
O principal auxílio eletrônico para ampliação da imagem é conhecido como CCTV, circuito fechado de televisão, ou auxílios de videoampliação, também chamados de SVA ou videomagnificação.
Podem ser modelos de mesa, portáteis e montados em armações.
Informática
Soluções de acessibilidade estão presentes em praticamente todas as plataformas e aparelhos que dependem da tecnologia da informática, desde computadores pessoais e dispositivos móveis até eletrodomésticos.
Os recursos de informática para pessoas com deficiência visual funcionam mediante interfaces que representam a informação através de diversos sentidos: visuais, sonoros, hápticos, tato, propriocepção ou uma combinação deles.
Inovações tecnológicas
A inteligência artificial já permite o reconhecimento de objetos, pessoas e ambientes em tempo real a partir do celular por meio de aplicativos como o Seeing AI®, da Microsoft, ou sistemas autônomos vestíveis como o OrCam My Eye 2®, da OrCam;
A realidade aumentada sobrepõe nas telas de celulares e outros dispositivos vestíveis imagens do mundo real e objetos virtuais, o que permite colocar dados suplementares sobre o mundo real ao alcance do usuário, inclusive das pessoas com deficiência visual;
A internet das coisas e as cidades inteligentes colocam computadores em objetos do mundo real, como televisores, eletrodomésticos e locais físicos na infraestrutura das cidades, todos ligados à internet. Ou seja, os computadores vão estar cada vez mais presentes nos objetos do nosso entorno.
A informática é fundamental para assegurar o acesso à informação de forma geral, à cultura, à comunicação, à educação, ao trabalho e ao lazer.
Dessa forma, é importante incentivar pessoas com deficiência visual a aprender a usar as tecnologias de informação e comunicação modernas para garantir sua independência, autonomia e inclusão plena na sociedade!
Benefícios da tecnologia assistiva
A aplicação das tecnologias assistivas para a realização de atividades traz uma série de vantagens, e a descomplicação das barreiras diárias pode ser sentida pelas pessoas que utilizam esses produtos em seu dia a dia.
Veja alguns exemplos:
Desempenho de tarefas cotidianas;
Mobilidade e funções manuais;
Comunicação;
Leitura;
Acessibilidade ao computador.
Como vimos, a tecnologia assistiva tem contribuído muito para que a pessoa com deficiência visual tenha cada vez mais autonomia e qualidade de vida.
Além de facilitar as atividades cotidianas, esses dispositivos acabam proporcionando o acesso aos recursos oferecidos pelo meio social e a apropriação das experiências da própria cultura, fundamentais nos processos de aprendizagem e desenvolvimento.
A tecnologia assistiva está em constante aprimoramento, passando sempre por inovações. E, além de ser um direito, a acessibilidade favorece as interações e o combate aos preconceitos!
Gostou do conteúdo? Aproveite e leia: Quais requisitos preciso cumprir para abrir uma clínica oftalmológica?
Continue acompanhando nosso blog para mais informações e conteúdos e até a próxima!
Atendimento Humanizado: o que é e por que faz diferença no tratamento?

Na maioria das vezes, ao buscar uma clínica oftalmológica ou qualquer outra instituição de saúde, o paciente está fragilizado e inseguro. Logo, a forma como ele é acolhido no atendimento, desde o primeiro contato, faz toda diferença!
No conteúdo de hoje, vamos falar sobre o conceito do atendimento humanizado ao paciente e te mostrar como algumas atitudes do médico impactam nos resultados dos tratamentos. Acompanhe!
Leia também: Paciente cirúrgico: o que ele busca em uma clínica oftalmológica?
O que é a humanização no atendimento?
Para entender melhor a importância da humanização no atendimento, é preciso entender que muitas vezes o paciente não busca apenas uma solução para o seu problema de saúde ocular, mas também o alívio e conforto pessoal.
Isso porque, quando uma pessoa tem determinada doença ou mesmo um desconforto simples, ela pode ficar emocionalmente desestabilizada, gerando consequências emocionais, econômicas, sociais e espirituais, em maior ou menor grau.
Em vista disso, o atendimento humanizado está ligado à forma como o paciente é tratado, desde a sua entrada em uma unidade de saúde até a sua saída.
Isto é, o atendimento humanizado é a forma como os oftalmologistas atendem os pacientes, pensando na união entre qualidade de atendimento e clínica, oferecendo conforto, tranquilidade e segurança.
O médico deve ser capaz de sentir e lidar com todas as preocupações e inseguranças do paciente, dando atenção verdadeira e esclarecendo dúvidas e incômodos, por menores que eles sejam em relação ao quadro clínico.
Aqui cabe uma observação extremamente importante: a humanização do atendimento ao cliente não é uma responsabilidade exclusiva do médico, mas de toda a equipe que está trabalhando no momento.
É preciso que todos os funcionários da clínica ou consultório proporcionem um tratamento individualizado e respeitoso ao paciente, oferecendo, além de atenção e respeito, uma infraestrutura adequada para atendimento às necessidades específicas.
Qual é a importância do atendimento humanizado?
A relação do médico e paciente, no geral, se resume em consultas, exames, diagnósticos e procedimentos. Porém, como citamos acima, o paciente nem sempre busca apenas uma maneira rápida de solucionar seu problema. Ele também espera que o médico o atenda de forma amigável, confiável e única, respeitando suas particularidades.
Segundo o Ministério da Saúde, a humanização é a valorização dos usuários, trabalhadores e gestores no processo de produção de saúde, por meio da criação de vínculos solidários, da responsabilidade compartilhada e da participação coletiva nos processos de trabalho, objetivando a mudança na cultura da atenção aos pacientes.
Existem alguns pontos muito positivos que definem o atendimento humanizado. Veja a seguir!
Entender a dor do paciente
Cada pessoa que passa pelo consultório ou clínica tem suas dificuldades em particular, e ter empatia para compreender isso, oferecendo assim um atendimento personalizado e eficiente, é o principal pilar do atendimento humanizado.
Pode ter certeza de que uma pessoa que sente confiança no profissional certamente terá resultados melhores com os tratamentos propostos. Por isso, é essencial explicar muito bem ao paciente qual a doença em questão, as causas e as formas de tratamento.
Assim, o paciente tem a certeza de que terá uma boa experiência, independentemente do momento em que ele possa estar.
Melhorar as respostas aos tratamentos propostos
Um atendimento humanizado também deixa o paciente mais otimista em relação aos tratamentos.
Então, se ele for encorajado a enfrentar todas as etapas com otimismo, é possível que ele consiga ter um procedimento médico muito mais seguro e eficiente.
Quando a equipe trata o paciente com carinho e considera suas questões individuais, como condição familiar, histórico psicológico, razões socioculturais, medos, angústias e limitações, consegue que ele abrace o tratamento oferecido com maior confiança e abertura!
O que deve ser oferecido no atendimento humanizado?
É importante entender que o atendimento humanizado envolve não apenas bons profissionais, como também procedimentos, normas, regras e infraestrutura que atendam às necessidades dos pacientes.
Confira a seguir os pontos que devem ser apresentados aos usuários nesse processo de atendimento:
Ética profissional;
Tratamento individualizado;
Cuidado realizado com empatia;
Respeito à intimidade e às diferenças;
Infraestrutura adequada.
Como implementar esse conceito?
Agora que entendemos o quanto é importante e fundamental o tratamento humanizado, é preciso garantir que o tratamento seja feito conforme as expectativas e necessidades de cada paciente.
Portanto, para que o cuidado seja efetivo e traga resultados positivos, além de estabelecer uma comunicação com o paciente, ouvir, compreender e buscar proximidade e confiança necessária para realizar o melhor tratamento, existem outras ações indispensáveis para implementar o atendimento humanizado nas clínicas ou consultórios de oftalmologia.
Entre elas, podemos destacar:
Oferecer vários canais de atendimento;
Treinar constantemente a equipe de atendimento;
Reduzir filas e tempo de espera;
Permitir acompanhamento dos familiares;
Garantir que os direitos dos pacientes sejam assegurados;
Facilitar e ampliar o acesso à informação para os pacientes.
Como vimos, o atendimento humanizado nas clínicas e consultórios pode fazer toda diferença!
O seu consultório já oferece um atendimento humanizado ou você ainda está buscando implementar essa prática?
Aproveite que agora você já conhece tudo sobre a humanização no atendimento à saúde e não poupe esforços para melhorar a vida dos pacientes!
Saiba que todas as mudanças vão ensinar e somar à carreira dos médicos oftalmologistas, recepcionistas, profissionais da limpeza, seguranças e outros.
Até a próxima! 😊
Medicina oftalmológica: como a tecnologia mudou esse mercado?

Assim como em diversas outras áreas da medicina, a oftalmologia também tem as suas subespecialidades divididas, isso porque as partes que envolvem a nossa visão são muito mais complexas do que podemos imaginar.
A neuroftalmologia e a oftalmologia, por exemplo, são dois ramos diferentes, que tratam a saúde dos olhos de forma distinta.
Pensando nisso, selecionamos quatro principais distúrbios neuro-oftálmicos que todo oftalmologista deve estar atento, pois podem representar risco de vida ao paciente. Confira a seguir!
Qual a diferença entre neuroftalmologia e oftalmologia?
Resumidamente, podemos dizer que o médico oftalmologista trata das doenças, problemas e alterações que acontecem nos olhos e que têm origem na região da visão.
Já o neuro-oftalmologista é o médico que trata das manifestações oculares relacionadas a problemas do sistema nervoso central que afetam o nervo óptico.
O nosso globo ocular é conectado ao sistema nervoso central por meio do nervo óptico, e toda e qualquer alteração que ocorre nesse sistema é especialidade do neuroftalmologista.
4 principais problemas de neuroftalmologia que todo oftalmologista deve estar atento!
1 – Perda de visão aguda e dolorosa
A perda de visão geralmente considerada aguda se desenvolve dentro de alguns minutos a alguns dias. Ela pode afetar um ou ambos os olhos ou parte de um campo visual.
A perda visual aguda requer avaliação e tratamento urgentes. Nestas circunstâncias, é essencial identificar se a perda visual é devida a um distúrbio ocular, especialmente uma doença da retina, ou a uma neuropatia óptica.
Os sintomas mais comuns são perda visual intermitente ou constante, novas dores de cabeça, claudicação do maxilar e sensibilidade no couro cabeludo.
2 – Hemianopsia bitemporal dolorosa aguda
A hemianopsia bitemporal dolorosa aguda é a perda total ou parcial da metade lateral de ambos os campos visuais, sem atravessar a mediana vertical.
A hemianopsia bitemporal é sentida quando os lados externos dos olhos apresentam perda de visão repentina.
Isso ocorre quando a lesão cerebral está localizada onde os nervos ópticos se cruzam.
3 – Oftalmoplegia dolorosa aguda
A oftalmoplegia internuclear é o comprometimento dos movimentos horizontais dos olhos causado por lesão em certas conexões entre os centros nervosos no tronco cerebral, parte inferior do cérebro.
Pode ser unilateral ou bilateral.
Os primeiros sintomas incluem sensibilidade nos seios da face, dores de cabeça e rinorreia sangrenta ou purulenta.
4 – Anisocoria dolorosa aguda
A anisocoria é uma condição em que uma das pupilas fica maior do que a outra, mesmo quando existe o mesmo estímulo em ambas.
Quando a anisocoria ocorre, costuma apresentar sintomas como dores de cabeça, febre, desmaios, baixa da visão e outros.
Vale lembrar que esta lista traz apenas alguns exemplos das doenças que podem acometer os olhos e suas estruturas.
Por isso, em qualquer suspeita de alteração visual, o oftalmologista deve encaminhar seus pacientes ao neuro-oftalmologista para que ele possa diagnosticar e tratar o quanto antes a patologia.
Gostou do conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para mais informações e novidades sobre o universo da oftalmologia!
Tchau!
Dicas de Neuroftalmologia que todo Oftalmologista deve saber!

Assim como em diversas outras áreas da medicina, a oftalmologia também tem as suas subespecialidades divididas, isso porque as partes que envolvem a nossa visão são muito mais complexas do que podemos imaginar.
A neuroftalmologia e a oftalmologia, por exemplo, são dois ramos diferentes, que tratam a saúde dos olhos de forma distinta.
Pensando nisso, selecionamos quatro principais distúrbios neuro-oftálmicos que todo oftalmologista deve estar atento, pois podem representar risco de vida ao paciente. Confira a seguir!
Qual a diferença entre neuroftalmologia e oftalmologia?
Resumidamente, podemos dizer que o médico oftalmologista trata das doenças, problemas e alterações que acontecem nos olhos e que têm origem na região da visão.
Já o neuro-oftalmologista é o médico que trata das manifestações oculares relacionadas a problemas do sistema nervoso central que afetam o nervo óptico.
O nosso globo ocular é conectado ao sistema nervoso central por meio do nervo óptico, e toda e qualquer alteração que ocorre nesse sistema é especialidade do neuroftalmologista.
4 principais problemas de neuroftalmologia que todo oftalmologista deve estar atento!
1 – Perda de visão aguda e dolorosa
A perda de visão geralmente considerada aguda se desenvolve dentro de alguns minutos a alguns dias. Ela pode afetar um ou ambos os olhos ou parte de um campo visual.
A perda visual aguda requer avaliação e tratamento urgentes. Nestas circunstâncias, é essencial identificar se a perda visual é devida a um distúrbio ocular, especialmente uma doença da retina, ou a uma neuropatia óptica.
Os sintomas mais comuns são perda visual intermitente ou constante, novas dores de cabeça, claudicação do maxilar e sensibilidade no couro cabeludo.
2 – Hemianopsia bitemporal dolorosa aguda
A hemianopsia bitemporal dolorosa aguda é a perda total ou parcial da metade lateral de ambos os campos visuais, sem atravessar a mediana vertical.
A hemianopsia bitemporal é sentida quando os lados externos dos olhos apresentam perda de visão repentina.
Isso ocorre quando a lesão cerebral está localizada onde os nervos ópticos se cruzam.
3 – Oftalmoplegia dolorosa aguda
A oftalmoplegia internuclear é o comprometimento dos movimentos horizontais dos olhos causado por lesão em certas conexões entre os centros nervosos no tronco cerebral, parte inferior do cérebro.
Pode ser unilateral ou bilateral.
Os primeiros sintomas incluem sensibilidade nos seios da face, dores de cabeça e rinorreia sangrenta ou purulenta.
4 – Anisocoria dolorosa aguda
A anisocoria é uma condição em que uma das pupilas fica maior do que a outra, mesmo quando existe o mesmo estímulo em ambas.
Quando a anisocoria ocorre, costuma apresentar sintomas como dores de cabeça, febre, desmaios, baixa da visão e outros.
Vale lembrar que esta lista traz apenas alguns exemplos das doenças que podem acometer os olhos e suas estruturas.
Por isso, em qualquer suspeita de alteração visual, o oftalmologista deve encaminhar seus pacientes ao neuro-oftalmologista para que ele possa diagnosticar e tratar o quanto antes a patologia.
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Tchau!
Oftalmologia na prática: o que você precisa saber antes de se especializar

Você sabia que a oftalmologia é a 9ª especialidade com mais médicos no Brasil? De acordo com a pesquisa Demografia Médica no Brasil 2020, apenas na última década, estima-se que 180 mil novos médicos estejam registrados nos conselhos regionais de medicina.
Consequentemente, com o aumento do número de profissionais se formando em graduação, o número de vagas em Residência Médica também cresceu: 80% entre 2010 e 2019. Isto é, para aqueles que querem se tornar especialistas, inclusive em oftalmologia, a concorrência é grande.
Por isso, quanto mais cedo a escolha da área a seguir for feita, melhor o acadêmico pode se preparar.
Preparamos um guia para te ajudar a entender se a residência em oftalmologia é a certa para você. Confira!
Você também pode se interessar: 5 passos para guardar dinheiro e abrir sua clínica.
A importância do oftalmologista
A especialização médica em oftalmologia é atribuída ao estudo e tratamento de doenças e problemas de refração apresentados pelo olho. Logo, o oftalmologista é o médico responsável por estudar, diagnosticar e tratar as disfunções do sistema visual.
Isto é, assim como os outros médicos, o oftalmologista é responsável por cuidar da saúde do paciente. Porém, diferente dos outros médicos, este especialista não apenas oferece apenas uma vida mais saudável, mas também permite que a pessoa veja o mundo de outra forma.
Por essa e várias outras razões é que o oftalmologista, também chamado de oftalmo, pode fazer muita diferença na vida de uma pessoa!
Formação profissional e residência
Em primeiro lugar, para se tornar um oftalmologista é necessário cursar medicina. A graduação dura 6 anos e engloba capacidades profissionais por meio de aulas teóricas e práticas.
O outro requisito para completar a formação é concluir a residência médica. Neste caso, é uma residência de acesso direto, sem pré-requisitos, e dura 3 anos.
Durante esse período, o médico terá contato com as diferentes formas de atuação dentro da especialidade: atendimento ambulatorial, emergencial, cirurgias de refração, catarata, glaucoma, entre outras.
Além disso, ao longo da formação, os residentes têm matérias como:
Anatomia;
Optometria;
Microbiologia;
Neuroanatomia;
Técnica cirúrgica;
Cirurgia oftalmológica;
Óptica física/fisiológica;
Oftalmologia preventiva;
Imunologia e parasitologia;
Fisiologia do olho e da visão.
Atuação e mercado de trabalho
O oftalmologista pode atuar na área clínica ou hospitalar, em redes públicas e privadas. Uma outra opção é seguir carreira acadêmica, realizando pesquisas e exercendo atividades em universidades.
Existem, também, as chamadas subespecialidades em que o médico pode se dedicar, como, por exemplo, a oftalmopediatria, plástica ocular e cirurgia refrativa.
Além disso, o profissional pode aprofundar conhecimentos em doenças orbitárias, doenças das vias lacrimais, estrabismo, glaucoma, catarata e em problemas da retina.
Vale lembrar que a prática da oftalmologia demanda gosto pela medicina e pelas ciências biológicas, da faculdade até a rotina de trabalho. Por isso, um profissional da saúde tem que ter disponibilidade para o estudo, facilidade e sensibilidade para lidar com as pessoas e capacidade de observação. Assim, é possível acompanhar os pacientes e fazer a diferença no dia a dia!
Quanto ganha um oftalmologista?
Atualmente, a média salarial de um Médico Oftalmologista é de R$ 5.088,12 para uma jornada de trabalho de 19 horas semanais, de acordo com pesquisas realizadas com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o CAGED.
Oftalmologista x oculista
É bem comum que a atividade do oftalmologista seja confundida com a de um oculista. Porém, existem diferenças significativas entre as duas profissões.
Conforme mencionamos acima, o médico especializado em oftalmologia analisa as doenças relacionadas ao olho e à visão. Assim, ele receita os possíveis tratamentos.
Já o oculista é responsável por ler e interpretar essas receitas. Ele produz e cuida da manutenção das lentes e dos óculos, além de orientar os pacientes sobre as características do produto para melhor adaptação de acordo com prescrição médica.
Gostou do texto? Continue acompanhando nosso blog para mais conteúdos como esse!
Até a próxima! 😊
Oftalmoscópio Direto e o Indireto: entenda as diferenças!

A terapia antiangiogênica é um procedimento cada vez mais utilizado no tratamento de doenças que afetam a retina.
Essa técnica surgiu nos anos 2000 e trata-se da aplicação de fármacos que diminuem a proliferação e a permeabilidade de vasos sanguíneos no interior dos olhos. Isto é, esse tratamento interrompe o crescimento de vasos anormais para dentro da retina.
Vamos conhecer um pouco sobre a terapia antiangiogênica? Continue lendo!
Leia também: Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina.
Como funciona?
O procedimento é simples e rápido, porém necessita de cuidado, pois é invasivo.
A aplicação é realizada com anestesia local, por meio de colírio ou anestésico injetado sob a conjuntiva, e raramente causa dor.
Além disso, o uso de um colírio com iodopovidona diminui consideravelmente o risco de endoftalmite, como é denominada a infecção no interior do olho.
O número de aplicações pode variar de acordo com a doença ocular e a resposta do paciente ao tratamento.
Geralmente, inicia-se o tratamento com 3 aplicações no olho afetado, em intervalos mensais. Depois, realiza-se nova avaliação no consultório, com exames complementares, para observar a necessidade de novas aplicações ou de acompanhamento periódico.
Doenças tratadas pela terapia
Muitas doenças são beneficiadas com o tratamento por meio da injeção intravítrea de antiangiogênico.
Listamos algumas que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Veja:
Degeneração macular relacionada à idade
Conhecida também como degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, essa doença ocorre quando a mácula, uma pequena área da retina responsável pela visão dos detalhes, acaba se degenerando graças à idade.
Nesta doença, são formados neovasos abaixo da retina, causando embaçamento visual e manchas pretas no centro da visão.
Retinopatia diabética
Uma das principais causadoras de cegueira em diabéticos, a retinopatia diabética consiste em alterações nos vasos sanguíneos da retina.
As anormalidades podem fazer com que os vasos se rompam, liberando sangue ou fluidos na cavidade vítrea e na região macular, causando graves problemas e até mesmo a perda total da visão.
Edema macular diabético
O edema macular diabético é uma complicação da doença citada acima.
Se o diabetes não for tratado, há possibilidade de a retinopatia evoluir para um edema. No início, não apresenta sintomas, mas é preciso ficar atento a imagens distorcidas, imagens borradas e dificuldade em enxergar cores.
Pós-terapia
O paciente é liberado depois do procedimento, com a recomendação de contatar imediatamente o seu oftalmologista caso tenha dor, diminuição da visão ou secreção ocular nos dias seguintes.
Se for o caso, o uso de antibióticos tópicos oculares é controverso. Como eles podem alterar a flora conjuntival e promover resistência bacteriana, a recomendação é não os utilizar.
Vantagens do procedimento
A retina é a parte mais isolada e de difícil acesso para medicamentos, devido à sua posição dentro do globo ocular.
Por isso, a principal vantagem deste tipo de procedimento é a eficácia da injeção para adentrar a cavidade intraocular.
Além disso, a recuperação é rápida, não é necessária internação e é rara a ocorrência de complicações.
A terapia antiangiogênica só pode ser aplicada por um retinólogo. Procure sempre um médico oftalmologista para realizar exames de rotina!
Eyetec – uma empresa 100% nacional!
A Eyetec conta com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico.
Estamos presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino. Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.
Acesse nosso site e saiba mais: https://www.eyetec.com.br.
O que achou do conteúdo? Esperamos que tenha gostado. 😊
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Terapia Antiangiogênica: Você conhece esse tratamento?

A terapia antiangiogênica é um procedimento cada vez mais utilizado no tratamento de doenças que afetam a retina.
Essa técnica surgiu nos anos 2000 e trata-se da aplicação de fármacos que diminuem a proliferação e a permeabilidade de vasos sanguíneos no interior dos olhos. Isto é, esse tratamento interrompe o crescimento de vasos anormais para dentro da retina.
Vamos conhecer um pouco sobre a terapia antiangiogênica? Continue lendo!
Leia também: Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina.
Como funciona?
O procedimento é simples e rápido, porém necessita de cuidado, pois é invasivo.
A aplicação é realizada com anestesia local, por meio de colírio ou anestésico injetado sob a conjuntiva, e raramente causa dor.
Além disso, o uso de um colírio com iodopovidona diminui consideravelmente o risco de endoftalmite, como é denominada a infecção no interior do olho.
O número de aplicações pode variar de acordo com a doença ocular e a resposta do paciente ao tratamento.
Geralmente, inicia-se o tratamento com 3 aplicações no olho afetado, em intervalos mensais. Depois, realiza-se nova avaliação no consultório, com exames complementares, para observar a necessidade de novas aplicações ou de acompanhamento periódico.
Doenças tratadas pela terapia
Muitas doenças são beneficiadas com o tratamento por meio da injeção intravítrea de antiangiogênico.
Listamos algumas que fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Veja:
Degeneração macular relacionada à idade
Conhecida também como degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, essa doença ocorre quando a mácula, uma pequena área da retina responsável pela visão dos detalhes, acaba se degenerando graças à idade.
Nesta doença, são formados neovasos abaixo da retina, causando embaçamento visual e manchas pretas no centro da visão.
Retinopatia diabética
Uma das principais causadoras de cegueira em diabéticos, a retinopatia diabética consiste em alterações nos vasos sanguíneos da retina.
As anormalidades podem fazer com que os vasos se rompam, liberando sangue ou fluidos na cavidade vítrea e na região macular, causando graves problemas e até mesmo a perda total da visão.
Edema macular diabético
O edema macular diabético é uma complicação da doença citada acima.
Se o diabetes não for tratado, há possibilidade de a retinopatia evoluir para um edema. No início, não apresenta sintomas, mas é preciso ficar atento a imagens distorcidas, imagens borradas e dificuldade em enxergar cores.
Pós-terapia
O paciente é liberado depois do procedimento, com a recomendação de contatar imediatamente o seu oftalmologista caso tenha dor, diminuição da visão ou secreção ocular nos dias seguintes.
Se for o caso, o uso de antibióticos tópicos oculares é controverso. Como eles podem alterar a flora conjuntival e promover resistência bacteriana, a recomendação é não os utilizar.
Vantagens do procedimento
A retina é a parte mais isolada e de difícil acesso para medicamentos, devido à sua posição dentro do globo ocular.
Por isso, a principal vantagem deste tipo de procedimento é a eficácia da injeção para adentrar a cavidade intraocular.
Além disso, a recuperação é rápida, não é necessária internação e é rara a ocorrência de complicações.
A terapia antiangiogênica só pode ser aplicada por um retinólogo. Procure sempre um médico oftalmologista para realizar exames de rotina!
Eyetec – uma empresa 100% nacional!
A Eyetec conta com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico.
Estamos presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino. Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.
Acesse nosso site e saiba mais: https://www.eyetec.com.br.
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