O uso de lentes de contato para o controle de doenças na córnea

O uso de lentes de contato é uma forma eficiente para oferecer qualidade visual aos pacientes, mas para isso é preciso que tenha acompanhamento de um especialista.

As lentes de contato também são utilizadas para o tratamento de algumas doenças que afetam a córnea, por exemplo, o ceratocone.

O ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.

À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.

Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:

Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.

É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.

Você pode ler mais sobre as doenças que podem afetar a córnea em: “Ectasias da córnea”.

Como as lentes de contato podem ajudar no tratamento do ceratocone?

O tratamento do ceratocone tem ganhado muito destaque nos últimos anos e pode envolver diversas medidas, que vão de colírios especializados às cirurgias corretivas.

Em muitos casos, o uso de lentes de contato especiais ajuda a amenizar a deformação da córnea e restabelece a visão normal do paciente.

Novas lentes de contato, com materiais e curvaturas com mais tecnologia e sofisticação, permitem aos portadores de ceratocone maior qualidade da visão.

Qualquer que seja o método de tratamento do ceratocone, o objetivo é a estabilidade e a melhora na visão.

Se na fase inicial do ceratocone os óculos não forem capazes de melhorar a visão, é possível o uso de lentes de contato.

Lente escleral

Existem vários tipos de lentes de contato. A mais recente é a lente escleral, que tem potencial de oferecer conforto visual aos pacientes que possuem ceratocone.

Devido ao seu material, a lente escleral oferece maior adaptabilidade para o paciente, oferecendo maiores chances de sucesso no tratamento.

Essa lente tem maior diâmetro e se acomoda na parte branca dos olhos, e não na córnea.

As lentes de contato escleral podem ser uma opção bem eficiente para casos graves de ceratocone, pois sua modelação tem como objetivo corrigir até as deformações mais importantes da córnea.

Em casos em que as lentes convencionais não tiveram os resultados esperados, as lentes de contato escleral podem oferecer excelentes resultados, evitando procedimentos mais invasivos e perigosos.

Tudo o que você precisa saber sobre as principais doenças oculares!

As doenças oculares são problemas oftalmológicos causados por inúmeros motivos, que vão desde causas genéticas até os maus hábitos do dia a dia. A visão é um dos sentidos mais importantes que possuímos, e é responsável por 85% das atividades processadas pelo cérebro. No Brasil, o último Censo Demográfico (IBGE 2010) identificou mais de 35 […]

Microscopia Especular da Córnea – tudo o que você precisa saber sobre esse exame!

O exame de microscopia especular da córnea tem como objetivo avaliar as células que revestem a camada profunda do olho, que são as células endoteliais, sendo possível detectar possíveis enfermidades da córnea.

A córnea é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.

Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que ela fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, por exemplo, a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras, também podem causar problemas na córnea.

Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e cuja curvatura permite a formação de imagens nítidas.

O que é o exame microscopia especular da córnea?

O exame de microscopia especular da córnea verifica a densidade e a qualidade das células presentes no endotélio corneano.

O endotélio da córnea é uma camada de células que reveste a superfície posterior da córnea. Seu papel fundamental é manter a hidratação da córnea através do sistema de transporte ativo de íons.

Quando esse processo não ocorre da maneira correta, devido a danos no endotélio, as células da córnea perdem a transparência, o que compromete a visão.

Teoricamente, as células endoteliais não se regeneram, e com o passar dos anos ocorrem mudanças celulares, o que pode ocasionar lesões na córnea. Por isso, é fundamental proteger essa camada de células.

A degeneração das células endoteliais agrava algumas doenças corneanas e do globo ocular. Em casos mais graves de destruição das células, é indicado que seja realizado o transplante de córnea para restituí-las.

Com isso, o exame de microscopia especular da córnea se torna fundamental, pois avalia a degeneração ou a distrofia das células do endotélio.

É importante ressaltar que o exame não leva em consideração apenas a quantidade dos organismos celulares, mas também a qualidade deles.

Como é realizado o exame microscopia especular da córnea?

Para a realização do exame, o paciente é colocado de frente para o microscópio digital que registrará a imagem do endotélio, aumentando-a em milhares de vezes.

Através da análise computadorizada da imagem refletida na parte posterior da córnea, é possível analisar as células de acordo com as áreas, formatos, tamanhos e se o endotélio está saudável.

É um exame indicado para pacientes que serão submetidos a procedimentos cirúrgicos como:

Correção de catarata;
Glaucoma;
Transplante de córnea;
Degenerações e distrofias da córnea.

Ou também para:

Pré-operatório de cirurgias intraoculares;
Adaptação de lentes de contato;
Edema de córnea;
Cicatrizes e opacidade da córnea;

Ectasias da córnea

As ectasias da córnea, também conhecidas como queratectasias, são alterações que causam o afinamento progressivo da córnea e geralmente são acompanhadas por miopia, astigmatismo, perda de acuidade visual, entre outros sintomas.

A córnea é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.

Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, como a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras condições, também podem causar problemas na córnea.

Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e cuja curvatura permite a formação de imagens nítidas.

O que é ectasia da córnea?

Ectasia da córnea é uma anomalia que causa o afinamento progressivo da córnea, podendo acontecer naturalmente ou após uma cirurgia refrativa. Com o passar do tempo, o afinamento da córnea deforma a curvatura do tecido.

As ectasias da córnea podem ser classificadas da seguinte forma:

Ceratocone;
Degeneração marginal pelúcida;
Ceratoglobo;
Ectasia pós Lasik.
Ceratocone

O ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.

À medida que a córnea se afina, o paciente percebe uma baixa acuidade visual, que pode ser de moderada a severa, dependendo da quantidade de tecido corneano afetado.

Os pacientes que têm ceratocone precisam tomar alguns cuidados:

Manter consultas regulares ao oftalmologista para ajustar as lentes de contato;
Evitar coçar os olhos;
Aplicar compressas frias em crise de coceira ou sensação de areia nos olhos;
Usar colírio com corticoide sob prescrição médica para evitar risco de glaucoma;
Interromper o uso de antialérgico caso use lentes e sinta os olhos ressecados;
Fazer o polimento semestral das lentes com o oftalmologista para eliminar resíduos que possam deformar a superfície;
Usar óculos escuros com proteção ultravioleta em locais ensolarados.

É uma doença rara e de caráter hereditário. Sua evolução é lenta e se manifesta mais entre os 10 e 25 anos, podendo progredir até aproximadamente os 40 anos ou estabilizar-se com o tempo.

Degeneração marginal pelúcida

A degeneração marginal pelúcida, também conhecida como DMP, é uma patologia que faz parte do grupo das ectasias da córnea.

É uma doença que afeta a córnea, deixando-a afinada e protusa. Diferente do ceratocone, é uma deformidade mais periférica.

Esse tipo de ectasia tem origem na parte inferior da córnea e faz com que o tecido tome a forma de um nódulo. O principal sintoma é a visão turva.

A DMP é de origem não inflamatória, geralmente bilateral, e os olhos podem ser acometidos de forma assimétrica.

Ainda não se sabe ao certo quais são as causas, mas sabe-se que existe um fator genético.

As pessoas que possuem esse tipo de ectasia precisam usar óculos de sol e lentes de contato.

Ceratoglobo

O ceratoglobo é uma das formas mais complicadas das ectasias da córnea, apresentando um comportamento semelhante ao do ceratocone de “distorção para a frente”.

Nesse caso, toda a curvatura da córnea é afetada, assumindo a forma de um globo.

Ectasia pós Lasik

A cirurgia a laser Lasik é realizada em pacientes que necessitam de correção de erros de refração.

A princípio, qualquer pessoa com miopia, hipermetropia e astigmatismo pode realizar esse tipo de cirurgia.

O risco desse tipo de procedimento é que o paciente pode desenvolver uma ectasia da córnea pós Lasik, que é a deformação progressiva da córnea, causando um aumento da miopia e do astigmatismo.

Esse risco permanece por anos após a correção refrativa.

O sucesso de todo tratamento oftalmológico depende do acompanhamento regular com o médico e do diagnóstico correto.

Eyetec pioneira no Brasil no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

A Eyetec é uma empresa brasileira, com capital 100% nacional, idealizada dentro da Universidade de São Paulo, USP, por engenheiros, técnicos e pesquisadores. Somos pioneiros no desenvolvimento de equipamentos oftálmicos!

Desde o lançamento do nosso primeiro produto, o oftalmoscópio binocular indireto, estamos ganhando destaque e reconhecimento entre os profissionais da área.

Em nosso portfólio, contamos com uma linha completa de equipamentos para diagnóstico de doenças oculares, presentes na maioria das clínicas oftalmológicas, hospitais e instituições de ensino.

Temos parcerias com os oftalmologistas mais renomados do mercado, colaborando com feedbacks e análises sobre nossos produtos.

Com constantes investimentos, conseguimos competir em igualdade com empresas multinacionais!

Em nosso site, você pode conferir mais sobre os nossos produtos.

Se você tem alguma dúvida sobre as ectasias da córnea ou as doenças que podem afetar a córnea, deixe seu comentário que teremos satisfação em ajudar!

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Crosslinking – um tratamento inovador para o ceratocone!

O crosslinking é um método cirúrgico inovador que tem apresentado ótimos resultados no tratamento do ceratocone.

Ceratocone

Ceratocone é uma doença causada pelo afinamento da córnea, que assume um formato de cone.

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O que é crosslinking?

O tratamento crosslinking tem como objetivo aumentar a resistência e a estabilidade da córnea, impedindo o avanço de doenças como o ceratocone. Com isso, pode retardar ou até evitar um possível transplante de córnea.

Embora essa técnica possa ser considerada recente, ela surgiu há quase vinte anos na Europa.

Há muito tempo os médicos vêm buscando uma maneira de minimizar os efeitos do ceratocone e manter a saúde visual dos pacientes.

A princípio, esse tratamento era utilizado apenas para a correção de miopia leve. Depois, passou a ser usado no tratamento de pacientes com ceratocone, para aumentar sua tolerância a lentes de contato.

Terapias combinadas e novas abordagens do crosslinking são consideradas inovadoras e estão em desenvolvimento, para reduzir o tempo de tratamento e o pós-operatório, proporcionando resultados mais satisfatórios.

Nesse procedimento, a córnea fica exposta a uma combinação de radiação ultravioleta (UVA), associada a uma substância chamada riboflavina, vitamina B2, aumentando a rigidez biomecânica da córnea.

No crosslinking, ocorre o fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência, a elasticidade da córnea diminui, reduzindo as chances de abaulamento.

A realização do crosslinking corneano depende do avanço da doença e de fatores externos.

É indicado para pacientes com ceratocone em estágio inicial, pacientes jovens, adolescentes, casos em que a doença esteja em progressão e pacientes que já foram submetidos à cirurgia refrativa.

De forma geral, casos em estágio de leve a moderado apresentam bons resultados, mas alguns estudos estão comprovando a eficácia do tratamento em estágios mais avançados do ceratocone.

Em relação aos fatores externos, o tratamento não é indicado para gestantes, lactantes e pessoas que já tiveram alguma doença na superfície ocular.

É importante lembrar que cada caso deve ser avaliado pelo oftalmologista.

Lembrando que a função desse tratamento não é reduzir a doença, mas evitar a progressão.

Quais são os benefícios desse tratamento?

O crosslinking, mesmo sendo considerado um procedimento cirúrgico, é menos invasivo do que as demais cirurgias oftalmológicas.

Grande parte dos pacientes que são submetidos a esse tratamento conseguem estagnar a progressão da doença, e outros ainda conseguem controlar o avanço de forma bem significativa.

Outro benefício é que 25% dos pacientes que passam por esse tratamento apresentam a diminuição do grau de problemas oftalmológicos causados pelo ceratocone, como o astigmatismo e a miopia, embora esse não seja o objetivo principal do procedimento.

Pós-operatório

Essa é uma técnica minimamente invasiva, utilizada apenas com anestesia tópica com colírios. Tem aproximadamente 1 hora de duração e o paciente recebe alta logo após o procedimento, sem necessidade de internação.

Após o tratamento, é necessário que o paciente use medicamentos como antibióticos e anti-inflamatórios, por aproximadamente 20 dias, com acompanhamento médico.

O paciente pode apresentar algumas alterações temporárias, como inchaço, fotofobia, visão embaçada ou dupla, mas são sintomas que diminuem com o passar das semanas de recuperação.

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Maculopatia: O que é? E quais os tipos existentes?

A mácula é a região da retina responsável pela visão de alta resolução, que permite enxergar os detalhes. As doenças que afetam essa região, chamadas de maculopatias, podem criar uma mancha central na visão do paciente, reduzindo a qualidade dessa visão de alta resolução.

A mácula tem um papel importante na visão central e qualquer alteração pode comprometê-la.

Continue lendo e saiba mais sobre os tipos e as causas da maculopatia!

Maculopatia diabética

A maculopatia diabética, também conhecida como edema macular diabético, pode afetar apenas a mácula ou toda a retina. É uma consequência da retinopatia diabética, causada pelas complicações da diabetes.

Essa doença é a principal causa de cegueira em pessoas com diabetes devido às alterações que provocam nos vasos sanguíneos da retina.

O tratamento depende do estágio da doença, que pode ser por fotocoagulação a laser, associada ou não a injeções de medicações intraoculares, o que pode estabilizar e melhorar a visão.

Maculopatia degenerativa

A maculopatia degenerativa, ou degeneração macular relacionada à idade, também conhecida como DMRI, é considerada uma das principais causas da perda de visão de um ou dos dois olhos em pacientes acima de 65 anos.

Está dividida em duas formas:

Seca: representa cerca de 90% dos casos e tem uma progressão mais lenta. Acontece quando não ocorre o derrame de fluido e sangue na retina.
Úmida: representa cerca de 10% dos casos e tem uma progressão mais rápida. Alguns vasos sanguíneos anormais crescem debaixo da retina, podendo derramar fluido e sangue, ocasionando edemas e danos na mácula.

Nos estágios iniciais, a doença não apresenta sintomas e o diagnóstico pode ser obtido através do exame de fundo de olho e consultas regulares ao oftalmologista.

Em estágio mais avançado, o paciente pode perceber distorções em imagens e a visão central fica escura. Normalmente, esse paciente é submetido a tratamentos à base de injeção de antiangiogênicos intraoculares, periodicamente.

Maculopatia miópica

Essa é outra doença da retina, secundária à alta miopia, acima de 6 dioptrias, e que pode ocasionar diversas alterações no fundo do olho.

Ela também pode estar ligada a outras patologias oculares, como glaucoma, descolamento de retina, catarata ou doenças sistêmicas, como a Síndrome de Stickler, Marfan e Ehlers-Danlos.

Os pacientes com esse tipo de maculopatia se queixam da visão embaçada. O tratamento pode ser feito com substâncias antiangiogênicas, em geral, para os casos em que ocorre a formação de uma neovascularização abaixo da mácula.

Maculopatia pós facectomia

A maculopatia pós facectomia, também chamada de edema macular cistóide, é caracterizada pelo acúmulo de líquidos na região macular, em aspecto de favo de mel ou estrelar.

É comum em pacientes que tiveram algum tipo de complicação cirúrgica, como cirurgias de catarata, por exemplo. O principal sintoma é a baixa acuidade visual.

Saiba mais sobre acuidade visual em: O que é o teste de acuidade visual?

Para que o tratamento seja bem-sucedido, é importante que a doença seja diagnosticada o mais breve possível e dependerá da gravidade.

As intervenções podem ser feitas com remédios anti-inflamatórios, corticóides ou anti-inflamatórios não hormonais, em geral de uso tópico, como colírios, ou injeções intraoculares de corticóide.

Maculopatia traumática

É mais comum acontecer após algum tipo de trauma, podendo levar ao desenvolvimento de buraco na mácula.

Em alguns casos, está mais relacionado aos danos do que com a intensidade do traumatismo. Quando acontecem hemorragias, buraco na mácula ou descolamento da retina, há necessidade de intervenção cirúrgica.

Maculopatia solar

A maculopatia solar é uma lesão na retina, causada após a observação direta do sol por mais de 90 segundos, que é o tempo máximo para não ocasionar lesões.

Isso pode ocorrer em um dia normal ou durante um eclipse solar sem a devida proteção de óculos de sol. A exposição à solda elétrica também pode causar esse tipo de problema.

Pacientes com essa doença podem apresentar os seguintes sintomas: redução na acuidade visual, metamorfopsias, distorção da visão, fotofobia, discromatopsia, alteração na visão de cores, escotomas, perda momentânea total ou parcial da visão, e dor nos olhos nas primeiras horas após a exposição.

Embora a lesão possa desaparecer entre uma e duas semanas, ela pode evoluir para a maculopatia com baixa visão, tornando importante a consulta com um especialista para diagnosticar a gravidade da lesão.

O tratamento dependerá do tipo, estágio e da forma como essa doença avança.

Como o Campímetro Solaris pode ajudar no diagnóstico da maculopatia?

O Campímetro Solaris foi desenvolvido para avaliar o campo de visão do paciente.

Em algumas doenças, como maculopatias, o campo de visão fica reduzido, e a forma de estabelecer essa perda é através da avaliação do campo de visão, possibilitando identificar a posição e a intensidade da perda.

Esse equipamento é controlado por um software que determina a sensibilidade das áreas visuais de cada olho através de um gráfico.

Os resultados dos exames podem ser em 3D, coloridos, tons de cinza ou numérico. Possui uma interface amigável, de fácil compreensão e em português!

Você pode conferir todas as especificações técnicas do Campímetro Solaris em nosso site: https://www.eyetec.com.br.

Como vimos, existe uma grande variação nos tipos de maculopatias, suas causas e tratamentos. Por isso, é importante obter equipamentos de empresas confiáveis, garantindo o diagnóstico correto e precoce de doenças oculares.

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O que é o teste de acuidade visual?

Doenças oculares

As doenças oculares são problemas oftalmológicos causados por diversos motivos, sejam eles genéticos ou devido aos hábitos e estilo de vida. Com o passar do tempo, essas doenças podem evoluir, causando dificuldade na visão e, em casos mais graves, levar à cegueira.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há no mundo cerca de 285 milhões de pessoas que sofrem com algum tipo de doença ocular, sendo que de 60 a 80% dessas doenças poderiam ser evitadas ou tratadas.

De acordo com o último Censo Demográfico (IBGE 2010), no Brasil, cerca de 35 milhões de pessoas possuem alguma dificuldade visual.

A visão é responsável por 85% das atividades processadas pelo cérebro, e é um dos sentidos mais importantes do corpo humano.

Apesar dessa importância, em 2019, uma pesquisa realizada pelo Ibope mostrou que 34% dos brasileiros nunca foram ao oftalmologista. Infelizmente, esse tipo de consulta só é realizado quando há real necessidade de usar óculos ou com o surgimento de algum incômodo nos olhos.

Alguns sintomas de doenças oculares são: visão embaçada, tremor nos olhos, dificuldades em se adaptar à luz, olhos vermelhos e lacrimejando.

Consultas periódicas ao oftalmologista podem prevenir algumas doenças e o tratamento precoce pode evitar a evolução de muitos casos.

Adotar alguns hábitos para o conforto e qualidade dos olhos, como evitar exposição ao sol sem usar óculos apropriado, prevenir exposição excessiva a telas, como TV, computador e celular, e poupar coçar os olhos, também podem evitar doenças.

Teste de acuidade visual: o que é, como funciona e por que é importante?

Acuidade é a capacidade de percepção de um indivíduo. Quando falamos em acuidade visual, é a grande capacidade que a pessoa tem em enxergar o dia a dia com nitidez, conseguindo distinguir as cores, as formas, os contornos, entre outros.

O teste de acuidade visual é o mais utilizado para identificar qual o grau de refração de um paciente, e é capaz de identificar algum tipo de problema ocular em qualquer idade.

Os erros de refração mais comuns e identificados com esse tipo de teste são as ametropias: miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia.

O método mais prático para a realização do exame é com a tabela de Snellen, existente desde 1862, que foi desenvolvida pelo oftalmologista Herman Snellen. Ela é composta por várias linhas e letras de diferentes tamanhos.

O paciente deverá ficar a uma distância padrão da tabela, de 6 metros, e falar até onde consegue ler com facilidade, com cada olho. A relação entre a distância e a linha alcançada com nitidez mostra a acuidade visual daquele olho.

Se a baixa acuidade é detectada nesse exame, outros exames devem ser solicitados para melhor entendimento do caso.

Outra forma de medir a acuidade visual é através da Medida do Potencial de Acuidade (PAM), utilizada em pacientes que já apresentam alguma doença ocular. Também é possível identificar se há uma boa função da mácula.

Geralmente é utilizado antes da cirurgia de catarata ou transplante de córnea. Nesse caso, a tabela é projetada no fundo do olho do paciente através de um aparelho com um laser. O único preparatório para o exame é a dilatação das pupilas.

O teste de acuidade visual é o primeiro passo de uma consulta ao oftalmologista e deve ser feito em praticamente todas as consultas e doenças oculares. Assim sendo, o teste de acuidade visual é uma medida importante para saber o quão bem você enxerga, de forma rápida e simples.

Por isso, é importante manter as consultas e exames em dia, evitando o avanço de doenças ou descobertas tardias.

Tela de Acuidade Slim – um novo conceito em instrumentos para a medição da acuidade visual!

O objetivo do teste de acuidade visual é identificar como as pessoas enxergam as cores, as formas e os contornos dos objetos, ou seja, como elas enxergam o dia a dia.

A Tela de Acuidade Slim possui alta resolução e é capaz de exibir, com apenas um toque no controle remoto, vários tipos de optótipos. É um equipamento que alia tecnologia e design, sem perder a precisão do diagnóstico.

Possui uma interface amigável, hardware compacto e eficiente!

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Primeiro transplante de córnea artificial bem-sucedido do mundo!

Para que haja mais facilidade no entendimento do transplante de córnea, é preciso entender o que é e qual a função da córnea, e as doenças que podem afetá-la.

A córnea é um tecido transparente e resistente, localizado na parte da frente do olho. Pode ser simplificadamente imaginada como se fosse o “vidro de um relógio”. Ela é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.

Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, como, por exemplo, a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras condições também podem causar problemas na córnea.

Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e que sua curvatura permite a formação de imagens nítidas.

Transplante de córnea

Infelizmente, o olho como um todo não pode ser transplantado, apenas alguns tecidos oculares, como a córnea, suas células-tronco e a esclera.

Durante o transplante, parte da córnea opacificada é retirada e trocada por uma parte saudável.

Não são todas as doenças oculares que se beneficiam do transplante de córnea, apenas aquelas que a afetam diretamente. Em geral, os transplantes de córnea podem recuperar a visão de mais de 90% dos casos.

Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, a maior causa de transplante no Brasil é o ceratocone, uma doença degenerativa na córnea, que corresponde a 70% dos transplantes.

De acordo com uma matéria da Universo Visual, até 2019, anualmente surgem 1,5 milhão de novos casos de perda de visão por falta de transplante de córnea, que é o mais realizado mundialmente.

Esse número é devido à falta de doações de córnea, fazendo com que apenas 1 a cada 70 pessoas consiga realizar o procedimento. A fila de espera para a realização do procedimento depende do número de doações.

Um ato que pode mudar a vida de quem está aguardando esse transplante é a conscientização dos familiares em permitir a doação de órgãos.

Primeiro transplante de córnea artificial restaurou a visão de um idoso de 78 anos

Apesar de todas as dificuldades que estamos passando devido à crise da COVID-19, recentemente foi realizado e bem

Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina

A retina é uma fina estrutura do tecido nervoso que reveste a parte interna do olho. Ela contém milhões de células sensíveis à luz, como bastonetes e cones, além de outras células nervosas que recebem e organizam as informações visuais.

A retina envia essas informações ao cérebro por meio do nervo óptico, permitindo que você enxergue.

Quando esta estrutura é danificada, alguns problemas podem acontecer, tais como: fissuras, descolamento da retina, ruptura retiniana, retinopatia diabética, entre outras condições.

Existem tratamentos disponíveis para algumas doenças da retina. Dependendo da adversidade, os objetivos do tratamento podem ser: interromper ou retardar a doença, melhorar ou restaurar a visão.

Se não forem tratadas, algumas doenças da retina podem causar severa perda de visão ou cegueira. Sendo assim, nós da Eyetec sugerimos que procure seu oftalmologista para realizar uma avaliação completa sobre o seu caso.

Confira quais são os principais exames que você deve fazer para se prevenir!

Mapeamento da retina

O primeiro passo é analisar detalhadamente o interior da sua retina.

Este exame é feito por um equipamento chamado oftalmoscópio, no qual o examinador investiga e avalia mais detalhadamente a retina central e periférica, o nervo óptico, o humor vítreo e os vasos sanguíneos.

Retinografia

A retinografia é um exame que permite fotografar em alta resolução as regiões do fundo do olho, como retina, nervo óptico, coroide e vasos sanguíneos.

Dessa forma, é feita uma documentação fotográfica que possibilita acompanhar a doença e o tratamento.

Campimetria

A campimetria trata-se de um exame que ajuda a identificar e perceber problemas de visão e áreas sem visão do campo visual, mesmo que o paciente não note o problema.

Os resultados podem ser visualizados em até 4 formas diferentes: mapas numéricos em dB, escala intuitiva de pontos, tons de cinza ou mapas coloridos que identificam as regiões com perda de sensibilidade.

Tomografia de coerência óptica (OCT) e Angio-OCT

A tomografia de coerência óptica, também conhecida como OCT, é um exame que captura imagens do fundo do olho, no segmento posterior ocular.

Por meio de um foco de luz, o exame atinge as camadas da retina e registra, com alta resolução e em três dimensões, imagens de corte seccional das estruturas oculares.

Saiba mais sobre o Crosslink: tratamento de Ceratocone

Com tantos avanços tecnológicos, o setor de oftalmologia é um segmento que está sempre inovando e investindo em soluções de modo a prevenir possíveis problemas oculares e levar bem-estar para todos.

Sendo assim, uma das inovações é o crosslink, um método cirúrgico que vem se mostrando bastante esperançoso, a fim de minimizar a progressão da doença ceratocone (CID 10 – H18.6), que é uma deformação progressiva da curvatura da córnea, estrutura transparente que reveste a parte anterior do olho, provocando nela um afinamento em forma de cone.

No que consiste o tratamento – Crosslink?

O objetivo deste procedimento é induzir um aumento da rigidez e da resistência da córnea, permitindo que ela não se altere com o passar dos anos, diminuindo os impactos à visão e à qualidade de vida do paciente.

Por meio dessa técnica, é possível retardar os danos causados pelo ceratocone e evitar a perda da acuidade visual e até a necessidade de um futuro transplante.

No crosslinking, há um fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência corneana, diminui-se a elasticidade da córnea e, com isso, reduz-se a hipótese de progressão do abaulamento corneano, responsável pelo alto astigmatismo e baixa da visão.

Quando é indicado o tratamento?
Ceratocone em progressão documentada na população adulta;
No diagnóstico de ectasia pós-cirurgia refrativa;
No diagnóstico de ceratocone na população com menos de 18 anos;
Pacientes em qualquer idade podem optar apenas por acompanhamento da doença, pois o Crosslink também apresenta complicações. Todo tratamento cirúrgico deve ser discutido e esclarecido antes de determinar a conduta.
Como é o tratamento?

O tratamento é minimamente invasivo e pode ser feito apenas com anestesia tópica, por meio do uso de colírios anestésicos.

A técnica consiste na aplicação de um colírio especial à base de riboflavina, vitamina B2, que posteriormente é ativado por um feixe de luz ultravioleta. Isso estimula a contração e a união das fibras de colágeno, aumentando a resistência da córnea e reforçando sua estrutura.

O procedimento dura aproximadamente uma hora e, normalmente, não tem necessidade de internação.

Explicação do diagrama de blocos

O Eyelink foi desenvolvido atendendo às mais rígidas normas de segurança. Tem um sistema de controle que garante o erro máximo de 5% na potência de saída.

No diagrama de blocos abaixo, podemos observar os sensores de controle e realimentação do sistema. Possui 3 sensores: o corrente, o óptico principal e o ótico saída.

O equipamento tem um sistema de segurança onde é gravado a cada segundo a quantidade inserida de UV, garantindo assim a recuperação do tratamento mesmo em caso de emergência.

Protocolos de tratamentos – Eyelink

De acordo com a lei da reciprocidade de Bunsen-Roscoe, o mesmo efeito fotoquímico poderia ser alcançado com a redução do tempo de iluminação e correspondente aumento da intensidade de irradiação.

De forma que 10 minutos de irradiação a 9 mW/cm2 deveriam prover o mesmo efeito obtido com 30 minutos de irradiação a 3 mW/cm2. Uma vez que todas as combinações de tempo e intensidade resultam na mesma quantidade de energia 5,4 J/cm2.

1 – Protocolo Dresden

Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 3 mW/cm2.

2 – Protocolo Intermediário

Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.

3 – Protocolo Acelerado

Tempo de 10 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.

4 – Protocolo Ultra Acelerado

Tempo de 7,5 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.

5 – Protocolo Intermediário Pulsado

Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.

6 – Protocolo Acelerado Pulsado

Tempo de 20 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.

7 – Protocolo Ultra Acelerado Pulsado

Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.